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Negociadores têm dificuldade para fechar o texto-base da Rio+20

O Comitê Preparatório da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20) ainda iria fazer uma reunião na noite desta sexta-feira (15) para tentar um consenso sobre o texto base da conferência. O coordenador das negociações, o diretor da Organização das Nações Unidas Nikhil Seth, estava cético quanto a um acordo a respeito dos 72% […]

Arquivo Publicado em 17/06/2012, às 01h19

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O Comitê Preparatório da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20) ainda iria fazer uma reunião na noite desta sexta-feira (15) para tentar um consenso sobre o texto base da conferência. O coordenador das negociações, o diretor da Organização das Nações Unidas Nikhil Seth, estava cético quanto a um acordo a respeito dos 72% do texto sobre os quais não há acerto. A partir deste sábado (16), a presidência das negociações, que até esta sexta-feira era da Coreia do Sul e de Barbados, passa para o Brasil. O texto tem que ser aprovado até o final da Conferência, na próxima sexta-feira (22).

Para o presidente da Comissão do Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA), senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) – que está no Rio de Janeiro participando da Rio+20 e da Cúpula Mundial dos Legisladores – o documento final pode avançar ainda um pouco mais. Ele previu, no entanto, uma grande dificuldade para se chegar a um acordo sobre os meios de financiamento para uma economia sustentável, assim como para a transferência de tecnologia para a produção de energia limpa e para a capacitação para o enfrentamento dos problemas ambientais e para o combate à pobreza.

– Os países que são os potenciais doadores, que historicamente estão numa condição econômica melhor, passam atualmente por uma grave crise financeira. Sem dúvida isso vai dificultar as negociações e tende a fazer com que o documento final seja mais modesto do que gostaríamos que fosse – afirmou.

Para o senador, será difícil definir numericamente, neste momento, as metas de desenvolvimento sustentável. Mas acrescentou que a meta deve ser perseguida, principalmente aquelas que tratam da utilização de energia renovável, da redução da água na agricultura e do fim dos subsídios dados pelos países ricos à agricultura.

Já o presidente da Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT), senador Eduardo Braga (PMDB-AM), afirmou que as negociações da Rio+20 estão sendo feitas em “um momento econômico extremamente delicado”, referindo-se à crise que afeta as economias dos países desenvolvidos.

– Não teremos acordo sobre o clima se não houver espaço na economia para que se possa investir no clima. Espero que o governo brasileiro, com sua liderança, com o protagonismo que possui em várias áreas da sustentabilidade, e por ser o país que possui a maior floresta em pé do planeta, possa exercer o protagonismo e a liderança necessária, com a habilidade que é característica dos brasileiros, para que nós possamos superar os impasses e os entraves – desejou o parlamentar, que também participa da Conferência e da Cúpula.

O senador João Capiberibe (PSB-AP), outro a participar dos eventos no Rio de Janeiro, em uma visão mais crítica com relação à negociação do texto da Rio+20. Para ele, a proposta dos países ricos quer “perpetuar o colonialismo ecológico”.

– Eles são detentores de patentes de tecnologias que previnem ou que mitigam os impactos ambientais e, se estabelecerem algumas regras, vão cercear e até fechar mais seus mercados para os países pobres. A economia verde nos parece algo para criar barreiras, criar regras novas para impedir o acesso aos mercados dos países ricos – afirmou, lembrando que o Brasil, por exemplo, sempre foi um “exportador de natureza”, hoje chamadas commodities, cuja exploração tem “um custo ambiental muito grande”.

O medo de que a expressão “economia verde” seja um novo nome para o protecionismo comercial também já foi manifestado anteriormente pelo senador Fernando Collor (PTB-AL), presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE). Em entrevista nesta sexta-feira, na abertura da Cúpula dos Legisladores, o ex-presidente da República lembrou que, dos 270 artigos do texto, há consenso em torno de 70 deles. Dos 200 restantes, há possibilidade de um entendimento mais fácil em torno de 100 deles, enquanto a outra metade gera muita discussão.

– A gente sabe que as decisões são sempre tomadas na undécima hora, como aconteceu em Durban, graças à delegação brasileira, quando nós, eu digo o planeta, conseguiu que não fosse sepultado de vez o protocolo de Kyoto, o que foi uma grande vitória – afirmou o senador.

Homenagem

Fernando Collor foi homenageado nesta sexta-feira pelos 20 anos da Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, a Eco 92, que coordenou na condição de presidente da República. Foram homenageadas também outras autoridades de destaque naquela conferência, entre eles o secretário-geral, o canadense Maurice Strong. Na Eco 92 foram estabelecidos, entre outros documentos importantes, as Convenções do Clima e da Biodiversidade e a Agenda 21.

O senador afirmou que se sentia agradecido com a homenagem e lembrou que a Eco 92 foi “um divisor de águas” para o planeta.')’>>O Comitê Preparatório da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20) ainda iria fazer uma reunião na noite desta sexta-feira (15) para tentar um consenso sobre o texto base da conferência. O coordenador das negociações, o diretor da Organização das Nações Unidas Nikhil Seth, estava cético quanto a um acordo a respeito dos 72% do texto sobre os quais não há acerto. A partir deste sábado (16), a presidência das negociações, que até esta sexta-feira era da Coreia do Sul e de Barbados, passa para o Brasil. O texto tem que ser aprovado até o final da Conferência, na próxima sexta-feira (22).

Para o presidente da Comissão do Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA), senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) – que está no Rio de Janeiro participando da Rio+20 e da Cúpula Mundial dos Legisladores – o documento final pode avançar ainda um pouco mais. Ele previu, no entanto, uma grande dificuldade para se chegar a um acordo sobre os meios de financiamento para uma economia sustentável, assim como para a transferência de tecnologia para a produção de energia limpa e para a capacitação para o enfrentamento dos problemas ambientais e para o combate à pobreza.

– Os países que são os potenciais doadores, que historicamente estão numa condição econômica melhor, passam atualmente por uma grave crise financeira. Sem dúvida isso vai dificultar as negociações e tende a fazer com que o documento final seja mais modesto do que gostaríamos que fosse – afirmou.

Para o senador, será difícil definir numericamente, neste momento, as metas de desenvolvimento sustentável. Mas acrescentou que a meta deve ser perseguida, principalmente aquelas que tratam da utilização de energia renovável, da redução da água na agricultura e do fim dos subsídios dados pelos países ricos à agricultura.

Já o presidente da Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT), senador Eduardo Braga (PMDB-AM), afirmou que as negociações da Rio+20 estão sendo feitas em “um momento econômico extremamente delicado”, referindo-se à crise que afeta as economias dos países desenvolvidos.

– Não teremos acordo sobre o clima se não houver espaço na economia para que se possa investir no clima. Espero que o governo brasileiro, com sua liderança, com o protagonismo que possui em várias áreas da sustentabilidade, e por ser o país que possui a maior floresta em pé do planeta, possa exercer o protagonismo e a liderança necessária, com a habilidade que é característica dos brasileiros, para que nós possamos superar os impasses e os entraves – desejou o parlamentar, que também participa da Conferência e da Cúpula.

