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Motociclista morre ao ser atropelada por caminhão em Campo Grande

O trânsito de Campo Grande registrou mais uma morte nesta terça-feira (30). Erika Luana da Silva, 25 anos, pilotava uma moto Biz, placa HRX 4652, quando colidiu, por  volta das 11h, com um caminhão próximo ao cruzamento das avenidas Mascarenhas de Moraes com a Coronel Antonino, na Vila Margarida, em frente ao Terminal. Com o […]

Arquivo Publicado em 30/10/2012, às 14h35

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O trânsito de Campo Grande registrou mais uma morte nesta terça-feira (30). Erika Luana da Silva, 25 anos, pilotava uma moto Biz, placa HRX 4652, quando colidiu, por  volta das 11h, com um caminhão próximo ao cruzamento das avenidas Mascarenhas de Moraes com a Coronel Antonino, na Vila Margarida, em frente ao Terminal.

Com o impacto, a jovem caiu e foi atropelada pelo veículo, sendo atingida pelo pneu traseiro direito. Ela não resistiu e morreu no local. De acordo com o Major da Polícia Militar, Mario Ângelo Ajala, tudo indica que Erika teria tentado fazer uma ultrapassagem pela direita, quando foi atingida.

O Major também contou que o motorista do caminhão boiadeiro, Joel Garcia de Souza, 41 anos,  pensou que tinha passado num buraco. Ele apenas parou o veículo quando os populares acenaram, poucos metros do local. 

O caminhoneiro não fugiu e aguardou todo procedimento. Ele se submeteu ao exame do bafômetro que comprovou que ele não havia ingerido bebida alcoólica.

O corpo de Erika foi encaminhado para o IML. O trânsito ficou tumultuado no sentido bairro centro, com a presença de curiosos. Parentes foram ao local do acidente e estavam chocados.

Os planos foram interrompidos

A vítima,conhecida artisticamente como Erika Mattioli, era formada em Educação Física pela UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) e Pós-graduada em dança. Ela trabalhava como Fiscal do Conselho Regional de Educação Física, e era atriz e diretora de teatro.

“Eu sou forte, parece que não aconteceu. Tenho que ficar forte, a minha mulher está morrendo em casa, desesperada. Minha filha que me ligou gritando avisando do acidente”, contou o pai da motociclista, Edson da Silva Profeta, 55 anos,  que foi até o local reconhecer o corpo da filha.

Ele também falou que, provavelmente, ela estaria voltando para casa, que fica na bairro Novo Minas Gerais. “Ela estuda 24h por dia, seu objetivo era passar no concurso do TRE (Tribunal Regional Eleitoral). Desde os 18 anos que pilota, nunca sofreu nenhum acidente. Ela sempre pilotava diretinho, nunca imaginei que isso iria acontecer com ela. Mas agora os seus sonhos foram interrompidos tragicamente”, desabafou o pai.

Jornal Midiamax