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Premiê israelense teme que Hezbollah pegue armas químicas sírias

A “grande ameaça” para Israel no que se refere ao conflito na Síria é que o governo de Damasco possa entrar em colapso e seu estoque de armas químicas e mísseis caiam nas mãos do grupo islâmico libanês Hezbollah, afirmou o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu neste domingo. Entrevistado do programa de TV americano Fox News […]

Arquivo Publicado em 22/07/2012, às 16h24

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A “grande ameaça” para Israel no que se refere ao conflito na Síria é que o governo de Damasco possa entrar em colapso e seu estoque de armas químicas e mísseis caiam nas mãos do grupo islâmico libanês Hezbollah, afirmou o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu neste domingo.


Entrevistado do programa de TV americano Fox News Sunday, Netanyahu disse que o governo do presidente da Síria, Bashar al-Assad, pode cair, mas que ele está mais preocupado com o caótico “colapso do regime” que poderia deixar desprotegidos os locais de armas do que uma mudança no regime.


“Nós certamente não queremos ser expostos a armas químicas que caiam nas mãos do Hezbollah ou de alguns outros grupos terroristas. É uma grande ameaça”, afirmou. “Nós temos que considerar a nossa ação. Eu busco isso? Não. Eu a excluo? Não”, disse Netanyahu quando questionado se Israel poderia agir sozinho, ou se preferiam que os Estados Unidos assumissem a liderança.


O senador americano John McCain afirmou, em adição às preocupações israelenses, que existe um risco de que o governo da Síria possa lançar armas químicas contra seus oponentes. “Eles possuem helicópteros de combate, artilharias que abatem pessoas, e agora existe um risco – e eu não estou dizendo que irá acontecer – um risco de que, em desespero, Bashar al-Assad possa usar essas armas químicas”, disse McCain, que foi o candidato republicano nas eleições presidenciais de 2008.

Jornal Midiamax