O senador João Capiberibe (PSB-AP), outro a participar dos eventos no Rio de Janeiro, em uma visão mais crítica com relação à negociação do texto da Rio+20. Para ele, a proposta dos países ricos quer “perpetuar o colonialismo ecológico”.

– Eles são detentores de patentes de tecnologias que previnem ou que mitigam os impactos ambientais e, se estabelecerem algumas regras, vão cercear e até fechar mais seus mercados para os países pobres. A economia verde nos parece algo para criar barreiras, criar regras novas para impedir o acesso aos mercados dos países ricos – afirmou, lembrando que o Brasil, por exemplo, sempre foi um “exportador de natureza”, hoje chamadas commodities, cuja exploração tem “um custo ambiental muito grande”.

O medo de que a expressão “economia verde” seja um novo nome para o protecionismo comercial também já foi manifestado anteriormente pelo senador Fernando Collor (PTB-AL), presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE). Em entrevista nesta sexta-feira, na abertura da Cúpula dos Legisladores, o ex-presidente da República lembrou que, dos 270 artigos do texto, há consenso em torno de 70 deles. Dos 200 restantes, há possibilidade de um entendimento mais fácil em torno de 100 deles, enquanto a outra metade gera muita discussão.

– A gente sabe que as decisões são sempre tomadas na undécima hora, como aconteceu em Durban, graças à delegação brasileira, quando nós, eu digo o planeta, conseguiu que não fosse sepultado de vez o protocolo de Kyoto, o que foi uma grande vitória – afirmou o senador.

Homenagem

Fernando Collor foi homenageado nesta sexta-feira pelos 20 anos da Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, a Eco 92, que coordenou na condição de presidente da República. Foram homenageadas também outras autoridades de destaque naquela conferência, entre eles o secretário-geral, o canadense Maurice Strong. Na Eco 92 foram estabelecidos, entre outros documentos importantes, as Convenções do Clima e da Biodiversidade e a Agenda 21.

O senador afirmou que se sentia agradecido com a homenagem e lembrou que a Eco 92 foi “um divisor de águas” para o planeta.

>Para o presidente da Comissão do Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA), senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) – que está no Rio de Janeiro participando da Rio+20 e da Cúpula Mundial dos Legisladores – o documento final pode avançar ainda um pouco mais. Ele previu, no entanto, uma grande dificuldade para se chegar a um acordo sobre os meios de financiamento para uma economia sustentável, assim como para a transferência de tecnologia para a produção de energia limpa e para a capacitação para o enfrentamento dos problemas ambientais e para o combate à pobreza.
O Comitê Preparatório da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20) ainda iria fazer uma reunião na noite desta sexta-feira (15) para tentar um consenso sobre o texto base da conferência. O coordenador das negociações, o diretor da Organização das Nações Unidas Nikhil Seth, estava cético quanto a um acordo a respeito dos 72% do texto sobre os quais não há acerto. A partir deste sábado (16), a presidência das negociações, que até esta sexta-feira era da Coreia do Sul e de Barbados, passa para o Brasil. O texto tem que ser aprovado até o final da Conferência, na próxima sexta-feira (22).

Para o presidente da Comissão do Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA), senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) – que está no Rio de Janeiro participando da Rio+20 e da Cúpula Mundial dos Legisladores – o documento final pode avançar ainda um pouco mais. Ele previu, no entanto, uma grande dificuldade para se chegar a um acordo sobre os meios de financiamento para uma economia sustentável, assim como para a transferência de tecnologia para a produção de energia limpa e para a capacitação para o enfrentamento dos problemas ambientais e para o combate à pobreza.

– Os países que são os potenciais doadores, que historicamente estão numa condição econômica melhor, passam atualmente por uma grave crise financeira. Sem dúvida isso vai dificultar as negociações e tende a fazer com que o documento final seja mais modesto do que gostaríamos que fosse – afirmou.

Para o senador, será difícil definir numericamente, neste momento, as metas de desenvolvimento sustentável. Mas acrescentou que a meta deve ser perseguida, principalmente aquelas que tratam da utilização de energia renovável, da redução da água na agricultura e do fim dos subsídios dados pelos países ricos à agricultura.

Já o presidente da Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT), senador Eduardo Braga (PMDB-AM), afirmou que as negociações da Rio+20 estão sendo feitas em “um momento econômico extremamente delicado”, referindo-se à crise que afeta as economias dos países desenvolvidos.

– Não teremos acordo sobre o clima se não houver espaço na economia para que se possa investir no clima. Espero que o governo brasileiro, com sua liderança, com o protagonismo que possui em várias áreas da sustentabilidade, e por ser o país que possui a maior floresta em pé do planeta, possa exercer o protagonismo e a liderança necessária, com a habilidade que é característica dos brasileiros, para que nós possamos superar os impasses e os entraves – desejou o parlamentar, que também participa da Conferência e da Cúpula.

O senador João Capiberibe (PSB-AP), outro a participar dos eventos no Rio de Janeiro, em uma visão mais crítica com relação à negociação do texto da Rio+20. Para ele, a proposta dos países ricos quer “perpetuar o colonialismo ecológico”.

– Eles são detentores de patentes de tecnologias que previnem ou que mitigam os impactos ambientais e, se estabelecerem algumas regras, vão cercear e até fechar mais seus mercados para os países pobres. A economia verde nos parece algo para criar barreiras, criar regras novas para impedir o acesso aos mercados dos países ricos – afirmou, lembrando que o Brasil, por exemplo, sempre foi um “exportador de natureza”, hoje chamadas commodities, cuja exploração tem “um custo ambiental muito grande”.

O medo de que a expressão “economia verde” seja um novo nome para o protecionismo comercial também já foi manifestado anteriormente pelo senador Fernando Collor (PTB-AL), presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE). Em entrevista nesta sexta-feira, na abertura da Cúpula dos Legisladores, o ex-presidente da República lembrou que, dos 270 artigos do texto, há consenso em torno de 70 deles. Dos 200 restantes, há possibilidade de um entendimento mais fácil em torno de 100 deles, enquanto a outra metade gera muita discussão.

– A gente sabe que as decisões são sempre tomadas na undécima hora, como aconteceu em Durban, graças à delegação brasileira, quando nós, eu digo o planeta, conseguiu que não fosse sepultado de vez o protocolo de Kyoto, o que foi uma grande vitória – afirmou o senador.

Homenagem

Fernando Collor foi homenageado nesta sexta-feira pelos 20 anos da Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, a Eco 92, que coordenou na condição de presidente da República. Foram homenageadas também outras autoridades de destaque naquela conferência, entre eles o secretário-geral, o canadense Maurice Strong. Na Eco 92 foram estabelecidos, entre outros documentos importantes, as Convenções do Clima e da Biodiversidade e a Agenda 21.

