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Obama vai à Cúpula do G20 com crise, China e Rússia como alvos

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, viaja neste domingo para Los Cabos, no México, para participar da Cúpula do G20, onde se concentrará em abordar os desafios enfrentados pela eurozona e em tentar aproximar posturas com a China e a Rússia em assuntos de permanente desacordo. Obama partirá de Chicago, onde passa o fim […]

Arquivo Publicado em 17/06/2012, às 00h08

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O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, viaja neste domingo para Los Cabos, no México, para participar da Cúpula do G20, onde se concentrará em abordar os desafios enfrentados pela eurozona e em tentar aproximar posturas com a China e a Rússia em assuntos de permanente desacordo.

Obama partirá de Chicago, onde passa o fim de semana na companhia de sua esposa, Michelle, e de suas duas filhas, e prevê aterrissar em Los Cabos na noite de domingo, segundo antecipou a Casa Branca.

À margem das sessões de trabalho da cúpula, que será realizada na segunda e na terça-feira e inevitavelmente será protagonizada pela crise europeia, Obama terá reuniões bilaterais com os presidentes do México, Felipe Calderón, da Rússia, Vladimir Putin, e da China, Hu Jintao.

Obama também pode somar-se ao encontro previsto entre o presidente do governo espanhol, Mariano Rajoy; a chanceler alemã, Angela Merkel; o líder francês, François Hollande, e o primeiro-ministro da Itália, Mario Monti.

A má situação na Europa está contribuindo para desacelerar a recuperação econômica nos EUA e isto, por sua vez, está afetando a popularidade de Obama, que tentará a reeleição em novembro.

Em Los Cabos, os EUA “esperam escutar os líderes europeus sobre o progresso de seus esforços para estabilizar o sistema bancário e promover o crescimento”, indicou Michael Froman, assessor para Assuntos Econômicos Internacionais de Obama.

O enfoque que veio defendendo o governo de Obama e que voltará a expor nesta reunião é estimular o crescimento e a criação de emprego em curto prazo, em sintonia com o que propõem na Europa líderes como François Hollande.

A cúpula de Los Cabos “não será a última palavra sobre a zona do euro”, advertiu Froman, ao lembrar que os líderes europeus têm uma cúpula importante no final do mês em Bruxelas.

Segundo a subsecretária de Assuntos Internacionais do Tesouro dos EUA, Lael Brainard, o acordo alcançado para a recapitalização do sistema bancário espanhol foi “um passo-chave” e é importante que tanto a Espanha como a Itália, que estão realizando “reformas difíceis”, possam “seguir endividando-se a um preço acessível”.

Não só a Europa tem que seguir trabalhando para enfrentar a crise, mas economias emergentes presentes no G20 como China e Índia, cujo crescimento está ficando mais lento, também “podem tomar medidas adicionais”, destacou Froman.

Da “coordenação de ações para sustentar um crescimento mundial equilibrado” falarão Obama e Hu Jintao em seu encontro bilateral programado para a terça-feira ao término da cúpula, de acordo com o conselheiro adjunto de Segurança Nacional da Casa Branca, Ben Rhodes.

Os dois líderes abordarão também a situação na Coreia do Norte, após seu fracassado lançamento de um foguete de longo alcance em abril, e o programa nuclear iraniano, dois assuntos nos quais Obama procura um maior compromisso e cooperação por parte da China.

No caso da Rússia, Obama espera aproximar posturas para avançar rumo a uma “posição comum” sobre o conflito na Síria. A reunião entre Obama e Putin acontecerá na segunda-feira antes do começo da cúpula e girará em torno do país árabe, partindo do princípio que ambos países têm “substanciais diferenças” sobre como pôr fim à violência.

Os EUA seguem apostando em uma transição política que, segundo Rhodes, implica “necessariamente” na saída do poder do presidente sírio, Bashar al Assad, algo que preocupa a Rússia. Além disso, antes do encontro com Putin, Obama se reunirá com Calderón, anfitrião da cúpula, para revisar os progressos na relação bilateral.

A cúpula de Los Cabos será provavelmente a última reunião internacional de Obama, já totalmente envolvido na campanha pela reeleição.')’>

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, viaja neste domingo para Los Cabos, no México, para participar da Cúpula do G20, onde se concentrará em abordar os desafios enfrentados pela eurozona e em tentar aproximar posturas com a China e a Rússia em assuntos de permanente desacordo.

Obama partirá de Chicago, onde passa o fim de semana na companhia de sua esposa, Michelle, e de suas duas filhas, e prevê aterrissar em Los Cabos na noite de domingo, segundo antecipou a Casa Branca.

À margem das sessões de trabalho da cúpula, que será realizada na segunda e na terça-feira e inevitavelmente será protagonizada pela crise europeia, Obama terá reuniões bilaterais com os presidentes do México, Felipe Calderón, da Rússia, Vladimir Putin, e da China, Hu Jintao.

Obama também pode somar-se ao encontro previsto entre o presidente do governo espanhol, Mariano Rajoy; a chanceler alemã, Angela Merkel; o líder francês, François Hollande, e o primeiro-ministro da Itália, Mario Monti.

A má situação na Europa está contribuindo para desacelerar a recuperação econômica nos EUA e isto, por sua vez, está afetando a popularidade de Obama, que tentará a reeleição em novembro.

Em Los Cabos, os EUA “esperam escutar os líderes europeus sobre o progresso de seus esforços para estabilizar o sistema bancário e promover o crescimento”, indicou Michael Froman, assessor para Assuntos Econômicos Internacionais de Obama.

O enfoque que veio defendendo o governo de Obama e que voltará a expor nesta reunião é estimular o crescimento e a criação de emprego em curto prazo, em sintonia com o que propõem na Europa líderes como François Hollande.

A cúpula de Los Cabos “não será a última palavra sobre a zona do euro”, advertiu Froman, ao lembrar que os líderes europeus têm uma cúpula importante no final do mês em Bruxelas.

Segundo a subsecretária de Assuntos Internacionais do Tesouro dos EUA, Lael Brainard, o acordo alcançado para a recapitalização do sistema bancário espanhol foi “um passo-chave” e é importante que tanto a Espanha como a Itália, que estão realizando “reformas difíceis”, possam “seguir endividando-se a um preço acessível”.

Não só a Europa tem que seguir trabalhando para enfrentar a crise, mas economias emergentes presentes no G20 como China e Índia, cujo crescimento está ficando mais lento, também “podem tomar medidas adicionais”, destacou Froman.

Da “coordenação de ações para sustentar um crescimento mundial equilibrado” falarão Obama e Hu Jintao em seu encontro bilateral programado para a terça-feira ao término da cúpula, de acordo com o conselheiro adjunto de Segurança Nacional da Casa Branca, Ben Rhodes.

Os dois líderes abordarão também a situação na Coreia do Norte, após seu fracassado lançamento de um foguete de longo alcance em abril, e o programa nuclear iraniano, dois assuntos nos quais Obama procura um maior compromisso e cooperação por parte da China.

No caso da Rússia, Obama espera aproximar posturas para avançar rumo a uma “posição comum” sobre o conflito na Síria. A reunião entre Obama e Putin acontecerá na segunda-feira antes do começo da cúpula e girará em torno do país árabe, partindo do princípio que ambos países têm “substanciais diferenças” sobre como pôr fim à violência.

Os EUA seguem apostando em uma transição política que, segundo Rhodes, implica “necessariamente” na saída do poder do presidente sírio, Bashar al Assad, algo que preocupa a Rússia. Além disso, antes do encontro com Putin, Obama se reunirá com Calderón, anfitrião da cúpula, para revisar os progressos na relação bilateral.

