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Inaugurada escultura em homenagem a cultura indígena

A estátua tem três metros de altura e foi confeccionada com resina, sílica e dalomita. Ela contará ainda com uma placa de identificação em bronze e iluminação ornamental.

Arquivo Publicado em 10/12/2012, às 13h50

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A estátua tem três metros de altura e foi confeccionada com resina, sílica e dalomita. Ela contará ainda com uma placa de identificação em bronze e iluminação ornamental.

Foi inaugurada na manhã desta segunda-feira (10), na Praça Oshiro Takemori, a escultura “Índia Terena”. O monumento é uma homenagem a cultura indígena e está localizado em frente à praça onde, aproximadamente, 60 mulheres indígenas comercializam vários produtos regionais.

A escultura feita pelo artista plástico Arnor Mendes foi inspirada nas bonecas da artista plástica Indiana Marques. Arnor trabalha com artesanato há 30 anos e conta que sente-se feliz em poder retratar e divulgar o trabalho de outros artistas. Entre os trabalhos de Arnor em Campo Grande estão as esculturas do Papa João Paulo II e do Cavalheiro Guaicuru, no Parque das Nações Indígenas.

Indiana Marques relata que a escultura foi inspirada nas mulheres indígenas que carregam os produtos que comercializam por meio de bacias sobre a cabeça. “A peça retrata o trabalho e o valor delas no solo sul-mato-grossense”.

A presidente da Associação dos Feirantes Indígenas, Marileide Francisco, lembra que a feira é de extrema importância para os indígenas e é repassada de geração em geração. Ela acredita que a estátua valoriza a cidade e também a cultura indígena.

Durante a inauguração o governador André Puccinelli (PMDB) sugeriu a criação de uma fonte igual a Fontana di Trevi, na Itália, onde pessoas alimentam um folclore secular de jogar moedas e fazer pedidos. Puccinelli explicou que as moedas serão recolhidas e revertidas para as associações indígenas.

A estátua tem três metros de altura e foi confeccionada com resina, sílica e dalomita. Ela contará ainda com uma placa de identificação em bronze e iluminação ornamental. A obra custou R$ 30 mil e foi financiada pelo Fundo de Investimentos Culturais.

Jornal Midiamax