O senador afirmou que se sentia agradecido com a homenagem e lembrou que a Eco 92 foi “um divisor de águas” para o planeta.')’>>O Comitê Preparatório da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20) ainda iria fazer uma reunião na noite desta sexta-feira (15) para tentar um consenso sobre o texto base da conferência. O coordenador das negociações, o diretor da Organização das Nações Unidas Nikhil Seth, estava cético quanto a um acordo a respeito dos 72% do texto sobre os quais não há acerto. A partir deste sábado (16), a presidência das negociações, que até esta sexta-feira era da Coreia do Sul e de Barbados, passa para o Brasil. O texto tem que ser aprovado até o final da Conferência, na próxima sexta-feira (22).

Para o presidente da Comissão do Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA), senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) – que está no Rio de Janeiro participando da Rio+20 e da Cúpula Mundial dos Legisladores – o documento final pode avançar ainda um pouco mais. Ele previu, no entanto, uma grande dificuldade para se chegar a um acordo sobre os meios de financiamento para uma economia sustentável, assim como para a transferência de tecnologia para a produção de energia limpa e para a capacitação para o enfrentamento dos problemas ambientais e para o combate à pobreza.

– Os países que são os potenciais doadores, que historicamente estão numa condição econômica melhor, passam atualmente por uma grave crise financeira. Sem dúvida isso vai dificultar as negociações e tende a fazer com que o documento final seja mais modesto do que gostaríamos que fosse – afirmou.

Para o senador, será difícil definir numericamente, neste momento, as metas de desenvolvimento sustentável. Mas acrescentou que a meta deve ser perseguida, principalmente aquelas que tratam da utilização de energia renovável, da redução da água na agricultura e do fim dos subsídios dados pelos países ricos à agricultura.

Já o presidente da Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT), senador Eduardo Braga (PMDB-AM), afirmou que as negociações da Rio+20 estão sendo feitas em “um momento econômico extremamente delicado”, referindo-se à crise que afeta as economias dos países desenvolvidos.

– Não teremos acordo sobre o clima se não houver espaço na economia para que se possa investir no clima. Espero que o governo brasileiro, com sua liderança, com o protagonismo que possui em várias áreas da sustentabilidade, e por ser o país que possui a maior floresta em pé do planeta, possa exercer o protagonismo e a liderança necessária, com a habilidade que é característica dos brasileiros, para que nós possamos superar os impasses e os entraves – desejou o parlamentar, que também participa da Conferência e da Cúpula.

O senador João Capiberibe (PSB-AP), outro a participar dos eventos no Rio de Janeiro, em uma visão mais crítica com relação à negociação do texto da Rio+20. Para ele, a proposta dos países ricos quer “perpetuar o colonialismo ecológico”.

– Eles são detentores de patentes de tecnologias que previnem ou que mitigam os impactos ambientais e, se estabelecerem algumas regras, vão cercear e até fechar mais seus mercados para os países pobres. A economia verde nos parece algo para criar barreiras, criar regras novas para impedir o acesso aos mercados dos países ricos – afirmou, lembrando que o Brasil, por exemplo, sempre foi um “exportador de natureza”, hoje chamadas commodities, cuja exploração tem “um custo ambiental muito grande”.

O medo de que a expressão “economia verde” seja um novo nome para o protecionismo comercial também já foi manifestado anteriormente pelo senador Fernando Collor (PTB-AL), presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE). Em entrevista nesta sexta-feira, na abertura da Cúpula dos Legisladores, o ex-presidente da República lembrou que, dos 270 artigos do texto, há consenso em torno de 70 deles. Dos 200 restantes, há possibilidade de um entendimento mais fácil em torno de 100 deles, enquanto a outra metade gera muita discussão.

– A gente sabe que as decisões são sempre tomadas na undécima hora, como aconteceu em Durban, graças à delegação brasileira, quando nós, eu digo o planeta, conseguiu que não fosse sepultado de vez o protocolo de Kyoto, o que foi uma grande vitória – afirmou o senador.

Homenagem

Fernando Collor foi homenageado nesta sexta-feira pelos 20 anos da Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, a Eco 92, que coordenou na condição de presidente da República. Foram homenageadas também outras autoridades de destaque naquela conferência, entre eles o secretário-geral, o canadense Maurice Strong. Na Eco 92 foram estabelecidos, entre outros documentos importantes, as Convenções do Clima e da Biodiversidade e a Agenda 21.

O senador afirmou que se sentia agradecido com a homenagem e lembrou que a Eco 92 foi “um divisor de águas” para o planeta.

>Para o senador, será difícil definir numericamente, neste momento, as metas de desenvolvimento sustentável. Mas acrescentou que a meta deve ser perseguida, principalmente aquelas que tratam da utilização de energia renovável, da redução da água na agricultura e do fim dos subsídios dados pelos países ricos à agricultura.
O Comitê Preparatório da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20) ainda iria fazer uma reunião na noite desta sexta-feira (15) para tentar um consenso sobre o texto base da conferência. O coordenador das negociações, o diretor da Organização das Nações Unidas Nikhil Seth, estava cético quanto a um acordo a respeito dos 72% do texto sobre os quais não há acerto. A partir deste sábado (16), a presidência das negociações, que até esta sexta-feira era da Coreia do Sul e de Barbados, passa para o Brasil. O texto tem que ser aprovado até o final da Conferência, na próxima sexta-feira (22).

Para o presidente da Comissão do Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA), senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) – que está no Rio de Janeiro participando da Rio+20 e da Cúpula Mundial dos Legisladores – o documento final pode avançar ainda um pouco mais. Ele previu, no entanto, uma grande dificuldade para se chegar a um acordo sobre os meios de financiamento para uma economia sustentável, assim como para a transferência de tecnologia para a produção de energia limpa e para a capacitação para o enfrentamento dos problemas ambientais e para o combate à pobreza.

– Os países que são os potenciais doadores, que historicamente estão numa condição econômica melhor, passam atualmente por uma grave crise financeira. Sem dúvida isso vai dificultar as negociações e tende a fazer com que o documento final seja mais modesto do que gostaríamos que fosse – afirmou.

Para o senador, será difícil definir numericamente, neste momento, as metas de desenvolvimento sustentável. Mas acrescentou que a meta deve ser perseguida, principalmente aquelas que tratam da utilização de energia renovável, da redução da água na agricultura e do fim dos subsídios dados pelos países ricos à agricultura.

Já o presidente da Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT), senador Eduardo Braga (PMDB-AM), afirmou que as negociações da Rio+20 estão sendo feitas em “um momento econômico extremamente delicado”, referindo-se à crise que afeta as economias dos países desenvolvidos.