A cúpula de Los Cabos será provavelmente a última reunião internacional de Obama, já totalmente envolvido na campanha pela reeleição.

Obama partirá de Chicago, onde passa o fim de semana na companhia de sua esposa, Michelle, e de suas duas filhas, e prevê aterrissar em Los Cabos na noite de domingo, segundo antecipou a Casa Branca.O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, viaja neste domingo para Los Cabos, no México, para participar da Cúpula do G20, onde se concentrará em abordar os desafios enfrentados pela eurozona e em tentar aproximar posturas com a China e a Rússia em assuntos de permanente desacordo.

Obama partirá de Chicago, onde passa o fim de semana na companhia de sua esposa, Michelle, e de suas duas filhas, e prevê aterrissar em Los Cabos na noite de domingo, segundo antecipou a Casa Branca.

À margem das sessões de trabalho da cúpula, que será realizada na segunda e na terça-feira e inevitavelmente será protagonizada pela crise europeia, Obama terá reuniões bilaterais com os presidentes do México, Felipe Calderón, da Rússia, Vladimir Putin, e da China, Hu Jintao.

Obama também pode somar-se ao encontro previsto entre o presidente do governo espanhol, Mariano Rajoy; a chanceler alemã, Angela Merkel; o líder francês, François Hollande, e o primeiro-ministro da Itália, Mario Monti.

A má situação na Europa está contribuindo para desacelerar a recuperação econômica nos EUA e isto, por sua vez, está afetando a popularidade de Obama, que tentará a reeleição em novembro.

Em Los Cabos, os EUA “esperam escutar os líderes europeus sobre o progresso de seus esforços para estabilizar o sistema bancário e promover o crescimento”, indicou Michael Froman, assessor para Assuntos Econômicos Internacionais de Obama.

O enfoque que veio defendendo o governo de Obama e que voltará a expor nesta reunião é estimular o crescimento e a criação de emprego em curto prazo, em sintonia com o que propõem na Europa líderes como François Hollande.

A cúpula de Los Cabos “não será a última palavra sobre a zona do euro”, advertiu Froman, ao lembrar que os líderes europeus têm uma cúpula importante no final do mês em Bruxelas.

Segundo a subsecretária de Assuntos Internacionais do Tesouro dos EUA, Lael Brainard, o acordo alcançado para a recapitalização do sistema bancário espanhol foi “um passo-chave” e é importante que tanto a Espanha como a Itália, que estão realizando “reformas difíceis”, possam “seguir endividando-se a um preço acessível”.

Não só a Europa tem que seguir trabalhando para enfrentar a crise, mas economias emergentes presentes no G20 como China e Índia, cujo crescimento está ficando mais lento, também “podem tomar medidas adicionais”, destacou Froman.

Da “coordenação de ações para sustentar um crescimento mundial equilibrado” falarão Obama e Hu Jintao em seu encontro bilateral programado para a terça-feira ao término da cúpula, de acordo com o conselheiro adjunto de Segurança Nacional da Casa Branca, Ben Rhodes.

Os dois líderes abordarão também a situação na Coreia do Norte, após seu fracassado lançamento de um foguete de longo alcance em abril, e o programa nuclear iraniano, dois assuntos nos quais Obama procura um maior compromisso e cooperação por parte da China.

No caso da Rússia, Obama espera aproximar posturas para avançar rumo a uma “posição comum” sobre o conflito na Síria. A reunião entre Obama e Putin acontecerá na segunda-feira antes do começo da cúpula e girará em torno do país árabe, partindo do princípio que ambos países têm “substanciais diferenças” sobre como pôr fim à violência.

Os EUA seguem apostando em uma transição política que, segundo Rhodes, implica “necessariamente” na saída do poder do presidente sírio, Bashar al Assad, algo que preocupa a Rússia. Além disso, antes do encontro com Putin, Obama se reunirá com Calderón, anfitrião da cúpula, para revisar os progressos na relação bilateral.

A cúpula de Los Cabos será provavelmente a última reunião internacional de Obama, já totalmente envolvido na campanha pela reeleição.')’>

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, viaja neste domingo para Los Cabos, no México, para participar da Cúpula do G20, onde se concentrará em abordar os desafios enfrentados pela eurozona e em tentar aproximar posturas com a China e a Rússia em assuntos de permanente desacordo.

Obama partirá de Chicago, onde passa o fim de semana na companhia de sua esposa, Michelle, e de suas duas filhas, e prevê aterrissar em Los Cabos na noite de domingo, segundo antecipou a Casa Branca.

À margem das sessões de trabalho da cúpula, que será realizada na segunda e na terça-feira e inevitavelmente será protagonizada pela crise europeia, Obama terá reuniões bilaterais com os presidentes do México, Felipe Calderón, da Rússia, Vladimir Putin, e da China, Hu Jintao.

Obama também pode somar-se ao encontro previsto entre o presidente do governo espanhol, Mariano Rajoy; a chanceler alemã, Angela Merkel; o líder francês, François Hollande, e o primeiro-ministro da Itália, Mario Monti.

A má situação na Europa está contribuindo para desacelerar a recuperação econômica nos EUA e isto, por sua vez, está afetando a popularidade de Obama, que tentará a reeleição em novembro.

Em Los Cabos, os EUA “esperam escutar os líderes europeus sobre o progresso de seus esforços para estabilizar o sistema bancário e promover o crescimento”, indicou Michael Froman, assessor para Assuntos Econômicos Internacionais de Obama.

O enfoque que veio defendendo o governo de Obama e que voltará a expor nesta reunião é estimular o crescimento e a criação de emprego em curto prazo, em sintonia com o que propõem na Europa líderes como François Hollande.

A cúpula de Los Cabos “não será a última palavra sobre a zona do euro”, advertiu Froman, ao lembrar que os líderes europeus têm uma cúpula importante no final do mês em Bruxelas.

Segundo a subsecretária de Assuntos Internacionais do Tesouro dos EUA, Lael Brainard, o acordo alcançado para a recapitalização do sistema bancário espanhol foi “um passo-chave” e é importante que tanto a Espanha como a Itália, que estão realizando “reformas difíceis”, possam “seguir endividando-se a um preço acessível”.

Não só a Europa tem que seguir trabalhando para enfrentar a crise, mas economias emergentes presentes no G20 como China e Índia, cujo crescimento está ficando mais lento, também “podem tomar medidas adicionais”, destacou Froman.

Da “coordenação de ações para sustentar um crescimento mundial equilibrado” falarão Obama e Hu Jintao em seu encontro bilateral programado para a terça-feira ao término da cúpula, de acordo com o conselheiro adjunto de Segurança Nacional da Casa Branca, Ben Rhodes.

Os dois líderes abordarão também a situação na Coreia do Norte, após seu fracassado lançamento de um foguete de longo alcance em abril, e o programa nuclear iraniano, dois assuntos nos quais Obama procura um maior compromisso e cooperação por parte da China.

No caso da Rússia, Obama espera aproximar posturas para avançar rumo a uma “posição comum” sobre o conflito na Síria. A reunião entre Obama e Putin acontecerá na segunda-feira antes do começo da cúpula e girará em torno do país árabe, partindo do princípio que ambos países têm “substanciais diferenças” sobre como pôr fim à violência.

Os EUA seguem apostando em uma transição política que, segundo Rhodes, implica “necessariamente” na saída do poder do presidente sírio, Bashar al Assad, algo que preocupa a Rússia. Além disso, antes do encontro com Putin, Obama se reunirá com Calderón, anfitrião da cúpula, para revisar os progressos na relação bilateral.

