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Licitação para transporte público vai sair depois de audiência pública marcada para maio

O processo licitatório para concessão dos serviços de transporte coletivo na Capital deve ocorrer apenas depois de maio. É que antes da abertura do edital vai ocorrer uma audiência pública na qual serão discutidas as políticas de mobilidade urbana, especialmente as relacionadas aos serviços de transporte público. A audiência está marcada para o dia 7 […]

Arquivo Publicado em 18/04/2012, às 17h13

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O processo licitatório para concessão dos serviços de transporte coletivo na Capital deve ocorrer apenas depois de maio. É que antes da abertura do edital vai ocorrer uma audiência pública na qual serão discutidas as políticas de mobilidade urbana, especialmente as relacionadas aos serviços de transporte público.


A audiência está marcada para o dia 7 de maio, às 7h30, no Auditório da Escola de Governo do Município de Campo Grande, localizado na Avenida Ernesto Geisel, 4.009, bairro Amambaí. A convocação foi publicada nesta quarta-feira (18) no Diário Oficial de Campo Grande.


O diretor-presidente da Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito), Rudel Trindade, explicou que na audiência vão ser levadas todas as informações sobre a licitação para que a população possa acompanhar e somente aí fechar o processo. “Nessa audiência vamos levar todas as informações desta licitação. O que vai mudar. Características do edital. Para que daí a gente possa fechar isso. Ainda não tem data fechada, mas documentação está toda encaminhada”, apontou.


Após a audiência as Minutas de Edital e respectivo Instrumento de Contrato estarão disponíveis no site oficial do Município, www.capital.ms.gov. br/consultapública, para consulta pública, até a data de 28 de maio de 2012. As sugestões e contribuições deverão ser encaminhadas exclusivamente via internet, utilizando o formulário eletrônico disponível no endereço acima.


Histórico


A concessão com a Assetur (Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano) foi cancelada em 14 de setembro do ano passado porque as empresas não quiseram fazer investimentos para ampliação da frota, com ônibus articulados e veículos com câmera, alegando que os custos eram muito altos para o contrato que duraria mais três anos.


Os investimentos ficariam em torno de R$ 40 milhões. “Você vai investir um recurso com o seu contrato para acabar em dois anos. Aí como você vai fazer. Você não tem a garantia. Eu sou uma empresa e nãos e sei se vou ganhar a licitação?”, explicou Rudel sobre a quebra da concessão.

Jornal Midiamax