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Redução da Selic faz BB diminuir juros bancários

Tão logo tomou conhecimento da decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), que reduziu ontem (7) a taxa básica de juros (Selic) pela quinta vez consecutiva, de 10,50% para 9,75% ao ano, o Banco do Brasil (BB) divulgou comunicado que também está baixando suas taxas em linhas de crédito para pessoas físicas e jurídicas. Embora […]

Arquivo Publicado em 08/03/2012, às 12h18

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Tão logo tomou conhecimento da decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), que reduziu ontem (7) a taxa básica de juros (Selic) pela quinta vez consecutiva, de 10,50% para 9,75% ao ano, o Banco do Brasil (BB) divulgou comunicado que também está baixando suas taxas em linhas de crédito para pessoas físicas e jurídicas.

Embora as cobranças de juros bancários sejam totalmente desproporcionais em relação à taxa Selic, o BB destaca que realiza também a quinta redução de suas taxas, desde julho do ano passado, em consonância com as decisões do Copom, e reafirma que suas taxas estão entre as menores do sistema financeiro nacional (SFN).

As novas taxas do BB, em vigor a partir de amanhã (8), mostram reduções de 2,31% para 2,27% ao mês no Crédito Benefício; de 3,35% para 3,31% no BB Crediário; de 2,30% para 2,26% na compra de material de construção; e de 1,32% para 1,29% na aquisição de veículos por pessoas físicas.

No caso de empresas, as reduções anunciadas são de 1,62% para 1,60% ao mês no BB Giro APL e no BB Giro Saúde; e de 2,17% para 2,14% na modalidade Capital de Giro Mix Pasep.

Lojistas aprovam redução

A Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) considerou “muito positiva” a redução da taxa básica de juros (Selic).

A entidade ressaltou, por meio de nota, que espera que esse seja “apenas o primeiro passo no sentido de consolidar uma política fiscal que impulsione a retomada de um crescimento econômico mais vigoroso e de longo prazo”.

O presidente da CDL, Roque Pellizzaro Junior, defendeu ainda que o Brasil aumente a destinação de recursos para a infraestrutura como forma reduzir o descompasso entre produção e demanda que propicia o aumento da inflação.

Jornal Midiamax