– Não teremos acordo sobre o clima se não houver espaço na economia para que se possa investir no clima. Espero que o governo brasileiro, com sua liderança, com o protagonismo que possui em várias áreas da sustentabilidade, e por ser o país que possui a maior floresta em pé do planeta, possa exercer o protagonismo e a liderança necessária, com a habilidade que é característica dos brasileiros, para que nós possamos superar os impasses e os entraves – desejou o parlamentar, que também participa da Conferência e da Cúpula.

O senador João Capiberibe (PSB-AP), outro a participar dos eventos no Rio de Janeiro, em uma visão mais crítica com relação à negociação do texto da Rio+20. Para ele, a proposta dos países ricos quer “perpetuar o colonialismo ecológico”.

– Eles são detentores de patentes de tecnologias que previnem ou que mitigam os impactos ambientais e, se estabelecerem algumas regras, vão cercear e até fechar mais seus mercados para os países pobres. A economia verde nos parece algo para criar barreiras, criar regras novas para impedir o acesso aos mercados dos países ricos – afirmou, lembrando que o Brasil, por exemplo, sempre foi um “exportador de natureza”, hoje chamadas commodities, cuja exploração tem “um custo ambiental muito grande”.

O medo de que a expressão “economia verde” seja um novo nome para o protecionismo comercial também já foi manifestado anteriormente pelo senador Fernando Collor (PTB-AL), presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE). Em entrevista nesta sexta-feira, na abertura da Cúpula dos Legisladores, o ex-presidente da República lembrou que, dos 270 artigos do texto, há consenso em torno de 70 deles. Dos 200 restantes, há possibilidade de um entendimento mais fácil em torno de 100 deles, enquanto a outra metade gera muita discussão.

– A gente sabe que as decisões são sempre tomadas na undécima hora, como aconteceu em Durban, graças à delegação brasileira, quando nós, eu digo o planeta, conseguiu que não fosse sepultado de vez o protocolo de Kyoto, o que foi uma grande vitória – afirmou o senador.

Homenagem

Fernando Collor foi homenageado nesta sexta-feira pelos 20 anos da Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, a Eco 92, que coordenou na condição de presidente da República. Foram homenageadas também outras autoridades de destaque naquela conferência, entre eles o secretário-geral, o canadense Maurice Strong. Na Eco 92 foram estabelecidos, entre outros documentos importantes, as Convenções do Clima e da Biodiversidade e a Agenda 21.

O senador afirmou que se sentia agradecido com a homenagem e lembrou que a Eco 92 foi “um divisor de águas” para o planeta.')’>>O Comitê Preparatório da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20) ainda iria fazer uma reunião na noite desta sexta-feira (15) para tentar um consenso sobre o texto base da conferência. O coordenador das negociações, o diretor da Organização das Nações Unidas Nikhil Seth, estava cético quanto a um acordo a respeito dos 72% do texto sobre os quais não há acerto. A partir deste sábado (16), a presidência das negociações, que até esta sexta-feira era da Coreia do Sul e de Barbados, passa para o Brasil. O texto tem que ser aprovado até o final da Conferência, na próxima sexta-feira (22).

Para o presidente da Comissão do Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA), senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) – que está no Rio de Janeiro participando da Rio+20 e da Cúpula Mundial dos Legisladores – o documento final pode avançar ainda um pouco mais. Ele previu, no entanto, uma grande dificuldade para se chegar a um acordo sobre os meios de financiamento para uma economia sustentável, assim como para a transferência de tecnologia para a produção de energia limpa e para a capacitação para o enfrentamento dos problemas ambientais e para o combate à pobreza.

– Os países que são os potenciais doadores, que historicamente estão numa condição econômica melhor, passam atualmente por uma grave crise financeira. Sem dúvida isso vai dificultar as negociações e tende a fazer com que o documento final seja mais modesto do que gostaríamos que fosse – afirmou.

Para o senador, será difícil definir numericamente, neste momento, as metas de desenvolvimento sustentável. Mas acrescentou que a meta deve ser perseguida, principalmente aquelas que tratam da utilização de energia renovável, da redução da água na agricultura e do fim dos subsídios dados pelos países ricos à agricultura.

Já o presidente da Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT), senador Eduardo Braga (PMDB-AM), afirmou que as negociações da Rio+20 estão sendo feitas em “um momento econômico extremamente delicado”, referindo-se à crise que afeta as economias dos países desenvolvidos.

– Não teremos acordo sobre o clima se não houver espaço na economia para que se possa investir no clima. Espero que o governo brasileiro, com sua liderança, com o protagonismo que possui em várias áreas da sustentabilidade, e por ser o país que possui a maior floresta em pé do planeta, possa exercer o protagonismo e a liderança necessária, com a habilidade que é característica dos brasileiros, para que nós possamos superar os impasses e os entraves – desejou o parlamentar, que também participa da Conferência e da Cúpula.

O senador João Capiberibe (PSB-AP), outro a participar dos eventos no Rio de Janeiro, em uma visão mais crítica com relação à negociação do texto da Rio+20. Para ele, a proposta dos países ricos quer “perpetuar o colonialismo ecológico”.

– Eles são detentores de patentes de tecnologias que previnem ou que mitigam os impactos ambientais e, se estabelecerem algumas regras, vão cercear e até fechar mais seus mercados para os países pobres. A economia verde nos parece algo para criar barreiras, criar regras novas para impedir o acesso aos mercados dos países ricos – afirmou, lembrando que o Brasil, por exemplo, sempre foi um “exportador de natureza”, hoje chamadas commodities, cuja exploração tem “um custo ambiental muito grande”.

O medo de que a expressão “economia verde” seja um novo nome para o protecionismo comercial também já foi manifestado anteriormente pelo senador Fernando Collor (PTB-AL), presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE). Em entrevista nesta sexta-feira, na abertura da Cúpula dos Legisladores, o ex-presidente da República lembrou que, dos 270 artigos do texto, há consenso em torno de 70 deles. Dos 200 restantes, há possibilidade de um entendimento mais fácil em torno de 100 deles, enquanto a outra metade gera muita discussão.

– A gente sabe que as decisões são sempre tomadas na undécima hora, como aconteceu em Durban, graças à delegação brasileira, quando nós, eu digo o planeta, conseguiu que não fosse sepultado de vez o protocolo de Kyoto, o que foi uma grande vitória – afirmou o senador.

Homenagem

Fernando Collor foi homenageado nesta sexta-feira pelos 20 anos da Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, a Eco 92, que coordenou na condição de presidente da República. Foram homenageadas também outras autoridades de destaque naquela conferência, entre eles o secretário-geral, o canadense Maurice Strong. Na Eco 92 foram estabelecidos, entre outros documentos importantes, as Convenções do Clima e da Biodiversidade e a Agenda 21.

O senador afirmou que se sentia agradecido com a homenagem e lembrou que a Eco 92 foi “um divisor de águas” para o planeta.

