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IPC-S atinge 0,57% na segunda prévia de abril

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S), medido pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV), atingiu 0,57% na segunda prévia de abril. A taxa é 0,01 ponto percentual menor do que na última apuração (0,58%). O resultado reflete a redução na intensidade de alta de dois dos oito grupos pesquisados: […]

Arquivo Publicado em 16/04/2012, às 14h40

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O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S), medido pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV), atingiu 0,57% na segunda prévia de abril. A taxa é 0,01 ponto percentual menor do que na última apuração (0,58%).


O resultado reflete a redução na intensidade de alta de dois dos oito grupos pesquisados: alimentação (de 0,64% para 0,52%) e habitação (de 0,87% para 0,7%). Nos demais grupos ocorreram acréscimos.


O avanço mais expressivo foi constatado em despesas pessoais, com 1,56% ante 0,46%, com destaque para os cigarros que ficaram, na média, 3,86% mais caros ante uma alta de 0,78%. Em comunicação, o IPC-S permaneceu com taxa negativa de 0,02%, no entanto, esse grupo indica processo de recuperação puxada pela tarifa de telefone residencial (de -1,03% para -0,33%).


No grupo educação, leitura e recreação, a taxa subiu de 0,24% para 0,34% e o que mais influenciou foram os gastos com clubes e parques (de 1,93% para 2,94%). Em saúde e cuidados pessoais o índice passou de 0,76% para 0,83% com elevação, principalmente, de artigos de higiene e cuidado pessoal (de 1,32% para 1,49%).


Já em vestuário, o IPC-S registrou aumento de 0,86% para 0,93%. Entre os produtos que mais subiram estão os acessórios (de 0,04% para 0,84%). No grupo transportes, a variação ficou praticamente estável com 0,31% ante 0,3%.


Os cinco itens com as maiores altas foram: empregada doméstica mensalista (de 3,55% para 2,6%); cigarros (de 0,78% para 3,85%); refeições em bares e restaurantes (de 0,74% para 0,56%); aluguel residencial (de 0,91% para 0,82%) e serviço de reparo em automóvel (de 1,8% para 2,12%).

Jornal Midiamax