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Protesto Crueldade Nunca Mais reúne mais de 200 pessoas em passeata na Afonso Pena

Mesmo com o tempo fechado nesta manhã em Campo Grande, Protesto que iniciou por meio das redes sociais é realizado com sucesso.

Arquivo Publicado em 22/01/2012, às 15h55

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Mesmo com o tempo fechado nesta manhã em Campo Grande, Protesto que iniciou por meio das redes sociais é realizado com sucesso.

Para pedir punições rigorosas às pessoas que praticam atos cruéis com os bichos, simpatizantes dos direitos dos animais se reuniram neste domingo (22), em mais de 80 cidades pelo mundo. Em Campo Grande, o Protesto Crueldade Nunca Mais contou com a participação de mais de 200 pessoas. Trata-se de um movimento nacional, sincronizado no Brasil inteiro, que iniciou às 10h da manhã. 

De acordo com a organizadora do Protesto, Denise Kades Oliveira, o evento se propagou com a colaboração da Ong dos Bichos, de voluntários e por meio da internet. As pessoas divulgaram em suas redes de relacionamentos a passeata, que iniciou em frente ao Shopping Campo Grande e foi até o Parque das Nações Indígenas, na avenida Afonso Pena. Segundo ela, mesmo com o tempo fechado no início da manhã deste domingo, o evento conseguiu atingir seu objetivo, sendo realizado com sucesso. 

 “Vi na internet o site em que o país inteiro se reunia contra a violência animal, que tem como reivindicação a penalização correta e efetiva para quem comete crueldades e maus tratos aos animais. Eu me prontifiquei para organizar o evento porque Campo Grande ainda não estava cadastrado, e a Ong dos Bichos também se uniu nesta iniciativa”, explicou Denise, formada em comunicação e direito. 

 O evento contou com a colaboração da Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito) para monitorar a passeata e da Cigcoe (Companhia Independente de Gerenciamento de Crises e Operações Especiais). Conforme a assessoria, a Companhia possui 19 cachorros adestrados de diversas raças, dentre elas, Pitbull, Rottweiler, Labrador, Pastor Alemão e Pastor Malinois. 

Os animais são importantes para a corporação porque são treinados para atuarem em operações que exigem o faro para descobrir a existência de explosivos, entorpecentes e para participar de eventos. 

A voluntária Thainá Espíndola, de 18 anos, aproveitou a oportunidade para convidar a população a participar desta campanha. “Acho que o cachorro pode até virar uma arma por causa do dono, mas não por causa da raça. Eu tenho uma cadela Bull Terrier, e apesar de todos terem medo dessa raça, ela é super dócil e carinhosa”, contou a voluntária. 

 A médica de família e comunidade, Maria da Graça Barbosa Xavier, de 57 anos, levou sua filha e o marido para participarem da passeata porque eles amam os animais. “Estou aqui para somar, não dá para cuidar de todos os animais do mundo. Mas este protesto serve para incentivar as pessoas a abraçarem a causa. Na minha opinião, os animais estão aqui não ap

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