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Filho de jornalista corumbaense é assassinado após assalto

Gino era natural de Cuiabá, no estado do Mato Grosso, e era filho do jornalista, radialista e publicitário corumbaense Gino Rondon, que mora em Rondonópolis desde o final dos anos 1980

Arquivo Publicado em 07/03/2012, às 18h30

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Gino era natural de Cuiabá, no estado do Mato Grosso, e era filho do jornalista, radialista e publicitário corumbaense Gino Rondon, que mora em Rondonópolis desde o final dos anos 1980

O engenheiro Gino Rondon da Silva, 29 anos, deu entrada às 7h da manhã desta terça-feira (7) no SPA (Serviço de Pronto Atendimento) do Coroado, na Zona Leste de Manaus, para a realização de atendimento de urgência, mas ele chegou ao local sem vida. O engenheiro foi vítima de um latrocínio, ou seja, roubo seguido de morte, durante a madrugada, no bairro Japiim, Zona Sul de Manaus.


Gino era natural de Cuiabá, no estado do Mato Grosso, e era filho do jornalista, radialista e publicitário corumbaense Gino Rondon, que mora em Rondonópolis desde o final dos anos 1980 e com freqüência visita Campo Grande para realizar palestras e cursos.


De acordo com o site Correio de Corumbá, por volta de 3h, quatro homens armados entraram na residência dele após chamarem por Gino, foi quando ele abriu a porta da casa, que fica na rua A-16. Além dele, na casa estavam a esposa e mais dois funcionários, que são do Grupo Selco, empresa terceirizada que trabalha para a Petrobrás. Eles foram amarrados e trancados dentro do banheiro.


Os assaltantes ficaram dentro da residência por cerca de duas horas e levaram aparelhos celulares, notebooks, veículos, aparelhos de ar condicionado e fugiram do local. Mas antes de escapar, eles rederam o engenheiro e o enforcaram com um fio elétrico.


Os funcionários e a esposa que estavam trancados no banheiro, conseguiram se soltar e acionaram o alarme da casa, o que chamou a atenção dos vizinhos que ajudaram a chamar a polícia e o Samu. A vítima foi encaminhada ao SPA do Coroado, mas lá foi constado que ele havia falecido.


As primeiras investigações dão conta que Gino possa ter morrido por ter sido reconhecido pelos criminosos. O fato está sendo apurado pela Polícia e o maior suspeito é um ex-empregado do Grupo Selco, que seria Irley Rodrigues, que foi demitido nesta segunda-feira (5).


Policiais da DERFD (Delegacia de Roubos, Furtos e Defraudações) estiveram no local e estão responsáveis por investigar o caso.


* Com informações do Correio de Corumbá.

Jornal Midiamax