A cúpula de Los Cabos será provavelmente a última reunião internacional de Obama, já totalmente envolvido na campanha pela reeleição.

Obama também pode somar-se ao encontro previsto entre o presidente do governo espanhol, Mariano Rajoy; a chanceler alemã, Angela Merkel; o líder francês, François Hollande, e o primeiro-ministro da Itália, Mario Monti.O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, viaja neste domingo para Los Cabos, no México, para participar da Cúpula do G20, onde se concentrará em abordar os desafios enfrentados pela eurozona e em tentar aproximar posturas com a China e a Rússia em assuntos de permanente desacordo.

Obama partirá de Chicago, onde passa o fim de semana na companhia de sua esposa, Michelle, e de suas duas filhas, e prevê aterrissar em Los Cabos na noite de domingo, segundo antecipou a Casa Branca.

À margem das sessões de trabalho da cúpula, que será realizada na segunda e na terça-feira e inevitavelmente será protagonizada pela crise europeia, Obama terá reuniões bilaterais com os presidentes do México, Felipe Calderón, da Rússia, Vladimir Putin, e da China, Hu Jintao.

Obama também pode somar-se ao encontro previsto entre o presidente do governo espanhol, Mariano Rajoy; a chanceler alemã, Angela Merkel; o líder francês, François Hollande, e o primeiro-ministro da Itália, Mario Monti.

A má situação na Europa está contribuindo para desacelerar a recuperação econômica nos EUA e isto, por sua vez, está afetando a popularidade de Obama, que tentará a reeleição em novembro.

Em Los Cabos, os EUA “esperam escutar os líderes europeus sobre o progresso de seus esforços para estabilizar o sistema bancário e promover o crescimento”, indicou Michael Froman, assessor para Assuntos Econômicos Internacionais de Obama.

O enfoque que veio defendendo o governo de Obama e que voltará a expor nesta reunião é estimular o crescimento e a criação de emprego em curto prazo, em sintonia com o que propõem na Europa líderes como François Hollande.

A cúpula de Los Cabos “não será a última palavra sobre a zona do euro”, advertiu Froman, ao lembrar que os líderes europeus têm uma cúpula importante no final do mês em Bruxelas.

Segundo a subsecretária de Assuntos Internacionais do Tesouro dos EUA, Lael Brainard, o acordo alcançado para a recapitalização do sistema bancário espanhol foi “um passo-chave” e é importante que tanto a Espanha como a Itália, que estão realizando “reformas difíceis”, possam “seguir endividando-se a um preço acessível”.

Não só a Europa tem que seguir trabalhando para enfrentar a crise, mas economias emergentes presentes no G20 como China e Índia, cujo crescimento está ficando mais lento, também “podem tomar medidas adicionais”, destacou Froman.

Da “coordenação de ações para sustentar um crescimento mundial equilibrado” falarão Obama e Hu Jintao em seu encontro bilateral programado para a terça-feira ao término da cúpula, de acordo com o conselheiro adjunto de Segurança Nacional da Casa Branca, Ben Rhodes.

Os dois líderes abordarão também a situação na Coreia do Norte, após seu fracassado lançamento de um foguete de longo alcance em abril, e o programa nuclear iraniano, dois assuntos nos quais Obama procura um maior compromisso e cooperação por parte da China.

No caso da Rússia, Obama espera aproximar posturas para avançar rumo a uma “posição comum” sobre o conflito na Síria. A reunião entre Obama e Putin acontecerá na segunda-feira antes do começo da cúpula e girará em torno do país árabe, partindo do princípio que ambos países têm “substanciais diferenças” sobre como pôr fim à violência.

Os EUA seguem apostando em uma transição política que, segundo Rhodes, implica “necessariamente” na saída do poder do presidente sírio, Bashar al Assad, algo que preocupa a Rússia. Além disso, antes do encontro com Putin, Obama se reunirá com Calderón, anfitrião da cúpula, para revisar os progressos na relação bilateral.

A cúpula de Los Cabos será provavelmente a última reunião internacional de Obama, já totalmente envolvido na campanha pela reeleição.')’>

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, viaja neste domingo para Los Cabos, no México, para participar da Cúpula do G20, onde se concentrará em abordar os desafios enfrentados pela eurozona e em tentar aproximar posturas com a China e a Rússia em assuntos de permanente desacordo.

Obama partirá de Chicago, onde passa o fim de semana na companhia de sua esposa, Michelle, e de suas duas filhas, e prevê aterrissar em Los Cabos na noite de domingo, segundo antecipou a Casa Branca.

À margem das sessões de trabalho da cúpula, que será realizada na segunda e na terça-feira e inevitavelmente será protagonizada pela crise europeia, Obama terá reuniões bilaterais com os presidentes do México, Felipe Calderón, da Rússia, Vladimir Putin, e da China, Hu Jintao.

Obama também pode somar-se ao encontro previsto entre o presidente do governo espanhol, Mariano Rajoy; a chanceler alemã, Angela Merkel; o líder francês, François Hollande, e o primeiro-ministro da Itália, Mario Monti.

A má situação na Europa está contribuindo para desacelerar a recuperação econômica nos EUA e isto, por sua vez, está afetando a popularidade de Obama, que tentará a reeleição em novembro.

Em Los Cabos, os EUA “esperam escutar os líderes europeus sobre o progresso de seus esforços para estabilizar o sistema bancário e promover o crescimento”, indicou Michael Froman, assessor para Assuntos Econômicos Internacionais de Obama.

O enfoque que veio defendendo o governo de Obama e que voltará a expor nesta reunião é estimular o crescimento e a criação de emprego em curto prazo, em sintonia com o que propõem na Europa líderes como François Hollande.

A cúpula de Los Cabos “não será a última palavra sobre a zona do euro”, advertiu Froman, ao lembrar que os líderes europeus têm uma cúpula importante no final do mês em Bruxelas.

Segundo a subsecretária de Assuntos Internacionais do Tesouro dos EUA, Lael Brainard, o acordo alcançado para a recapitalização do sistema bancário espanhol foi “um passo-chave” e é importante que tanto a Espanha como a Itália, que estão realizando “reformas difíceis”, possam “seguir endividando-se a um preço acessível”.

Não só a Europa tem que seguir trabalhando para enfrentar a crise, mas economias emergentes presentes no G20 como China e Índia, cujo crescimento está ficando mais lento, também “podem tomar medidas adicionais”, destacou Froman.

Da “coordenação de ações para sustentar um crescimento mundial equilibrado” falarão Obama e Hu Jintao em seu encontro bilateral programado para a terça-feira ao término da cúpula, de acordo com o conselheiro adjunto de Segurança Nacional da Casa Branca, Ben Rhodes.

Os dois líderes abordarão também a situação na Coreia do Norte, após seu fracassado lançamento de um foguete de longo alcance em abril, e o programa nuclear iraniano, dois assuntos nos quais Obama procura um maior compromisso e cooperação por parte da China.

No caso da Rússia, Obama espera aproximar posturas para avançar rumo a uma “posição comum” sobre o conflito na Síria. A reunião entre Obama e Putin acontecerá na segunda-feira antes do começo da cúpula e girará em torno do país árabe, partindo do princípio que ambos países têm “substanciais diferenças” sobre como pôr fim à violência.

Os EUA seguem apostando em uma transição política que, segundo Rhodes, implica “necessariamente” na saída do poder do presidente sírio, Bashar al Assad, algo que preocupa a Rússia. Além disso, antes do encontro com Putin, Obama se reunirá com Calderón, anfitrião da cúpula, para revisar os progressos na relação bilateral.