>- Não teremos acordo sobre o clima se não houver espaço na economia para que se possa investir no clima. Espero que o governo brasileiro, com sua liderança, com o protagonismo que possui em várias áreas da sustentabilidade, e por ser o país que possui a maior floresta em pé do planeta, possa exercer o protagonismo e a liderança necessária, com a habilidade que é característica dos brasileiros, para que nós possamos superar os impasses e os entraves – desejou o parlamentar, que também participa da Conferência e da Cúpula.
O Comitê Preparatório da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20) ainda iria fazer uma reunião na noite desta sexta-feira (15) para tentar um consenso sobre o texto base da conferência. O coordenador das negociações, o diretor da Organização das Nações Unidas Nikhil Seth, estava cético quanto a um acordo a respeito dos 72% do texto sobre os quais não há acerto. A partir deste sábado (16), a presidência das negociações, que até esta sexta-feira era da Coreia do Sul e de Barbados, passa para o Brasil. O texto tem que ser aprovado até o final da Conferência, na próxima sexta-feira (22).

Para o presidente da Comissão do Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA), senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) – que está no Rio de Janeiro participando da Rio+20 e da Cúpula Mundial dos Legisladores – o documento final pode avançar ainda um pouco mais. Ele previu, no entanto, uma grande dificuldade para se chegar a um acordo sobre os meios de financiamento para uma economia sustentável, assim como para a transferência de tecnologia para a produção de energia limpa e para a capacitação para o enfrentamento dos problemas ambientais e para o combate à pobreza.

– Os países que são os potenciais doadores, que historicamente estão numa condição econômica melhor, passam atualmente por uma grave crise financeira. Sem dúvida isso vai dificultar as negociações e tende a fazer com que o documento final seja mais modesto do que gostaríamos que fosse – afirmou.

Para o senador, será difícil definir numericamente, neste momento, as metas de desenvolvimento sustentável. Mas acrescentou que a meta deve ser perseguida, principalmente aquelas que tratam da utilização de energia renovável, da redução da água na agricultura e do fim dos subsídios dados pelos países ricos à agricultura.

Já o presidente da Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT), senador Eduardo Braga (PMDB-AM), afirmou que as negociações da Rio+20 estão sendo feitas em “um momento econômico extremamente delicado”, referindo-se à crise que afeta as economias dos países desenvolvidos.

– Não teremos acordo sobre o clima se não houver espaço na economia para que se possa investir no clima. Espero que o governo brasileiro, com sua liderança, com o protagonismo que possui em várias áreas da sustentabilidade, e por ser o país que possui a maior floresta em pé do planeta, possa exercer o protagonismo e a liderança necessária, com a habilidade que é característica dos brasileiros, para que nós possamos superar os impasses e os entraves – desejou o parlamentar, que também participa da Conferência e da Cúpula.

O senador João Capiberibe (PSB-AP), outro a participar dos eventos no Rio de Janeiro, em uma visão mais crítica com relação à negociação do texto da Rio+20. Para ele, a proposta dos países ricos quer “perpetuar o colonialismo ecológico”.

– Eles são detentores de patentes de tecnologias que previnem ou que mitigam os impactos ambientais e, se estabelecerem algumas regras, vão cercear e até fechar mais seus mercados para os países pobres. A economia verde nos parece algo para criar barreiras, criar regras novas para impedir o acesso aos mercados dos países ricos – afirmou, lembrando que o Brasil, por exemplo, sempre foi um “exportador de natureza”, hoje chamadas commodities, cuja exploração tem “um custo ambiental muito grande”.

O medo de que a expressão “economia verde” seja um novo nome para o protecionismo comercial também já foi manifestado anteriormente pelo senador Fernando Collor (PTB-AL), presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE). Em entrevista nesta sexta-feira, na abertura da Cúpula dos Legisladores, o ex-presidente da República lembrou que, dos 270 artigos do texto, há consenso em torno de 70 deles. Dos 200 restantes, há possibilidade de um entendimento mais fácil em torno de 100 deles, enquanto a outra metade gera muita discussão.

– A gente sabe que as decisões são sempre tomadas na undécima hora, como aconteceu em Durban, graças à delegação brasileira, quando nós, eu digo o planeta, conseguiu que não fosse sepultado de vez o protocolo de Kyoto, o que foi uma grande vitória – afirmou o senador.

Homenagem

Fernando Collor foi homenageado nesta sexta-feira pelos 20 anos da Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, a Eco 92, que coordenou na condição de presidente da República. Foram homenageadas também outras autoridades de destaque naquela conferência, entre eles o secretário-geral, o canadense Maurice Strong. Na Eco 92 foram estabelecidos, entre outros documentos importantes, as Convenções do Clima e da Biodiversidade e a Agenda 21.

O senador afirmou que se sentia agradecido com a homenagem e lembrou que a Eco 92 foi “um divisor de águas” para o planeta.')’>>O Comitê Preparatório da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20) ainda iria fazer uma reunião na noite desta sexta-feira (15) para tentar um consenso sobre o texto base da conferência. O coordenador das negociações, o diretor da Organização das Nações Unidas Nikhil Seth, estava cético quanto a um acordo a respeito dos 72% do texto sobre os quais não há acerto. A partir deste sábado (16), a presidência das negociações, que até esta sexta-feira era da Coreia do Sul e de Barbados, passa para o Brasil. O texto tem que ser aprovado até o final da Conferência, na próxima sexta-feira (22).

Para o presidente da Comissão do Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA), senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) – que está no Rio de Janeiro participando da Rio+20 e da Cúpula Mundial dos Legisladores – o documento final pode avançar ainda um pouco mais. Ele previu, no entanto, uma grande dificuldade para se chegar a um acordo sobre os meios de financiamento para uma economia sustentável, assim como para a transferência de tecnologia para a produção de energia limpa e para a capacitação para o enfrentamento dos problemas ambientais e para o combate à pobreza.

– Os países que são os potenciais doadores, que historicamente estão numa condição econômica melhor, passam atualmente por uma grave crise financeira. Sem dúvida isso vai dificultar as negociações e tende a fazer com que o documento final seja mais modesto do que gostaríamos que fosse – afirmou.

Para o senador, será difícil definir numericamente, neste momento, as metas de desenvolvimento sustentável. Mas acrescentou que a meta deve ser perseguida, principalmente aquelas que tratam da utilização de energia renovável, da redução da água na agricultura e do fim dos subsídios dados pelos países ricos à agricultura.

Já o presidente da Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT), senador Eduardo Braga (PMDB-AM), afirmou que as negociações da Rio+20 estão sendo feitas em “um momento econômico extremamente delicado”, referindo-se à crise que afeta as economias dos países desenvolvidos.

– Não teremos acordo sobre o clima se não houver espaço na economia para que se possa investir no clima. Espero que o governo brasileiro, com sua liderança, com o protagonismo que possui em várias áreas da sustentabilidade, e por ser o país que possui a maior floresta em pé do planeta, possa exercer o protagonismo e a liderança necessária, com a habilidade que é característica dos brasileiros, para que nós possamos superar os impasses e os entraves – desejou o parlamentar, que também participa da Conferência e da Cúpula.

