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Livro aborda boato sobre caso de Gianecchini com filho de Marília Gabriela

Batizada de “Giane – Vida, Arte e Luta”, a biografia de Reynaldo Gianecchini tem dado o que falar. No capítulo “Cadê o nosso bebê?”, a publicação aborda o boato de que Giane teria um caso com o filho caçula de Marília Gabriela, com quem foi casado por cerca de oito anos. “Lindo, famoso e mais […]

Arquivo Publicado em 06/12/2012, às 17h35

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Batizada de “Giane – Vida, Arte e Luta”, a biografia de Reynaldo Gianecchini tem dado o que falar. No capítulo “Cadê o nosso bebê?”, a publicação aborda o boato de que Giane teria um caso com o filho caçula de Marília Gabriela, com quem foi casado por cerca de oito anos. “Lindo, famoso e mais de 20 anos mais jovem que sua mulher, Giane ganhava quase uma amante por mês nas centrais de mexerico. Depois de Vera Fischer, todas as atrizes com quem contracenava eram percebidas em algum ‘clima’ com ele”, diz a obra, que segue.



“Um dia, Raul Cortez ligou sobressaltado: tinham vindo lhe perguntar se Gianecchini conhecera Gabi porque tinha um caso com o filho caçula dela, ou se o caso com o filho era consequência do namoro com a mãe. Raul estava cuspindo marimbondos, dizendo que os fofoqueiros precisavam saber que Gabi, sua amiga, jamais permitiria um triângulo daqueles. Mas acabaria entendendo que a indignação não valia a pena: as histórias andavam sozinhas”, segue o texto.



“Uma versão recuaria até os tempos de modelo de Giane em Paris, sustentando que, para entrar no tal triângulo familiar, ele abandonara um amante francês.”



Em outra parte de “Giane”, o autor toca em outra polêmica na vida do astro da Globo: Daniel Mattos, ex-administrador do escritório de Gianecchini, que teria ganhado um apartamento do ator, com quem, segundo boatos, teria mantido um relacionamento.



“Com a abertura do seu próprio escritório, tocado por Daniel Mattos, deixara de se preocupar com controle de contas e toda a parte administrativa da carreira”, conta o livro. “Para vender sua cobertura na Barra, doara-a ao seu agente. A premissa era de que um ator famoso se desfazendo de um apartamento poderia desvalorizá-lo aos olhos do comprador. Mas a venda não se consumou, e ele acabou tendo de ir à Justiça para tentar reavê-lo. A alegação da outra parte era de que a doação tinha sido um presente”, relata o texto de Fiuza. “Giane foi também buscar judicialmente as respostas contábeis que não conseguira obter. Era o desfecho lamentável de um projeto no qual depositara um de seus bens mais caros – a confiança.”



Sobre o suposto relacionamento com Mattos, a publicação apenas faz uma menção. “Abatido física, financeira e emocionalmente, tendo ainda que lidar com mais uma safra de histórias fantasiosas sobre o conflito com seu agente, Giane enfim entendeu que saíra do trilho.”


Jornal Midiamax