A cúpula de Los Cabos será provavelmente a última reunião internacional de Obama, já totalmente envolvido na campanha pela reeleição.

Em Los Cabos, os EUA “esperam escutar os líderes europeus sobre o progresso de seus esforços para estabilizar o sistema bancário e promover o crescimento”, indicou Michael Froman, assessor para Assuntos Econômicos Internacionais de Obama.O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, viaja neste domingo para Los Cabos, no México, para participar da Cúpula do G20, onde se concentrará em abordar os desafios enfrentados pela eurozona e em tentar aproximar posturas com a China e a Rússia em assuntos de permanente desacordo.

Obama partirá de Chicago, onde passa o fim de semana na companhia de sua esposa, Michelle, e de suas duas filhas, e prevê aterrissar em Los Cabos na noite de domingo, segundo antecipou a Casa Branca.

À margem das sessões de trabalho da cúpula, que será realizada na segunda e na terça-feira e inevitavelmente será protagonizada pela crise europeia, Obama terá reuniões bilaterais com os presidentes do México, Felipe Calderón, da Rússia, Vladimir Putin, e da China, Hu Jintao.

Obama também pode somar-se ao encontro previsto entre o presidente do governo espanhol, Mariano Rajoy; a chanceler alemã, Angela Merkel; o líder francês, François Hollande, e o primeiro-ministro da Itália, Mario Monti.

A má situação na Europa está contribuindo para desacelerar a recuperação econômica nos EUA e isto, por sua vez, está afetando a popularidade de Obama, que tentará a reeleição em novembro.

Em Los Cabos, os EUA “esperam escutar os líderes europeus sobre o progresso de seus esforços para estabilizar o sistema bancário e promover o crescimento”, indicou Michael Froman, assessor para Assuntos Econômicos Internacionais de Obama.

O enfoque que veio defendendo o governo de Obama e que voltará a expor nesta reunião é estimular o crescimento e a criação de emprego em curto prazo, em sintonia com o que propõem na Europa líderes como François Hollande.

A cúpula de Los Cabos “não será a última palavra sobre a zona do euro”, advertiu Froman, ao lembrar que os líderes europeus têm uma cúpula importante no final do mês em Bruxelas.

Segundo a subsecretária de Assuntos Internacionais do Tesouro dos EUA, Lael Brainard, o acordo alcançado para a recapitalização do sistema bancário espanhol foi “um passo-chave” e é importante que tanto a Espanha como a Itália, que estão realizando “reformas difíceis”, possam “seguir endividando-se a um preço acessível”.

Não só a Europa tem que seguir trabalhando para enfrentar a crise, mas economias emergentes presentes no G20 como China e Índia, cujo crescimento está ficando mais lento, também “podem tomar medidas adicionais”, destacou Froman.

Da “coordenação de ações para sustentar um crescimento mundial equilibrado” falarão Obama e Hu Jintao em seu encontro bilateral programado para a terça-feira ao término da cúpula, de acordo com o conselheiro adjunto de Segurança Nacional da Casa Branca, Ben Rhodes.

Os dois líderes abordarão também a situação na Coreia do Norte, após seu fracassado lançamento de um foguete de longo alcance em abril, e o programa nuclear iraniano, dois assuntos nos quais Obama procura um maior compromisso e cooperação por parte da China.

No caso da Rússia, Obama espera aproximar posturas para avançar rumo a uma “posição comum” sobre o conflito na Síria. A reunião entre Obama e Putin acontecerá na segunda-feira antes do começo da cúpula e girará em torno do país árabe, partindo do princípio que ambos países têm “substanciais diferenças” sobre como pôr fim à violência.

Os EUA seguem apostando em uma transição política que, segundo Rhodes, implica “necessariamente” na saída do poder do presidente sírio, Bashar al Assad, algo que preocupa a Rússia. Além disso, antes do encontro com Putin, Obama se reunirá com Calderón, anfitrião da cúpula, para revisar os progressos na relação bilateral.

A cúpula de Los Cabos será provavelmente a última reunião internacional de Obama, já totalmente envolvido na campanha pela reeleição.')’>

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, viaja neste domingo para Los Cabos, no México, para participar da Cúpula do G20, onde se concentrará em abordar os desafios enfrentados pela eurozona e em tentar aproximar posturas com a China e a Rússia em assuntos de permanente desacordo.

Obama partirá de Chicago, onde passa o fim de semana na companhia de sua esposa, Michelle, e de suas duas filhas, e prevê aterrissar em Los Cabos na noite de domingo, segundo antecipou a Casa Branca.

À margem das sessões de trabalho da cúpula, que será realizada na segunda e na terça-feira e inevitavelmente será protagonizada pela crise europeia, Obama terá reuniões bilaterais com os presidentes do México, Felipe Calderón, da Rússia, Vladimir Putin, e da China, Hu Jintao.

Obama também pode somar-se ao encontro previsto entre o presidente do governo espanhol, Mariano Rajoy; a chanceler alemã, Angela Merkel; o líder francês, François Hollande, e o primeiro-ministro da Itália, Mario Monti.

A má situação na Europa está contribuindo para desacelerar a recuperação econômica nos EUA e isto, por sua vez, está afetando a popularidade de Obama, que tentará a reeleição em novembro.

Em Los Cabos, os EUA “esperam escutar os líderes europeus sobre o progresso de seus esforços para estabilizar o sistema bancário e promover o crescimento”, indicou Michael Froman, assessor para Assuntos Econômicos Internacionais de Obama.

O enfoque que veio defendendo o governo de Obama e que voltará a expor nesta reunião é estimular o crescimento e a criação de emprego em curto prazo, em sintonia com o que propõem na Europa líderes como François Hollande.

A cúpula de Los Cabos “não será a última palavra sobre a zona do euro”, advertiu Froman, ao lembrar que os líderes europeus têm uma cúpula importante no final do mês em Bruxelas.

Segundo a subsecretária de Assuntos Internacionais do Tesouro dos EUA, Lael Brainard, o acordo alcançado para a recapitalização do sistema bancário espanhol foi “um passo-chave” e é importante que tanto a Espanha como a Itália, que estão realizando “reformas difíceis”, possam “seguir endividando-se a um preço acessível”.

Não só a Europa tem que seguir trabalhando para enfrentar a crise, mas economias emergentes presentes no G20 como China e Índia, cujo crescimento está ficando mais lento, também “podem tomar medidas adicionais”, destacou Froman.

Da “coordenação de ações para sustentar um crescimento mundial equilibrado” falarão Obama e Hu Jintao em seu encontro bilateral programado para a terça-feira ao término da cúpula, de acordo com o conselheiro adjunto de Segurança Nacional da Casa Branca, Ben Rhodes.

Os dois líderes abordarão também a situação na Coreia do Norte, após seu fracassado lançamento de um foguete de longo alcance em abril, e o programa nuclear iraniano, dois assuntos nos quais Obama procura um maior compromisso e cooperação por parte da China.

No caso da Rússia, Obama espera aproximar posturas para avançar rumo a uma “posição comum” sobre o conflito na Síria. A reunião entre Obama e Putin acontecerá na segunda-feira antes do começo da cúpula e girará em torno do país árabe, partindo do princípio que ambos países têm “substanciais diferenças” sobre como pôr fim à violência.

Os EUA seguem apostando em uma transição política que, segundo Rhodes, implica “necessariamente” na saída do poder do presidente sírio, Bashar al Assad, algo que preocupa a Rússia. Além disso, antes do encontro com Putin, Obama se reunirá com Calderón, anfitrião da cúpula, para revisar os progressos na relação bilateral.

A cúpula de Los Cabos será provavelmente a última reunião internacional de Obama, já totalmente envolvido na campanha pela reeleição.

