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Funcionários da Apple admitem roubo e destruição de iPhones por diversão

O site Gizmodo divulgou nesta quinta-feira uma série de relatos de ex ou atuais funcionários de lojas da Apple em que eles admitem ou denunciam abusos que acontecem dentro das dependências dos estabelecimentos. As ações dos Genius – como são conhecidos os atendentes de Apple Store – seriam uma prática recorrente, contrariando o anunciado padrão […]

Arquivo Publicado em 21/12/2012, às 21h04

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O site Gizmodo divulgou nesta quinta-feira uma série de relatos de ex ou atuais funcionários de lojas da Apple em que eles admitem ou denunciam abusos que acontecem dentro das dependências dos estabelecimentos. As ações dos Genius – como são conhecidos os atendentes de Apple Store – seriam uma prática recorrente, contrariando o anunciado padrão de qualidade pelo qual a companhia alega zelar.



Fontes ouvidas pelo Gizmodo apontam que funcionários de múltiplas Apple Store na América do Norte usam as dependências das lojas como um ‘playground’ pessoal. O site ouvido relatos de funcionários que trocavam eletrônicos por cirurgias plásticas, festas de destruição de iPhones, roubo de produtos do depósito. Além disso, Genius alegam que o consumo de drogas e sexo entre funcionários em partes restritas das lojas são práticas frequentes.



A lista de abusos também afetaria aos clientes. Alguns dos funcionários ouvidos pelo site apontam que a prática de trocar partes novas de produtos de clientes enviados para reparo por peças velhas de aparelhos pertencentes aos Genius era rotina nos estabelecimentos em que trabalhavam.



Também há o relato de que é constante o acesso a conteúdo de cunho pessoal de clientes, especialmente fotos de mulheres peladas, e compartilhamento dentro da loja e até na internet. Relatos também dão conta que clientes que supostamente se comportaram mal com os Genius tinham seus aparelhos danificados propositalmente.



Má conduta em grandes lojas não é algo incomum e abusos não são exclusividade das lojas da Apple, mas, segundo o Gizmodo, os relatos se tornaram chocantes em uma companhia que prezava pelo bom atendimento e considerava seus estabelecimentos modelos de boa gestão.


Jornal Midiamax