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Homem alega sumiço de quase 24h porque teve dor de barriga

Reginaldo Olegário Silva Prado, 28 anos, que não ia para sua casa desde o meio dia de segunda-feira, foi localizado em um posto de combustíveis no bairro Moreninha, por volta das 12h desta terça-feira, 31 de julho, por investigadores da 4ª DP. A esposa dele havia registrado um boletim de ocorrência as 22h40 de segunda […]

Arquivo Publicado em 01/08/2012, às 12h20

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Reginaldo Olegário Silva Prado, 28 anos, que não ia para sua casa desde o meio dia de segunda-feira, foi localizado em um posto de combustíveis no bairro Moreninha, por volta das 12h desta terça-feira, 31 de julho, por investigadores da 4ª DP. A esposa dele havia registrado um boletim de ocorrência as 22h40 de segunda alegando que não via o marido desde as 12h daquele dia.

A polícia já trabalhava com várias hipóteses, inclusive de homicídio, quando localizou Reginaldo visivelmente desorientado. Levado para prestar esclarecimentos sobre seu ‘sumiço’, ele deu uma versão que ainda não convenceu a polícia e por conta disto as investigações continuam. O rapaz alegou que teve uma forte dor de barriga e procurou um mato para fazer necessidades fisiológicas. Na versão dele, perdeu a chave do veículo Lifan, posteriormente encontrado abandonado por policiais civis, inclusive estava sem combustível.

Reginaldo não explicou exatamente como foi a história de seu ‘sumiço’, inclusive chegou a cair em contradição e por conta disso a polícia trabalha para desvendar se a versão dos fatos é outra ou se Reginaldo estava realmente confuso por alguma sustância como entorpecentes, por exemplo.

Em depoimento ao delegado Devair Francisco, Reginaldo disse que saiu para procurar emprego e como não encontrou uma vaga foi tomar cerveja com um amigo. Depois foi para a casa de rapaz. Ao retornar para casa, que fica no bairro Ipiranga, sentiu uma forte dor de barriga, deixou o carro e foi para um mato defecar. Segundo ele, foi neste momento que perdeu a chave do carro. Ele afirma que procurou o molho de chaves por quase três horas e depois disse que dormiu dentro do carro.

A esposa de Reginaldo, de 47 anos, que é funcionária pública federal e dona do Lifan, disse ao delegado que o marido ligou para ela na manhã de ontem pedindo a chave reserva do carro e que depois explicava o que tinha acontecido.

O Lifan foi localizado em uma estrada sem asfalto que fica atrás do Cemitério Nacional Parque, na Rua Baobá, Moreninhas IV. O veículo estava com as portas travadas e com documentos pessoais. A perícia técnica foi acionada, bem como um maior efetivo de policiais para fazer busca pela região para confirmar ou descartar a possibilidade de localizar o corpo do condutor. Por enquanto ainda é mantido o primeiro boletim de ocorrência como desaparecimento de pessoa.

Jornal Midiamax