A cúpula de Los Cabos “não será a última palavra sobre a zona do euro”, advertiu Froman, ao lembrar que os líderes europeus têm uma cúpula importante no final do mês em Bruxelas.O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, viaja neste domingo para Los Cabos, no México, para participar da Cúpula do G20, onde se concentrará em abordar os desafios enfrentados pela eurozona e em tentar aproximar posturas com a China e a Rússia em assuntos de permanente desacordo.

Obama partirá de Chicago, onde passa o fim de semana na companhia de sua esposa, Michelle, e de suas duas filhas, e prevê aterrissar em Los Cabos na noite de domingo, segundo antecipou a Casa Branca.

À margem das sessões de trabalho da cúpula, que será realizada na segunda e na terça-feira e inevitavelmente será protagonizada pela crise europeia, Obama terá reuniões bilaterais com os presidentes do México, Felipe Calderón, da Rússia, Vladimir Putin, e da China, Hu Jintao.

Obama também pode somar-se ao encontro previsto entre o presidente do governo espanhol, Mariano Rajoy; a chanceler alemã, Angela Merkel; o líder francês, François Hollande, e o primeiro-ministro da Itália, Mario Monti.

A má situação na Europa está contribuindo para desacelerar a recuperação econômica nos EUA e isto, por sua vez, está afetando a popularidade de Obama, que tentará a reeleição em novembro.

Em Los Cabos, os EUA “esperam escutar os líderes europeus sobre o progresso de seus esforços para estabilizar o sistema bancário e promover o crescimento”, indicou Michael Froman, assessor para Assuntos Econômicos Internacionais de Obama.

O enfoque que veio defendendo o governo de Obama e que voltará a expor nesta reunião é estimular o crescimento e a criação de emprego em curto prazo, em sintonia com o que propõem na Europa líderes como François Hollande.

A cúpula de Los Cabos “não será a última palavra sobre a zona do euro”, advertiu Froman, ao lembrar que os líderes europeus têm uma cúpula importante no final do mês em Bruxelas.

Segundo a subsecretária de Assuntos Internacionais do Tesouro dos EUA, Lael Brainard, o acordo alcançado para a recapitalização do sistema bancário espanhol foi “um passo-chave” e é importante que tanto a Espanha como a Itália, que estão realizando “reformas difíceis”, possam “seguir endividando-se a um preço acessível”.

Não só a Europa tem que seguir trabalhando para enfrentar a crise, mas economias emergentes presentes no G20 como China e Índia, cujo crescimento está ficando mais lento, também “podem tomar medidas adicionais”, destacou Froman.

Da “coordenação de ações para sustentar um crescimento mundial equilibrado” falarão Obama e Hu Jintao em seu encontro bilateral programado para a terça-feira ao término da cúpula, de acordo com o conselheiro adjunto de Segurança Nacional da Casa Branca, Ben Rhodes.

Os dois líderes abordarão também a situação na Coreia do Norte, após seu fracassado lançamento de um foguete de longo alcance em abril, e o programa nuclear iraniano, dois assuntos nos quais Obama procura um maior compromisso e cooperação por parte da China.

No caso da Rússia, Obama espera aproximar posturas para avançar rumo a uma “posição comum” sobre o conflito na Síria. A reunião entre Obama e Putin acontecerá na segunda-feira antes do começo da cúpula e girará em torno do país árabe, partindo do princípio que ambos países têm “substanciais diferenças” sobre como pôr fim à violência.

Os EUA seguem apostando em uma transição política que, segundo Rhodes, implica “necessariamente” na saída do poder do presidente sírio, Bashar al Assad, algo que preocupa a Rússia. Além disso, antes do encontro com Putin, Obama se reunirá com Calderón, anfitrião da cúpula, para revisar os progressos na relação bilateral.

A cúpula de Los Cabos será provavelmente a última reunião internacional de Obama, já totalmente envolvido na campanha pela reeleição.')’>

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, viaja neste domingo para Los Cabos, no México, para participar da Cúpula do G20, onde se concentrará em abordar os desafios enfrentados pela eurozona e em tentar aproximar posturas com a China e a Rússia em assuntos de permanente desacordo.

Obama partirá de Chicago, onde passa o fim de semana na companhia de sua esposa, Michelle, e de suas duas filhas, e prevê aterrissar em Los Cabos na noite de domingo, segundo antecipou a Casa Branca.

À margem das sessões de trabalho da cúpula, que será realizada na segunda e na terça-feira e inevitavelmente será protagonizada pela crise europeia, Obama terá reuniões bilaterais com os presidentes do México, Felipe Calderón, da Rússia, Vladimir Putin, e da China, Hu Jintao.

Obama também pode somar-se ao encontro previsto entre o presidente do governo espanhol, Mariano Rajoy; a chanceler alemã, Angela Merkel; o líder francês, François Hollande, e o primeiro-ministro da Itália, Mario Monti.

A má situação na Europa está contribuindo para desacelerar a recuperação econômica nos EUA e isto, por sua vez, está afetando a popularidade de Obama, que tentará a reeleição em novembro.

Em Los Cabos, os EUA “esperam escutar os líderes europeus sobre o progresso de seus esforços para estabilizar o sistema bancário e promover o crescimento”, indicou Michael Froman, assessor para Assuntos Econômicos Internacionais de Obama.

O enfoque que veio defendendo o governo de Obama e que voltará a expor nesta reunião é estimular o crescimento e a criação de emprego em curto prazo, em sintonia com o que propõem na Europa líderes como François Hollande.

A cúpula de Los Cabos “não será a última palavra sobre a zona do euro”, advertiu Froman, ao lembrar que os líderes europeus têm uma cúpula importante no final do mês em Bruxelas.

Segundo a subsecretária de Assuntos Internacionais do Tesouro dos EUA, Lael Brainard, o acordo alcançado para a recapitalização do sistema bancário espanhol foi “um passo-chave” e é importante que tanto a Espanha como a Itália, que estão realizando “reformas difíceis”, possam “seguir endividando-se a um preço acessível”.

Não só a Europa tem que seguir trabalhando para enfrentar a crise, mas economias emergentes presentes no G20 como China e Índia, cujo crescimento está ficando mais lento, também “podem tomar medidas adicionais”, destacou Froman.

Da “coordenação de ações para sustentar um crescimento mundial equilibrado” falarão Obama e Hu Jintao em seu encontro bilateral programado para a terça-feira ao término da cúpula, de acordo com o conselheiro adjunto de Segurança Nacional da Casa Branca, Ben Rhodes.

Os dois líderes abordarão também a situação na Coreia do Norte, após seu fracassado lançamento de um foguete de longo alcance em abril, e o programa nuclear iraniano, dois assuntos nos quais Obama procura um maior compromisso e cooperação por parte da China.

No caso da Rússia, Obama espera aproximar posturas para avançar rumo a uma “posição comum” sobre o conflito na Síria. A reunião entre Obama e Putin acontecerá na segunda-feira antes do começo da cúpula e girará em torno do país árabe, partindo do princípio que ambos países têm “substanciais diferenças” sobre como pôr fim à violência.

Os EUA seguem apostando em uma transição política que, segundo Rhodes, implica “necessariamente” na saída do poder do presidente sírio, Bashar al Assad, algo que preocupa a Rússia. Além disso, antes do encontro com Putin, Obama se reunirá com Calderón, anfitrião da cúpula, para revisar os progressos na relação bilateral.

A cúpula de Los Cabos será provavelmente a última reunião internacional de Obama, já totalmente envolvido na campanha pela reeleição.

