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Escola douradense aplica lei ‘proibindo celulares’ e aumenta número rendimento escolar

Em época, de BlackBerry, iPhone, iPhad, tablet, e muitos outros aparelhos de última geração e de alta tecnologia, uma Lei Estadual tem causado dúvidas e conflitos de opinião, entre pais, alunos e professores. É a Lei nº 4.112, de 17 de novembro de 2011, onde no Art. 1º diz que é proibido, em todo o […]

Arquivo Publicado em 26/07/2012, às 21h48

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Em época, de BlackBerry, iPhone, iPhad, tablet, e muitos outros aparelhos de última geração e de alta tecnologia, uma Lei Estadual tem causado dúvidas e conflitos de opinião, entre pais, alunos e professores.


É a Lei nº 4.112, de 17 de novembro de 2011, onde no Art. 1º diz que é proibido, em todo o território do Estado de Mato Grosso do Sul, o uso de telefones celulares, walkmans, diskmans, Ipods, MP3, MP4, game boy, aparelhos portáteis de TV, agendas eletrônicas e quaisquer outros aparelhos portáteis capazes de produzir sons e ruídos, dentro de salas de aula, audiências, conferências e bibliotecas.


Sônia Solange Ferreira Vasconcelos, diretora pedagógica da Escola Municipal Neil Fioravante – o Caic, contou que de comum acordo com os pais, foi aplicado a lei dentro da escola, ensinando os alunos, quanto ao uso consciente do celular dentro do recinto escolar. “Desde 2008 estamos trabalhando junto com os pais, uma forma mais correta de usar o celular dentro da escola, e hoje o número de estudantes usando o aparelho caiu em mais da metade e o rendimento escolar aumentou” disse a diretora.


Ela ressaltou que as normas do regimento escolar, são aplicadas de forma civilizada e quando não há acordo com os alunos, os pais são acionados. “Já tivemos casos onde recolhemos o celular do aluno, entregamos para o pai, e quando ele verificou o conteúdo, encontrou fotos e mensagens pornográficas, que foram enviadas durante o horário de aula” contou.


Desde então, escola elaborou um bilhete lembrando os pais, quando a lei e ao regimento escolar, proibindo o uso de aparelhos de celular e aparelhos sonoros dentro das salas de aula. “Não estamos proibindo o aluno de usar o celular no intervalo e sim durante a aula, pois alguns ficam com fone de ouvido, ficam mandando mensagens para outros colegas e tudo isso atrapalha. E o bilhete é usado como forma de lembrete aos pais, há alguns que aceitam normalmente, mas tem os que não concordam e os alunos que não respeitam, causando um certo conflito, porém estamos conseguindo lidar com isso” afirmou a diretora.


Luana Gomes, mãe de João Vitor de 9 anos, disse que deu um celular para o filho, com medo de que algo pudesse acontecer, e não conseguissem avisa-la. “Penso que ele tendo um celular e levando para a escola é mais fácil localizá-lo, bem como se precisarem falar comigo o telefone dele tem todos os números agendados” contou.


A mãe de João Vitor disse que, busca educá-lo quanto ao uso do celular. “Ele sabe que dentro da sala de aula não é para usar, é para deixar dentro da mochila no silencioso e se acaso acontecer alguma coisas, pede para professora autorização para sair da sala e assim usar o telefone” disse a mãe.


Jornal Midiamax