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Palestra sobre “sucessão em empresas familiares” mobiliza empresários

Pelo menos 80 pessoas, entre revendedores de combustíveis e integrantes de outros segmentos, assistiram no dia 24 de abril a palestra com o tema “Sucessão em empresas familiares”, questão abordada pelo professor RogérioTsukamoto, idealizador, coordenador e professor dos programas de Gestão de Empresas Familiares na Fundação Getúlio Vargas (EAESPFGV/SP), sócio administrador da Ko...

Arquivo Publicado em 27/04/2012, às 21h19

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Pelo menos 80 pessoas, entre revendedores de combustíveis e integrantes de outros segmentos, assistiram no dia 24 de abril a palestra com o tema “Sucessão em empresas familiares”, questão abordada pelo professor RogérioTsukamoto, idealizador, coordenador e professor dos programas de Gestão de Empresas Familiares na Fundação Getúlio Vargas (EAESPFGV/SP), sócio administrador da Korn Ferry International no Brasil, a maior empresa de recrutamento e seleção de altos executivos (“executive search”) do mundo, e membro do IBGC Instituto Brasileiro de Governança Corporativa.


A palestra inicialmente seria de duas horas, mas diante do grande interesse demonstrado pela plateia o professor Tsukamoto teve que estender a abordagem por mais meia hora. “O tema é bastante interessante e muitos são os empresários que administram empresas familiares, situação que contribuiu para chamar a atenção de todos”, argumentou Mário Shiraishi, presidente do Sinpetro, instituição promotora do evento.


Na palestra, Rogério Tsukamoto abordou temas como “crise de Sucessão: o principal fator de mortalidade das empresas familiares”, “o ciclo de vida das empresas familiares”, “os diferentes objetivos e as diferentes necessidades de cada geração”, “o ingredientes de uma boa sucessão”, “planejamento Sucessório”, “o processo de formação dos sucessores” e “desafios permanentes para sucessores e sucedidos”, dentre outros.


“É preciso fazer a separação e evitar a “contaminação patrimonial” do empresário. Para isso, é preciso proteger os bens pessoais do sócio – imóveis, fazendas, entre outros. Na empresa, por exemplo, deve-se também separar os seus bens”, disse o professor.


Essa medida, segundo ele, decorre especialmente diante dos crescentes riscos ambientais. “Ser proprietário de caminhão-tanque é brincar de roleta russa. Imagine se o veículo capotar e vazar 10.000 litros de diesel na encosta da estrada? Além de chorar a perda de seu patrimônio pessoal, ao proprietário só resta rezar para que o óleo não atinja algum riacho”, exemplificou Rogéerio Tsukamoto.

Jornal Midiamax