Não só a Europa tem que seguir trabalhando para enfrentar a crise, mas economias emergentes presentes no G20 como China e Índia, cujo crescimento está ficando mais lento, também “podem tomar medidas adicionais”, destacou Froman.O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, viaja neste domingo para Los Cabos, no México, para participar da Cúpula do G20, onde se concentrará em abordar os desafios enfrentados pela eurozona e em tentar aproximar posturas com a China e a Rússia em assuntos de permanente desacordo.

Obama partirá de Chicago, onde passa o fim de semana na companhia de sua esposa, Michelle, e de suas duas filhas, e prevê aterrissar em Los Cabos na noite de domingo, segundo antecipou a Casa Branca.

À margem das sessões de trabalho da cúpula, que será realizada na segunda e na terça-feira e inevitavelmente será protagonizada pela crise europeia, Obama terá reuniões bilaterais com os presidentes do México, Felipe Calderón, da Rússia, Vladimir Putin, e da China, Hu Jintao.

Obama também pode somar-se ao encontro previsto entre o presidente do governo espanhol, Mariano Rajoy; a chanceler alemã, Angela Merkel; o líder francês, François Hollande, e o primeiro-ministro da Itália, Mario Monti.

A má situação na Europa está contribuindo para desacelerar a recuperação econômica nos EUA e isto, por sua vez, está afetando a popularidade de Obama, que tentará a reeleição em novembro.

Em Los Cabos, os EUA “esperam escutar os líderes europeus sobre o progresso de seus esforços para estabilizar o sistema bancário e promover o crescimento”, indicou Michael Froman, assessor para Assuntos Econômicos Internacionais de Obama.

O enfoque que veio defendendo o governo de Obama e que voltará a expor nesta reunião é estimular o crescimento e a criação de emprego em curto prazo, em sintonia com o que propõem na Europa líderes como François Hollande.

A cúpula de Los Cabos “não será a última palavra sobre a zona do euro”, advertiu Froman, ao lembrar que os líderes europeus têm uma cúpula importante no final do mês em Bruxelas.

Segundo a subsecretária de Assuntos Internacionais do Tesouro dos EUA, Lael Brainard, o acordo alcançado para a recapitalização do sistema bancário espanhol foi “um passo-chave” e é importante que tanto a Espanha como a Itália, que estão realizando “reformas difíceis”, possam “seguir endividando-se a um preço acessível”.

Não só a Europa tem que seguir trabalhando para enfrentar a crise, mas economias emergentes presentes no G20 como China e Índia, cujo crescimento está ficando mais lento, também “podem tomar medidas adicionais”, destacou Froman.

Da “coordenação de ações para sustentar um crescimento mundial equilibrado” falarão Obama e Hu Jintao em seu encontro bilateral programado para a terça-feira ao término da cúpula, de acordo com o conselheiro adjunto de Segurança Nacional da Casa Branca, Ben Rhodes.

Os dois líderes abordarão também a situação na Coreia do Norte, após seu fracassado lançamento de um foguete de longo alcance em abril, e o programa nuclear iraniano, dois assuntos nos quais Obama procura um maior compromisso e cooperação por parte da China.

No caso da Rússia, Obama espera aproximar posturas para avançar rumo a uma “posição comum” sobre o conflito na Síria. A reunião entre Obama e Putin acontecerá na segunda-feira antes do começo da cúpula e girará em torno do país árabe, partindo do princípio que ambos países têm “substanciais diferenças” sobre como pôr fim à violência.

Os EUA seguem apostando em uma transição política que, segundo Rhodes, implica “necessariamente” na saída do poder do presidente sírio, Bashar al Assad, algo que preocupa a Rússia. Além disso, antes do encontro com Putin, Obama se reunirá com Calderón, anfitrião da cúpula, para revisar os progressos na relação bilateral.

A cúpula de Los Cabos será provavelmente a última reunião internacional de Obama, já totalmente envolvido na campanha pela reeleição.')’>

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, viaja neste domingo para Los Cabos, no México, para participar da Cúpula do G20, onde se concentrará em abordar os desafios enfrentados pela eurozona e em tentar aproximar posturas com a China e a Rússia em assuntos de permanente desacordo.

Obama partirá de Chicago, onde passa o fim de semana na companhia de sua esposa, Michelle, e de suas duas filhas, e prevê aterrissar em Los Cabos na noite de domingo, segundo antecipou a Casa Branca.

À margem das sessões de trabalho da cúpula, que será realizada na segunda e na terça-feira e inevitavelmente será protagonizada pela crise europeia, Obama terá reuniões bilaterais com os presidentes do México, Felipe Calderón, da Rússia, Vladimir Putin, e da China, Hu Jintao.

Obama também pode somar-se ao encontro previsto entre o presidente do governo espanhol, Mariano Rajoy; a chanceler alemã, Angela Merkel; o líder francês, François Hollande, e o primeiro-ministro da Itália, Mario Monti.

A má situação na Europa está contribuindo para desacelerar a recuperação econômica nos EUA e isto, por sua vez, está afetando a popularidade de Obama, que tentará a reeleição em novembro.

Em Los Cabos, os EUA “esperam escutar os líderes europeus sobre o progresso de seus esforços para estabilizar o sistema bancário e promover o crescimento”, indicou Michael Froman, assessor para Assuntos Econômicos Internacionais de Obama.

O enfoque que veio defendendo o governo de Obama e que voltará a expor nesta reunião é estimular o crescimento e a criação de emprego em curto prazo, em sintonia com o que propõem na Europa líderes como François Hollande.

A cúpula de Los Cabos “não será a última palavra sobre a zona do euro”, advertiu Froman, ao lembrar que os líderes europeus têm uma cúpula importante no final do mês em Bruxelas.

Segundo a subsecretária de Assuntos Internacionais do Tesouro dos EUA, Lael Brainard, o acordo alcançado para a recapitalização do sistema bancário espanhol foi “um passo-chave” e é importante que tanto a Espanha como a Itália, que estão realizando “reformas difíceis”, possam “seguir endividando-se a um preço acessível”.

Não só a Europa tem que seguir trabalhando para enfrentar a crise, mas economias emergentes presentes no G20 como China e Índia, cujo crescimento está ficando mais lento, também “podem tomar medidas adicionais”, destacou Froman.

Da “coordenação de ações para sustentar um crescimento mundial equilibrado” falarão Obama e Hu Jintao em seu encontro bilateral programado para a terça-feira ao término da cúpula, de acordo com o conselheiro adjunto de Segurança Nacional da Casa Branca, Ben Rhodes.

Os dois líderes abordarão também a situação na Coreia do Norte, após seu fracassado lançamento de um foguete de longo alcance em abril, e o programa nuclear iraniano, dois assuntos nos quais Obama procura um maior compromisso e cooperação por parte da China.

No caso da Rússia, Obama espera aproximar posturas para avançar rumo a uma “posição comum” sobre o conflito na Síria. A reunião entre Obama e Putin acontecerá na segunda-feira antes do começo da cúpula e girará em torno do país árabe, partindo do princípio que ambos países têm “substanciais diferenças” sobre como pôr fim à violência.

Os EUA seguem apostando em uma transição política que, segundo Rhodes, implica “necessariamente” na saída do poder do presidente sírio, Bashar al Assad, algo que preocupa a Rússia. Além disso, antes do encontro com Putin, Obama se reunirá com Calderón, anfitrião da cúpula, para revisar os progressos na relação bilateral.

A cúpula de Los Cabos será provavelmente a última reunião internacional de Obama, já totalmente envolvido na campanha pela reeleição.