O senador João Capiberibe (PSB-AP), outro a participar dos eventos no Rio de Janeiro, em uma visão mais crítica com relação à negociação do texto da Rio+20. Para ele, a proposta dos países ricos quer “perpetuar o colonialismo ecológico”.

– Eles são detentores de patentes de tecnologias que previnem ou que mitigam os impactos ambientais e, se estabelecerem algumas regras, vão cercear e até fechar mais seus mercados para os países pobres. A economia verde nos parece algo para criar barreiras, criar regras novas para impedir o acesso aos mercados dos países ricos – afirmou, lembrando que o Brasil, por exemplo, sempre foi um “exportador de natureza”, hoje chamadas commodities, cuja exploração tem “um custo ambiental muito grande”.

O medo de que a expressão “economia verde” seja um novo nome para o protecionismo comercial também já foi manifestado anteriormente pelo senador Fernando Collor (PTB-AL), presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE). Em entrevista nesta sexta-feira, na abertura da Cúpula dos Legisladores, o ex-presidente da República lembrou que, dos 270 artigos do texto, há consenso em torno de 70 deles. Dos 200 restantes, há possibilidade de um entendimento mais fácil em torno de 100 deles, enquanto a outra metade gera muita discussão.

– A gente sabe que as decisões são sempre tomadas na undécima hora, como aconteceu em Durban, graças à delegação brasileira, quando nós, eu digo o planeta, conseguiu que não fosse sepultado de vez o protocolo de Kyoto, o que foi uma grande vitória – afirmou o senador.

Homenagem

Fernando Collor foi homenageado nesta sexta-feira pelos 20 anos da Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, a Eco 92, que coordenou na condição de presidente da República. Foram homenageadas também outras autoridades de destaque naquela conferência, entre eles o secretário-geral, o canadense Maurice Strong. Na Eco 92 foram estabelecidos, entre outros documentos importantes, as Convenções do Clima e da Biodiversidade e a Agenda 21.

O senador afirmou que se sentia agradecido com a homenagem e lembrou que a Eco 92 foi “um divisor de águas” para o planeta.

>- Eles são detentores de patentes de tecnologias que previnem ou que mitigam os impactos ambientais e, se estabelecerem algumas regras, vão cercear e até fechar mais seus mercados para os países pobres. A economia verde nos parece algo para criar barreiras, criar regras novas para impedir o acesso aos mercados dos países ricos – afirmou, lembrando que o Brasil, por exemplo, sempre foi um “exportador de natureza”, hoje chamadas commodities, cuja exploração tem “um custo ambiental muito grande”.
O Comitê Preparatório da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20) ainda iria fazer uma reunião na noite desta sexta-feira (15) para tentar um consenso sobre o texto base da conferência. O coordenador das negociações, o diretor da Organização das Nações Unidas Nikhil Seth, estava cético quanto a um acordo a respeito dos 72% do texto sobre os quais não há acerto. A partir deste sábado (16), a presidência das negociações, que até esta sexta-feira era da Coreia do Sul e de Barbados, passa para o Brasil. O texto tem que ser aprovado até o final da Conferência, na próxima sexta-feira (22).

Para o presidente da Comissão do Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA), senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) – que está no Rio de Janeiro participando da Rio+20 e da Cúpula Mundial dos Legisladores – o documento final pode avançar ainda um pouco mais. Ele previu, no entanto, uma grande dificuldade para se chegar a um acordo sobre os meios de financiamento para uma economia sustentável, assim como para a transferência de tecnologia para a produção de energia limpa e para a capacitação para o enfrentamento dos problemas ambientais e para o combate à pobreza.

– Os países que são os potenciais doadores, que historicamente estão numa condição econômica melhor, passam atualmente por uma grave crise financeira. Sem dúvida isso vai dificultar as negociações e tende a fazer com que o documento final seja mais modesto do que gostaríamos que fosse – afirmou.

Para o senador, será difícil definir numericamente, neste momento, as metas de desenvolvimento sustentável. Mas acrescentou que a meta deve ser perseguida, principalmente aquelas que tratam da utilização de energia renovável, da redução da água na agricultura e do fim dos subsídios dados pelos países ricos à agricultura.

Já o presidente da Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT), senador Eduardo Braga (PMDB-AM), afirmou que as negociações da Rio+20 estão sendo feitas em “um momento econômico extremamente delicado”, referindo-se à crise que afeta as economias dos países desenvolvidos.

– Não teremos acordo sobre o clima se não houver espaço na economia para que se possa investir no clima. Espero que o governo brasileiro, com sua liderança, com o protagonismo que possui em várias áreas da sustentabilidade, e por ser o país que possui a maior floresta em pé do planeta, possa exercer o protagonismo e a liderança necessária, com a habilidade que é característica dos brasileiros, para que nós possamos superar os impasses e os entraves – desejou o parlamentar, que também participa da Conferência e da Cúpula.

O senador João Capiberibe (PSB-AP), outro a participar dos eventos no Rio de Janeiro, em uma visão mais crítica com relação à negociação do texto da Rio+20. Para ele, a proposta dos países ricos quer “perpetuar o colonialismo ecológico”.

– Eles são detentores de patentes de tecnologias que previnem ou que mitigam os impactos ambientais e, se estabelecerem algumas regras, vão cercear e até fechar mais seus mercados para os países pobres. A economia verde nos parece algo para criar barreiras, criar regras novas para impedir o acesso aos mercados dos países ricos – afirmou, lembrando que o Brasil, por exemplo, sempre foi um “exportador de natureza”, hoje chamadas commodities, cuja exploração tem “um custo ambiental muito grande”.

O medo de que a expressão “economia verde” seja um novo nome para o protecionismo comercial também já foi manifestado anteriormente pelo senador Fernando Collor (PTB-AL), presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE). Em entrevista nesta sexta-feira, na abertura da Cúpula dos Legisladores, o ex-presidente da República lembrou que, dos 270 artigos do texto, há consenso em torno de 70 deles. Dos 200 restantes, há possibilidade de um entendimento mais fácil em torno de 100 deles, enquanto a outra metade gera muita discussão.

– A gente sabe que as decisões são sempre tomadas na undécima hora, como aconteceu em Durban, graças à delegação brasileira, quando nós, eu digo o planeta, conseguiu que não fosse sepultado de vez o protocolo de Kyoto, o que foi uma grande vitória – afirmou o senador.

Homenagem

Fernando Collor foi homenageado nesta sexta-feira pelos 20 anos da Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, a Eco 92, que coordenou na condição de presidente da República. Foram homenageadas também outras autoridades de destaque naquela conferência, entre eles o secretário-geral, o canadense Maurice Strong. Na Eco 92 foram estabelecidos, entre outros documentos importantes, as Convenções do Clima e da Biodiversidade e a Agenda 21.

