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Material explosivo é tema de seminário para profissionais da Segurança Pública

Servidores públicos recebem 13º salárioa e comércio aposta nas vendas

Arquivo Publicado em 14/12/2012, às 10h07

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A 13ª edição do Seminário Regional dos Peritos Oficiais de MS que este ano tem como tema “Explosivos e granadas: identificação, análise e detonação” será realizada hoje (14), em Campo Grande.


O encontro é promovido pela APO/MS (Associação dos Peritos Oficiais de Mato Grosso do Sul) e integra as comemorações alusivas ao Dia do Perito, celebrado no dia 4 de dezembro. Este ano, segundo o coordenador-geral de Perícias, Nelson Fermino Júnior, o seminário é destinado exclusivamente para profissionais da segurança pública.


“O objetivo da Associação é levar capacitação sobre a utilização dos explosivos, práticas que vêm sendo registradas com maior frequência nos casos registrados de furtos e roubos”, disse. O seminário será nesta sexta-feira (14), das 8 às 12 horas, no auditório da Escola de Saúde Pública, localizado na avenida Senador Filinto Müller, 1480, Bairro Ipiranga.


Dentre os temas abordados durante o seminário estão: vistorias, análises de identificação e estudos de casos de bombas e explosivos assim como explosivos, acessórios de detonação e granadas policiais. Os palestrantes são peritos criminais do Instituto de Criminalística e do Instituto de Análises Laboratoriais Forenses.


O seminário contará ainda com a participação do perito criminal federal Luiz Spricigo Junior e do delegado titular da Garras (Delegacia Especializada de Roubos a Bancos, Assaltos e Sequestros), Alberto Vieira Rossi; e a perita criminal Camila Pauluzi Justino, da Ialf (Divisão de Química e Toxicologia do Instituto de Análises Laboratoriais Forenses). Ela atua diretamente nas perícias que envolvem explosivos. Segundo a perita, o primeiro passo é saber identificar as peças utilizadas em um sistema de detonação, além de ser fundamental ter conhecimento dos tipos de artefatos existentes.


“Por exemplo, você vê um estopim [peça que fornece a chama para iniciar a espoleta], ou um cordel detonante, eles se assemelham a um fio. A espoleta é uma cápsula de alumínio, é um auto explosivo, é ela que inicia a detonação. Trata-se de um dispositivo extremamente sensível e muito instável. Talvez olhando à primeira vista, o profissional de segurança não perceba sua gravidade e o risco que está exposto frente a estes materiais”, salienta.


Outra preocupação, a maior delas, é com a segurança de todos. “A segurança está acima de tudo. Segurança da população, do profissional que esta manuseando, tanto no local do crime, quanto no laboratório, onde são analisadas as amostras. O policial que manuseia um explosivo, ou fragmentos dele, deve ter todo o cuidado na hora do manuseio. Um descuido pode levar a um desastre, a uma detonação acidental, tendo como consequência uma lesão corporal grave e até a morte”, conclui.


(Com informações da assessoria Sejusp)

Jornal Midiamax