Os dois líderes abordarão também a situação na Coreia do Norte, após seu fracassado lançamento de um foguete de longo alcance em abril, e o programa nuclear iraniano, dois assuntos nos quais Obama procura um maior compromisso e cooperação por parte da China.O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, viaja neste domingo para Los Cabos, no México, para participar da Cúpula do G20, onde se concentrará em abordar os desafios enfrentados pela eurozona e em tentar aproximar posturas com a China e a Rússia em assuntos de permanente desacordo.

Obama partirá de Chicago, onde passa o fim de semana na companhia de sua esposa, Michelle, e de suas duas filhas, e prevê aterrissar em Los Cabos na noite de domingo, segundo antecipou a Casa Branca.

À margem das sessões de trabalho da cúpula, que será realizada na segunda e na terça-feira e inevitavelmente será protagonizada pela crise europeia, Obama terá reuniões bilaterais com os presidentes do México, Felipe Calderón, da Rússia, Vladimir Putin, e da China, Hu Jintao.

Obama também pode somar-se ao encontro previsto entre o presidente do governo espanhol, Mariano Rajoy; a chanceler alemã, Angela Merkel; o líder francês, François Hollande, e o primeiro-ministro da Itália, Mario Monti.

A má situação na Europa está contribuindo para desacelerar a recuperação econômica nos EUA e isto, por sua vez, está afetando a popularidade de Obama, que tentará a reeleição em novembro.

Em Los Cabos, os EUA “esperam escutar os líderes europeus sobre o progresso de seus esforços para estabilizar o sistema bancário e promover o crescimento”, indicou Michael Froman, assessor para Assuntos Econômicos Internacionais de Obama.

O enfoque que veio defendendo o governo de Obama e que voltará a expor nesta reunião é estimular o crescimento e a criação de emprego em curto prazo, em sintonia com o que propõem na Europa líderes como François Hollande.

A cúpula de Los Cabos “não será a última palavra sobre a zona do euro”, advertiu Froman, ao lembrar que os líderes europeus têm uma cúpula importante no final do mês em Bruxelas.

Segundo a subsecretária de Assuntos Internacionais do Tesouro dos EUA, Lael Brainard, o acordo alcançado para a recapitalização do sistema bancário espanhol foi “um passo-chave” e é importante que tanto a Espanha como a Itália, que estão realizando “reformas difíceis”, possam “seguir endividando-se a um preço acessível”.

Não só a Europa tem que seguir trabalhando para enfrentar a crise, mas economias emergentes presentes no G20 como China e Índia, cujo crescimento está ficando mais lento, também “podem tomar medidas adicionais”, destacou Froman.

Da “coordenação de ações para sustentar um crescimento mundial equilibrado” falarão Obama e Hu Jintao em seu encontro bilateral programado para a terça-feira ao término da cúpula, de acordo com o conselheiro adjunto de Segurança Nacional da Casa Branca, Ben Rhodes.

Os dois líderes abordarão também a situação na Coreia do Norte, após seu fracassado lançamento de um foguete de longo alcance em abril, e o programa nuclear iraniano, dois assuntos nos quais Obama procura um maior compromisso e cooperação por parte da China.

No caso da Rússia, Obama espera aproximar posturas para avançar rumo a uma “posição comum” sobre o conflito na Síria. A reunião entre Obama e Putin acontecerá na segunda-feira antes do começo da cúpula e girará em torno do país árabe, partindo do princípio que ambos países têm “substanciais diferenças” sobre como pôr fim à violência.

Os EUA seguem apostando em uma transição política que, segundo Rhodes, implica “necessariamente” na saída do poder do presidente sírio, Bashar al Assad, algo que preocupa a Rússia. Além disso, antes do encontro com Putin, Obama se reunirá com Calderón, anfitrião da cúpula, para revisar os progressos na relação bilateral.

A cúpula de Los Cabos será provavelmente a última reunião internacional de Obama, já totalmente envolvido na campanha pela reeleição.')’>

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, viaja neste domingo para Los Cabos, no México, para participar da Cúpula do G20, onde se concentrará em abordar os desafios enfrentados pela eurozona e em tentar aproximar posturas com a China e a Rússia em assuntos de permanente desacordo.

Obama partirá de Chicago, onde passa o fim de semana na companhia de sua esposa, Michelle, e de suas duas filhas, e prevê aterrissar em Los Cabos na noite de domingo, segundo antecipou a Casa Branca.

À margem das sessões de trabalho da cúpula, que será realizada na segunda e na terça-feira e inevitavelmente será protagonizada pela crise europeia, Obama terá reuniões bilaterais com os presidentes do México, Felipe Calderón, da Rússia, Vladimir Putin, e da China, Hu Jintao.

Obama também pode somar-se ao encontro previsto entre o presidente do governo espanhol, Mariano Rajoy; a chanceler alemã, Angela Merkel; o líder francês, François Hollande, e o primeiro-ministro da Itália, Mario Monti.

A má situação na Europa está contribuindo para desacelerar a recuperação econômica nos EUA e isto, por sua vez, está afetando a popularidade de Obama, que tentará a reeleição em novembro.

Em Los Cabos, os EUA “esperam escutar os líderes europeus sobre o progresso de seus esforços para estabilizar o sistema bancário e promover o crescimento”, indicou Michael Froman, assessor para Assuntos Econômicos Internacionais de Obama.

O enfoque que veio defendendo o governo de Obama e que voltará a expor nesta reunião é estimular o crescimento e a criação de emprego em curto prazo, em sintonia com o que propõem na Europa líderes como François Hollande.

A cúpula de Los Cabos “não será a última palavra sobre a zona do euro”, advertiu Froman, ao lembrar que os líderes europeus têm uma cúpula importante no final do mês em Bruxelas.

Segundo a subsecretária de Assuntos Internacionais do Tesouro dos EUA, Lael Brainard, o acordo alcançado para a recapitalização do sistema bancário espanhol foi “um passo-chave” e é importante que tanto a Espanha como a Itália, que estão realizando “reformas difíceis”, possam “seguir endividando-se a um preço acessível”.

Não só a Europa tem que seguir trabalhando para enfrentar a crise, mas economias emergentes presentes no G20 como China e Índia, cujo crescimento está ficando mais lento, também “podem tomar medidas adicionais”, destacou Froman.

Da “coordenação de ações para sustentar um crescimento mundial equilibrado” falarão Obama e Hu Jintao em seu encontro bilateral programado para a terça-feira ao término da cúpula, de acordo com o conselheiro adjunto de Segurança Nacional da Casa Branca, Ben Rhodes.

Os dois líderes abordarão também a situação na Coreia do Norte, após seu fracassado lançamento de um foguete de longo alcance em abril, e o programa nuclear iraniano, dois assuntos nos quais Obama procura um maior compromisso e cooperação por parte da China.

No caso da Rússia, Obama espera aproximar posturas para avançar rumo a uma “posição comum” sobre o conflito na Síria. A reunião entre Obama e Putin acontecerá na segunda-feira antes do começo da cúpula e girará em torno do país árabe, partindo do princípio que ambos países têm “substanciais diferenças” sobre como pôr fim à violência.

Os EUA seguem apostando em uma transição política que, segundo Rhodes, implica “necessariamente” na saída do poder do presidente sírio, Bashar al Assad, algo que preocupa a Rússia. Além disso, antes do encontro com Putin, Obama se reunirá com Calderón, anfitrião da cúpula, para revisar os progressos na relação bilateral.

A cúpula de Los Cabos será provavelmente a última reunião internacional de Obama, já totalmente envolvido na campanha pela reeleição.

