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Corumbá supera média Estadual e Nacional em junho de geração de empregos

Puxado pelo bom desempenho do setor de Serviços, Corumbá fechou o mês de junho com crescimento de 0,62% no número de contratações para o mercado formal de trabalho. Apesar de modesto, o índice é superior à média registrada em todo o Mato Grosso do Sul no mesmo período, que foi de 0,31%, a mesma anotada […]

Arquivo Publicado em 26/07/2012, às 13h45

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Puxado pelo bom desempenho do setor de Serviços, Corumbá fechou o mês de junho com crescimento de 0,62% no número de contratações para o mercado formal de trabalho. Apesar de modesto, o índice é superior à média registrada em todo o Mato Grosso do Sul no mesmo período, que foi de 0,31%, a mesma anotada nacionalmente.


De acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) do Ministério do Trabalho e Emprego, o município teve 464 admissões no mês passado, contra 379 desligamentos. Percentualmente, o setor que mais cresceu foi o de Serviços Industriais de Utilidade Pública (3,57%). Mas na prática, os números representam a criação de apenas uma nova frente de trabalho.


Com saldo de 60 novas vagas, a área de Serviços foi a que mais cresceu na cidade. Foram 179 contratações e 119 demissões em julho. A Extração Mineral, com saldo de 31 novas frentes; a Indústria de Transformação, com 20; e a Construção Civil, onde o saldo foi de 10 novos empregados, também ajudaram no índice registrado pelo município.


O Comércio, com 83 admissões e 102 desligamentos, e a Agropecuária, 75 vagas abertas e 93 fechadas, foram os setores com pior desempenho no último mês. No ano, as duas áreas registram crescimentos de 9,07% e 2,84%, respectivamente. De janeiro a junho deste ano, o índice geral da cidade também é positivo. As 3.193 contratações e 2.562 demissões representam aumento de 4,73%.


No Estado, o setor que mais cresceu em julho foi a Extrativa Mineral, com saldo de 43 novos contratados, o que representa evolução de 1,76%. Só a Construção Civil, com o fechamento de 127 postos, registrou queda em relação aos números de maio: -0,36%. No Brasil, o Ministério do Trabalho e Emprego não apontou déficit em nenhum dos setores pesquisados.


Brasil


Segundo o CAGED, foi constatado um crescimento em todas as regiões geográficas do País, sendo que a Sudeste abriu 619.950 postos (+3,03%); Sul, 203.253 postos (+2,96%); Centro-Oeste, 152.403 postos (+5,40%), o terceiro maior saldo para o período; Norte, 44.565 postos (+2,63%) e Nordeste, 27.743 postos (+0,46%). Entre as Unidades da Federação, vinte e seis mostraram crescimento do emprego, com duas apresentando saldos recordes; três com o segundo melhor resultado e cinco o terceiro maior saldo para o período.


Os resultados recordes ocorreram nos estados do Pará, 22.364 postos (+3,23%) e Amapá, 1.938 postos (+2,81%). Os estados que obtiveram o segundo melhor resultado para o período foram Goiás, 74.176 postos (+6,87%), a maior taxa de crescimento do emprego entre os estados, no período; Tocantins, 8.139 postos (+5,97%); e Acre, 2.953 postos (+3,88%).


Ainda de acordo com o Ministério do Trabalho, outras cinco Unidades da Federação apontaram o terceiro maior saldo para o período, sendo: Santa Catarina, 57.504 postos (+3,11%); Mato Grosso, 36.851 postos (+6,46%); Distrito Federal, 18.405 postos (+2,56%); Pernambuco, 8.750 postos (+0,68%); e Paraíba, 742 postos (+0,21%).


Já em termos absolutos, sobressaíram-se no semestre: São Paulo: 335.980 postos (+2,77%); Minas Gerais, 179.074 postos (+4,44%); Paraná, 89.121 postos (+3,56%); e Rio de Janeiro, 86.498 postos (+2,43%). Devido a fatores sazonais relacionados às atividades do complexo sucroalcooleiro, apenas o estado de Alagoas apresentou retração no nível de emprego, com 37.595 postos (-10,57%).

Jornal Midiamax