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Rede pública de ensino de Corumbá adere à greve nacional

Os trabalhadores em educação do município de Corumbá decidiram, na última sexta-feira (3), em assembléia geral, que irão parar as atividades na rede pública de ensino e aderir à greve nacional dos próximos dias 14, 15 e 16. Para o presidente do SIMTED (Sindicato Municipal dos Trabalhadores em Educação) de Corumbá, Luizio Wilson Espinoza, no […]

Arquivo Publicado em 05/03/2012, às 16h31

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Os trabalhadores em educação do município de Corumbá decidiram, na última sexta-feira (3), em assembléia geral, que irão parar as atividades na rede pública de ensino e aderir à greve nacional dos próximos dias 14, 15 e 16.


Para o presidente do SIMTED (Sindicato Municipal dos Trabalhadores em Educação) de Corumbá, Luizio Wilson Espinoza, no dia 14 será realizada uma audiência pública, às 9h, na Câmara Municipal, para debater questões como o PNE (Plano Nacional de Educação), a lei do Piso Salarial Nacional, a carreira do magistério e a reforma no estatuto da educação do município.


Já no dia 15, os trabalhadores virão para Capital do Estado, Campo Grande, onde participam das atividades organizadas pela FETEMS (Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul), e no dia 16 realizarão um ato público na Praça da Independência, às 15h30.


Luizio disse ainda que cerca de 90% da rede pública de ensino de Corumbá irão parar as suas atividades e ressaltou o papel da FETEMS na mobilização da greve nacional. “Nesta greve sentimos que a nossa Federação está cada vez mais forte, coesa em suas ações e em contato direto com os seus sindicatos de base, o que nos ajuda e fortalece a mobilização da categoria”, afirma.


De acordo com o vice-regional da FETEMS de Corumbá, Raul Nunes Delgado, além das questões reivindicadas em nível nacional e estadual, os trabalhadores em educação de Corumbá estão na luta para que a prefeitura municipal implante 1/3 de hora-atividade para o magistério na rede municipal de ensino, reforme o estatuto da educação no município, que atualmente só contempla os professores e o sindicato quer adicionar os administrativos em educação, e pelo reajuste salarial no início do ano e acima da inflação.

Jornal Midiamax