O senador afirmou que se sentia agradecido com a homenagem e lembrou que a Eco 92 foi “um divisor de águas” para o planeta.')’>>O Comitê Preparatório da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20) ainda iria fazer uma reunião na noite desta sexta-feira (15) para tentar um consenso sobre o texto base da conferência. O coordenador das negociações, o diretor da Organização das Nações Unidas Nikhil Seth, estava cético quanto a um acordo a respeito dos 72% do texto sobre os quais não há acerto. A partir deste sábado (16), a presidência das negociações, que até esta sexta-feira era da Coreia do Sul e de Barbados, passa para o Brasil. O texto tem que ser aprovado até o final da Conferência, na próxima sexta-feira (22).

Para o presidente da Comissão do Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA), senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) – que está no Rio de Janeiro participando da Rio+20 e da Cúpula Mundial dos Legisladores – o documento final pode avançar ainda um pouco mais. Ele previu, no entanto, uma grande dificuldade para se chegar a um acordo sobre os meios de financiamento para uma economia sustentável, assim como para a transferência de tecnologia para a produção de energia limpa e para a capacitação para o enfrentamento dos problemas ambientais e para o combate à pobreza.

– Os países que são os potenciais doadores, que historicamente estão numa condição econômica melhor, passam atualmente por uma grave crise financeira. Sem dúvida isso vai dificultar as negociações e tende a fazer com que o documento final seja mais modesto do que gostaríamos que fosse – afirmou.

Para o senador, será difícil definir numericamente, neste momento, as metas de desenvolvimento sustentável. Mas acrescentou que a meta deve ser perseguida, principalmente aquelas que tratam da utilização de energia renovável, da redução da água na agricultura e do fim dos subsídios dados pelos países ricos à agricultura.

Já o presidente da Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT), senador Eduardo Braga (PMDB-AM), afirmou que as negociações da Rio+20 estão sendo feitas em “um momento econômico extremamente delicado”, referindo-se à crise que afeta as economias dos países desenvolvidos.

– Não teremos acordo sobre o clima se não houver espaço na economia para que se possa investir no clima. Espero que o governo brasileiro, com sua liderança, com o protagonismo que possui em várias áreas da sustentabilidade, e por ser o país que possui a maior floresta em pé do planeta, possa exercer o protagonismo e a liderança necessária, com a habilidade que é característica dos brasileiros, para que nós possamos superar os impasses e os entraves – desejou o parlamentar, que também participa da Conferência e da Cúpula.

O senador João Capiberibe (PSB-AP), outro a participar dos eventos no Rio de Janeiro, em uma visão mais crítica com relação à negociação do texto da Rio+20. Para ele, a proposta dos países ricos quer “perpetuar o colonialismo ecológico”.

– Eles são detentores de patentes de tecnologias que previnem ou que mitigam os impactos ambientais e, se estabelecerem algumas regras, vão cercear e até fechar mais seus mercados para os países pobres. A economia verde nos parece algo para criar barreiras, criar regras novas para impedir o acesso aos mercados dos países ricos – afirmou, lembrando que o Brasil, por exemplo, sempre foi um “exportador de natureza”, hoje chamadas commodities, cuja exploração tem “um custo ambiental muito grande”.

O medo de que a expressão “economia verde” seja um novo nome para o protecionismo comercial também já foi manifestado anteriormente pelo senador Fernando Collor (PTB-AL), presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE). Em entrevista nesta sexta-feira, na abertura da Cúpula dos Legisladores, o ex-presidente da República lembrou que, dos 270 artigos do texto, há consenso em torno de 70 deles. Dos 200 restantes, há possibilidade de um entendimento mais fácil em torno de 100 deles, enquanto a outra metade gera muita discussão.

– A gente sabe que as decisões são sempre tomadas na undécima hora, como aconteceu em Durban, graças à delegação brasileira, quando nós, eu digo o planeta, conseguiu que não fosse sepultado de vez o protocolo de Kyoto, o que foi uma grande vitória – afirmou o senador.

Homenagem

Fernando Collor foi homenageado nesta sexta-feira pelos 20 anos da Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, a Eco 92, que coordenou na condição de presidente da República. Foram homenageadas também outras autoridades de destaque naquela conferência, entre eles o secretário-geral, o canadense Maurice Strong. Na Eco 92 foram estabelecidos, entre outros documentos importantes, as Convenções do Clima e da Biodiversidade e a Agenda 21.

O senador afirmou que se sentia agradecido com a homenagem e lembrou que a Eco 92 foi “um divisor de águas” para o planeta.

>- A gente sabe que as decisões são sempre tomadas na undécima hora, como aconteceu em Durban, graças à delegação brasileira, quando nós, eu digo o planeta, conseguiu que não fosse sepultado de vez o protocolo de Kyoto, o que foi uma grande vitória – afirmou o senador.
O Comitê Preparatório da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20) ainda iria fazer uma reunião na noite desta sexta-feira (15) para tentar um consenso sobre o texto base da conferência. O coordenador das negociações, o diretor da Organização das Nações Unidas Nikhil Seth, estava cético quanto a um acordo a respeito dos 72% do texto sobre os quais não há acerto. A partir deste sábado (16), a presidência das negociações, que até esta sexta-feira era da Coreia do Sul e de Barbados, passa para o Brasil. O texto tem que ser aprovado até o final da Conferência, na próxima sexta-feira (22).

Para o presidente da Comissão do Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA), senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) – que está no Rio de Janeiro participando da Rio+20 e da Cúpula Mundial dos Legisladores – o documento final pode avançar ainda um pouco mais. Ele previu, no entanto, uma grande dificuldade para se chegar a um acordo sobre os meios de financiamento para uma economia sustentável, assim como para a transferência de tecnologia para a produção de energia limpa e para a capacitação para o enfrentamento dos problemas ambientais e para o combate à pobreza.

– Os países que são os potenciais doadores, que historicamente estão numa condição econômica melhor, passam atualmente por uma grave crise financeira. Sem dúvida isso vai dificultar as negociações e tende a fazer com que o documento final seja mais modesto do que gostaríamos que fosse – afirmou.

Para o senador, será difícil definir numericamente, neste momento, as metas de desenvolvimento sustentável. Mas acrescentou que a meta deve ser perseguida, principalmente aquelas que tratam da utilização de energia renovável, da redução da água na agricultura e do fim dos subsídios dados pelos países ricos à agricultura.

Já o presidente da Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT), senador Eduardo Braga (PMDB-AM), afirmou que as negociações da Rio+20 estão sendo feitas em “um momento econômico extremamente delicado”, referindo-se à crise que afeta as economias dos países desenvolvidos.

– Não teremos acordo sobre o clima se não houver espaço na economia para que se possa investir no clima. Espero que o governo brasileiro, com sua liderança, com o protagonismo que possui em várias áreas da sustentabilidade, e por ser o país que possui a maior floresta em pé do planeta, possa exercer o protagonismo e a liderança necessária, com a habilidade que é característica dos brasileiros, para que nós possamos superar os impasses e os entraves – desejou o parlamentar, que também participa da Conferência e da Cúpula.