Os EUA seguem apostando em uma transição política que, segundo Rhodes, implica “necessariamente” na saída do poder do presidente sírio, Bashar al Assad, algo que preocupa a Rússia. Além disso, antes do encontro com Putin, Obama se reunirá com Calderón, anfitrião da cúpula, para revisar os progressos na relação bilateral.O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, viaja neste domingo para Los Cabos, no México, para participar da Cúpula do G20, onde se concentrará em abordar os desafios enfrentados pela eurozona e em tentar aproximar posturas com a China e a Rússia em assuntos de permanente desacordo.

Obama partirá de Chicago, onde passa o fim de semana na companhia de sua esposa, Michelle, e de suas duas filhas, e prevê aterrissar em Los Cabos na noite de domingo, segundo antecipou a Casa Branca.

À margem das sessões de trabalho da cúpula, que será realizada na segunda e na terça-feira e inevitavelmente será protagonizada pela crise europeia, Obama terá reuniões bilaterais com os presidentes do México, Felipe Calderón, da Rússia, Vladimir Putin, e da China, Hu Jintao.

Obama também pode somar-se ao encontro previsto entre o presidente do governo espanhol, Mariano Rajoy; a chanceler alemã, Angela Merkel; o líder francês, François Hollande, e o primeiro-ministro da Itália, Mario Monti.

A má situação na Europa está contribuindo para desacelerar a recuperação econômica nos EUA e isto, por sua vez, está afetando a popularidade de Obama, que tentará a reeleição em novembro.

Em Los Cabos, os EUA “esperam escutar os líderes europeus sobre o progresso de seus esforços para estabilizar o sistema bancário e promover o crescimento”, indicou Michael Froman, assessor para Assuntos Econômicos Internacionais de Obama.

O enfoque que veio defendendo o governo de Obama e que voltará a expor nesta reunião é estimular o crescimento e a criação de emprego em curto prazo, em sintonia com o que propõem na Europa líderes como François Hollande.

A cúpula de Los Cabos “não será a última palavra sobre a zona do euro”, advertiu Froman, ao lembrar que os líderes europeus têm uma cúpula importante no final do mês em Bruxelas.

Segundo a subsecretária de Assuntos Internacionais do Tesouro dos EUA, Lael Brainard, o acordo alcançado para a recapitalização do sistema bancário espanhol foi “um passo-chave” e é importante que tanto a Espanha como a Itália, que estão realizando “reformas difíceis”, possam “seguir endividando-se a um preço acessível”.

Não só a Europa tem que seguir trabalhando para enfrentar a crise, mas economias emergentes presentes no G20 como China e Índia, cujo crescimento está ficando mais lento, também “podem tomar medidas adicionais”, destacou Froman.

Da “coordenação de ações para sustentar um crescimento mundial equilibrado” falarão Obama e Hu Jintao em seu encontro bilateral programado para a terça-feira ao término da cúpula, de acordo com o conselheiro adjunto de Segurança Nacional da Casa Branca, Ben Rhodes.

Os dois líderes abordarão também a situação na Coreia do Norte, após seu fracassado lançamento de um foguete de longo alcance em abril, e o programa nuclear iraniano, dois assuntos nos quais Obama procura um maior compromisso e cooperação por parte da China.

No caso da Rússia, Obama espera aproximar posturas para avançar rumo a uma “posição comum” sobre o conflito na Síria. A reunião entre Obama e Putin acontecerá na segunda-feira antes do começo da cúpula e girará em torno do país árabe, partindo do princípio que ambos países têm “substanciais diferenças” sobre como pôr fim à violência.

Os EUA seguem apostando em uma transição política que, segundo Rhodes, implica “necessariamente” na saída do poder do presidente sírio, Bashar al Assad, algo que preocupa a Rússia. Além disso, antes do encontro com Putin, Obama se reunirá com Calderón, anfitrião da cúpula, para revisar os progressos na relação bilateral.

A cúpula de Los Cabos será provavelmente a última reunião internacional de Obama, já totalmente envolvido na campanha pela reeleição.')’>

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, viaja neste domingo para Los Cabos, no México, para participar da Cúpula do G20, onde se concentrará em abordar os desafios enfrentados pela eurozona e em tentar aproximar posturas com a China e a Rússia em assuntos de permanente desacordo.

Obama partirá de Chicago, onde passa o fim de semana na companhia de sua esposa, Michelle, e de suas duas filhas, e prevê aterrissar em Los Cabos na noite de domingo, segundo antecipou a Casa Branca.

À margem das sessões de trabalho da cúpula, que será realizada na segunda e na terça-feira e inevitavelmente será protagonizada pela crise europeia, Obama terá reuniões bilaterais com os presidentes do México, Felipe Calderón, da Rússia, Vladimir Putin, e da China, Hu Jintao.

Obama também pode somar-se ao encontro previsto entre o presidente do governo espanhol, Mariano Rajoy; a chanceler alemã, Angela Merkel; o líder francês, François Hollande, e o primeiro-ministro da Itália, Mario Monti.

A má situação na Europa está contribuindo para desacelerar a recuperação econômica nos EUA e isto, por sua vez, está afetando a popularidade de Obama, que tentará a reeleição em novembro.

Em Los Cabos, os EUA “esperam escutar os líderes europeus sobre o progresso de seus esforços para estabilizar o sistema bancário e promover o crescimento”, indicou Michael Froman, assessor para Assuntos Econômicos Internacionais de Obama.

O enfoque que veio defendendo o governo de Obama e que voltará a expor nesta reunião é estimular o crescimento e a criação de emprego em curto prazo, em sintonia com o que propõem na Europa líderes como François Hollande.

A cúpula de Los Cabos “não será a última palavra sobre a zona do euro”, advertiu Froman, ao lembrar que os líderes europeus têm uma cúpula importante no final do mês em Bruxelas.

Segundo a subsecretária de Assuntos Internacionais do Tesouro dos EUA, Lael Brainard, o acordo alcançado para a recapitalização do sistema bancário espanhol foi “um passo-chave” e é importante que tanto a Espanha como a Itália, que estão realizando “reformas difíceis”, possam “seguir endividando-se a um preço acessível”.

Não só a Europa tem que seguir trabalhando para enfrentar a crise, mas economias emergentes presentes no G20 como China e Índia, cujo crescimento está ficando mais lento, também “podem tomar medidas adicionais”, destacou Froman.

Da “coordenação de ações para sustentar um crescimento mundial equilibrado” falarão Obama e Hu Jintao em seu encontro bilateral programado para a terça-feira ao término da cúpula, de acordo com o conselheiro adjunto de Segurança Nacional da Casa Branca, Ben Rhodes.

Os dois líderes abordarão também a situação na Coreia do Norte, após seu fracassado lançamento de um foguete de longo alcance em abril, e o programa nuclear iraniano, dois assuntos nos quais Obama procura um maior compromisso e cooperação por parte da China.

No caso da Rússia, Obama espera aproximar posturas para avançar rumo a uma “posição comum” sobre o conflito na Síria. A reunião entre Obama e Putin acontecerá na segunda-feira antes do começo da cúpula e girará em torno do país árabe, partindo do princípio que ambos países têm “substanciais diferenças” sobre como pôr fim à violência.

Os EUA seguem apostando em uma transição política que, segundo Rhodes, implica “necessariamente” na saída do poder do presidente sírio, Bashar al Assad, algo que preocupa a Rússia. Além disso, antes do encontro com Putin, Obama se reunirá com Calderón, anfitrião da cúpula, para revisar os progressos na relação bilateral.

A cúpula de Los Cabos será provavelmente a última reunião internacional de Obama, já totalmente envolvido na campanha pela reeleição.

Jornal Midiamax