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Israel acusa Irã e Hezbollah por atentados

Os serviços de inteligência de Israel acusaram neste domingo o Irã e o grupo xiita libanês Hezbollah de planejar atentados em “mais de 20 países” contra cidadãos israelenses. “Irã e Hezbollah agiram para cometer atentados em mais de 20 países durante os dois últimos anos”, afirma o gabinete do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu. A informação procede […]

Arquivo Publicado em 22/07/2012, às 21h39

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Os serviços de inteligência de Israel acusaram neste domingo o Irã e o grupo xiita libanês Hezbollah de planejar atentados em “mais de 20 países” contra cidadãos israelenses.


“Irã e Hezbollah agiram para cometer atentados em mais de 20 países durante os dois últimos anos”, afirma o gabinete do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu.


A informação procede do chefe do Mossad (Inteligência), Tamir Pardo, e do Shin Beth (Segurança Interna), Yoram Cohen, que apresentaram “o relatório de atividades dos serviços de inteligência contra o terrorismo durante o conselho semanal de ministros”, após o atentado de 18 de julho na Bulgária, que matou cinco turistas israelenses.


Segundo Netanyahu, “é muito importante mostrar ao mundo que o Irã e o Hezbollah são os responsáveis pela onda de atentados em todos os continentes”.


“Esta onda de atentados iranianos cometidos com a mediação do Hezbollah tropeça e tropeçará com a reação decidida” de Israel, garantiu Netanyahu.


Os dirigentes de Israel atribuem ao Irã e ao Hezbollah a responsabilidade pelos ataques contra alvos israelenses na Geórgia, Índia e Tailândia em fevereiro de 2012.


Em março, o Azerbaijão afirmou ter frustrado vários atentados preparados pelo Irã contra as embaixadas de Israel e Estados Unidos em Baku, com a prisão de 22 suspeitos recrutados e formados por Teerã.


No dia 2 de julho, dois iranianos foram detidos no Quênia com explosivos, e no dia 14 do mesmo mês, um jovem libanês foi preso no Chipre quando preparava um atentado contra interesses israelenses.


Israel também acusa Teerã de ter ordenado o ataque de 18 de julho na Bulgária, executado pelo Hezbollah. Irã e o grupo xiita rejeitam a acusação.

Jornal Midiamax