O senador João Capiberibe (PSB-AP), outro a participar dos eventos no Rio de Janeiro, em uma visão mais crítica com relação à negociação do texto da Rio+20. Para ele, a proposta dos países ricos quer “perpetuar o colonialismo ecológico”.

– Eles são detentores de patentes de tecnologias que previnem ou que mitigam os impactos ambientais e, se estabelecerem algumas regras, vão cercear e até fechar mais seus mercados para os países pobres. A economia verde nos parece algo para criar barreiras, criar regras novas para impedir o acesso aos mercados dos países ricos – afirmou, lembrando que o Brasil, por exemplo, sempre foi um “exportador de natureza”, hoje chamadas commodities, cuja exploração tem “um custo ambiental muito grande”.

O medo de que a expressão “economia verde” seja um novo nome para o protecionismo comercial também já foi manifestado anteriormente pelo senador Fernando Collor (PTB-AL), presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE). Em entrevista nesta sexta-feira, na abertura da Cúpula dos Legisladores, o ex-presidente da República lembrou que, dos 270 artigos do texto, há consenso em torno de 70 deles. Dos 200 restantes, há possibilidade de um entendimento mais fácil em torno de 100 deles, enquanto a outra metade gera muita discussão.

– A gente sabe que as decisões são sempre tomadas na undécima hora, como aconteceu em Durban, graças à delegação brasileira, quando nós, eu digo o planeta, conseguiu que não fosse sepultado de vez o protocolo de Kyoto, o que foi uma grande vitória – afirmou o senador.

Homenagem

Fernando Collor foi homenageado nesta sexta-feira pelos 20 anos da Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, a Eco 92, que coordenou na condição de presidente da República. Foram homenageadas também outras autoridades de destaque naquela conferência, entre eles o secretário-geral, o canadense Maurice Strong. Na Eco 92 foram estabelecidos, entre outros documentos importantes, as Convenções do Clima e da Biodiversidade e a Agenda 21.

O senador afirmou que se sentia agradecido com a homenagem e lembrou que a Eco 92 foi “um divisor de águas” para o planeta.')’>>O Comitê Preparatório da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20) ainda iria fazer uma reunião na noite desta sexta-feira (15) para tentar um consenso sobre o texto base da conferência. O coordenador das negociações, o diretor da Organização das Nações Unidas Nikhil Seth, estava cético quanto a um acordo a respeito dos 72% do texto sobre os quais não há acerto. A partir deste sábado (16), a presidência das negociações, que até esta sexta-feira era da Coreia do Sul e de Barbados, passa para o Brasil. O texto tem que ser aprovado até o final da Conferência, na próxima sexta-feira (22).

Para o presidente da Comissão do Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA), senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) – que está no Rio de Janeiro participando da Rio+20 e da Cúpula Mundial dos Legisladores – o documento final pode avançar ainda um pouco mais. Ele previu, no entanto, uma grande dificuldade para se chegar a um acordo sobre os meios de financiamento para uma economia sustentável, assim como para a transferência de tecnologia para a produção de energia limpa e para a capacitação para o enfrentamento dos problemas ambientais e para o combate à pobreza.

– Os países que são os potenciais doadores, que historicamente estão numa condição econômica melhor, passam atualmente por uma grave crise financeira. Sem dúvida isso vai dificultar as negociações e tende a fazer com que o documento final seja mais modesto do que gostaríamos que fosse – afirmou.

Para o senador, será difícil definir numericamente, neste momento, as metas de desenvolvimento sustentável. Mas acrescentou que a meta deve ser perseguida, principalmente aquelas que tratam da utilização de energia renovável, da redução da água na agricultura e do fim dos subsídios dados pelos países ricos à agricultura.

Já o presidente da Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT), senador Eduardo Braga (PMDB-AM), afirmou que as negociações da Rio+20 estão sendo feitas em “um momento econômico extremamente delicado”, referindo-se à crise que afeta as economias dos países desenvolvidos.

– Não teremos acordo sobre o clima se não houver espaço na economia para que se possa investir no clima. Espero que o governo brasileiro, com sua liderança, com o protagonismo que possui em várias áreas da sustentabilidade, e por ser o país que possui a maior floresta em pé do planeta, possa exercer o protagonismo e a liderança necessária, com a habilidade que é característica dos brasileiros, para que nós possamos superar os impasses e os entraves – desejou o parlamentar, que também participa da Conferência e da Cúpula.

O senador João Capiberibe (PSB-AP), outro a participar dos eventos no Rio de Janeiro, em uma visão mais crítica com relação à negociação do texto da Rio+20. Para ele, a proposta dos países ricos quer “perpetuar o colonialismo ecológico”.

– Eles são detentores de patentes de tecnologias que previnem ou que mitigam os impactos ambientais e, se estabelecerem algumas regras, vão cercear e até fechar mais seus mercados para os países pobres. A economia verde nos parece algo para criar barreiras, criar regras novas para impedir o acesso aos mercados dos países ricos – afirmou, lembrando que o Brasil, por exemplo, sempre foi um “exportador de natureza”, hoje chamadas commodities, cuja exploração tem “um custo ambiental muito grande”.

O medo de que a expressão “economia verde” seja um novo nome para o protecionismo comercial também já foi manifestado anteriormente pelo senador Fernando Collor (PTB-AL), presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE). Em entrevista nesta sexta-feira, na abertura da Cúpula dos Legisladores, o ex-presidente da República lembrou que, dos 270 artigos do texto, há consenso em torno de 70 deles. Dos 200 restantes, há possibilidade de um entendimento mais fácil em torno de 100 deles, enquanto a outra metade gera muita discussão.

– A gente sabe que as decisões são sempre tomadas na undécima hora, como aconteceu em Durban, graças à delegação brasileira, quando nós, eu digo o planeta, conseguiu que não fosse sepultado de vez o protocolo de Kyoto, o que foi uma grande vitória – afirmou o senador.

Homenagem

Fernando Collor foi homenageado nesta sexta-feira pelos 20 anos da Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, a Eco 92, que coordenou na condição de presidente da República. Foram homenageadas também outras autoridades de destaque naquela conferência, entre eles o secretário-geral, o canadense Maurice Strong. Na Eco 92 foram estabelecidos, entre outros documentos importantes, as Convenções do Clima e da Biodiversidade e a Agenda 21.

O senador afirmou que se sentia agradecido com a homenagem e lembrou que a Eco 92 foi “um divisor de águas” para o planeta.

>Fernando Collor foi homenageado nesta sexta-feira pelos 20 anos da Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, a Eco 92, que coordenou na condição de presidente da República. Foram homenageadas também outras autoridades de destaque naquela conferência, entre eles o secretário-geral, o canadense Maurice Strong. Na Eco 92 foram estabelecidos, entre outros documentos importantes, as Convenções do Clima e da Biodiversidade e a Agenda 21.

Jornal Midiamax