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Fla aproveita ausência de Neymar, vence Santos e ameniza pressão interna

O Flamengo jogou mal, mas soube aproveitar a ausência de Neymar e venceu o Santos por 1 a 0, neste domingo, no Engenhão. Assim, o rubro-negro bateu um dos times favoritos ao título do Campeonato Brasileiro e amenizou a pressão interna vivida pelo técnico Joel Santana. O gol da partida foi marcado por Bottinelli no […]

Arquivo Publicado em 17/06/2012, às 21h14

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O Flamengo jogou mal, mas soube aproveitar a ausência de Neymar e venceu o Santos por 1 a 0, neste domingo, no Engenhão. Assim, o rubro-negro bateu um dos times favoritos ao título do Campeonato Brasileiro e amenizou a pressão interna vivida pelo técnico Joel Santana. O gol da partida foi marcado por Bottinelli no fim da partida, de pênalti. Ao se candidatar para a cobrança, os torcedores vaiaram o argentino, que recebeu o apoio dos companheiros e converteu a penalidade com perfeição.


O primeiro tempo não foi muito animador para os torcedores presentes no Engenhão.  O Flamengo tentava se impor na partida, mas a melhor oportunidade surgiu apenas com 10min de jogo, quando Renato arriscou de fora da área para boa defesa de Aranha. Antes, no entanto, houve um lance polêmico: Diego Maurício cruzou e a bola bateu na mão do zagueiro Bruno Rodrigo. A arbitragem considerou lance normal e mandou seguir a jogada.


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O lado esquerdo com Renato Abreu e Magal era a melhor opção para o Flamengo. Aos 13min, o meia foi até a linha de fundo e cruzou para Vagner Love, que por pouco não alcançou a bola e abriu o placar. Pelo lado santista, o único que fazia boa partida era o jovem zagueiro Gustavo Henrique, que ficou conhecido por dar um lençol em Neymar durante um treinamento.


Apesar de muita vontade, o rubro-negro sentia falta de um armador. Renato e, principalmente, Ibson tentavam criar as jogadas ofensivas, mas sem êxito. O que se viu foi um jogo muito embolado no meio de campo, com muita disposição de ambas as equipes. Contra os reservas do Santos, esperava-se um Flamengo soberano, sem encontrar muitas dificuldades.  O rubro-negro, no entanto, decepcionou e encerrou a etapa inicial sem alterar o placar.


Na volta do intervalo, ambas as equipes mantiveram as mesmas escalações do início do jogo. Assim, o confronto continuou exatamente o mesmo da etapa inicial, mas com o Santos se arriscando um pouco mais ofensivamente. Com esses avanços, o rubro-negro encontrou mais espaços no sistema defensivo santista. Na primeira vez em que acertou um cruzamento, Wellington colocou a bola na cabeça de Vagner Love que cabeceou firme para boa defesa de Aranha. No contra-ataque, os paulistas quase saíram na frente com Rentería também de cabeça. Maranhão foi à linha de fundo e cruzou para o colombiano que finalizou rente a trave direita de Paulo Vitor.


Vendo que o panorama não era dos melhores, o técnico Joel Santana fez duas trocas de uma vez: sacou Magal e Diego Maurício para as entradas de Bottinelli e Hernane. Mas as substituições pouco mudaram a partida. O argentino entrou mal e errava passes fáceis. A torcida do Flamengo perdeu a paciência com a equipe e passou vaiar alguns jogadores, como Renato Abreu. A falta de qualidade somou-se ao nervosismo e e as coisas ficaram ainda mais difíceis, mas Ibson sofreu um pênalti no fim da partida e Bottinelli coverteu. Antes os flamenguistas vaiaram ao ver que o argentino seria o responsável pela cobrança. O gringo recebeu o apoio dos jogadores e os torcedores gritaram seu nome como forma de apoio. Alívio no Engenhão.


Jornal Midiamax