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Publicada suspensão de médico que brigou durante parto levando bebê à morte

Foi publicado no Diário Oficial da União desta terça-feira (4), a sanção disciplinar ao médico Orozimbo Ruela de Oliveira Neto. Na decisão tomada pelo Conselho Regional de Medicina do Mato Grosso Do Sul, o médico ficará impedido de exercer a atividade pelo período de 30 dias (de 14/12/2012 a 12/01/2013). Orozimbo Ruela de Oliveira Neto […]

Arquivo Publicado em 04/12/2012, às 17h40

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Foi publicado no Diário Oficial da União desta terça-feira (4), a sanção disciplinar ao médico Orozimbo Ruela de Oliveira Neto. Na decisão tomada pelo Conselho Regional de Medicina do Mato Grosso Do Sul, o médico ficará impedido de exercer a atividade pelo período de 30 dias (de 14/12/2012 a 12/01/2013).

Orozimbo Ruela de Oliveira Neto se envolveu em um briga com outro médico durante um parto, na cidade de Ivinhema em 2010. Conforme a investigação, Gislaine de Matos deu entrada no hospital da cidade em trabalho de parto acompanhada de Orozimbo, médico que acompanhou todo o período gestacional.

Porém, quando a mulher já estava na sala de parto e todo procedimento cirúrgico iniciado, o médico plantonista do hospital na ocasião, Sinomar Ricardo entrou na sala iniciando um desentendimento.

Os dois acabaram se agredindo com socos, enquanto Gislaine aguardava na mesa de cirurgia e o bebê nasceu morto.

De acordo com o presidente do Conselho, Luís Henrique Mascarenhas Moreira, a decisão do Conselho pode ser considerada leve para os padrões da sociedade atual, porém conforme o código de ética da profissão, a suspensão é considerada severa.

“Apenas a cassação é superior a pena de suspensão, por isso a punição é considerada severa. A avaliação do Conselho é realizada de forma individual entre 17 conselheiros.”, aponta.

A mesma punição foi aplicada a Sinomar Ricardo, outro envolvido na briga, mas como ele recorreu à decisão, o caso será decidido pelo Conselho Federal de Medicina, ainda sem prazo para que o processo seja julgado.

Por conta da morte da criança, os dois médicos foram indiciados por homicídio doloso e ainda respondem processo por erro médico na 1ª Vara Criminal de Ivinhema.

Jornal Midiamax