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Contrabandista Polaco consegue liberdade e deve ser solto a qualquer momento

Segundo o advogado Sandro Pimentel, Polaco deve ser solto amanhã (1). Ele não foi liberado hoje (29) porque não foi possível fazer a conferência para verificar se existe algum mandado pendente

Arquivo Publicado em 29/02/2012, às 20h24

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Segundo o advogado Sandro Pimentel, Polaco deve ser solto amanhã (1). Ele não foi liberado hoje (29) porque não foi possível fazer a conferência para verificar se existe algum mandado pendente

A princípio, o suspeito de ser um dos maiores contrabandistas de cigarro do país, Alcides Grejanin, conhecido como Polaco, seria solto no final da tarde desta quarta-feira (29).


Mas de acordo com o advogado Sandro Pimentel, Polaco deve ser solto amanhã (1). Ele informou que Polaco não foi liberado hoje (29) devido ao horário. “Não foi possível fazer a conferência para verificar se existe algum mandado pendente”, explicou.


O TJMS havia negado o primeiro pedido. O acusado foi preso preventivamente por conta da Operação Alvorada Voraz. Ele foi enquadrado no art. 188 do Código Penal.


Tanto Polaco, como o seu filho, Dênis Marcelo, foram presos no mesmo dia e ficaram convivendo na mesma cela na Penitenciária de Segurança Máxima de Campo Grande. Ambos devem ser soltos nesta quinta-feira (1), após a conferência. Mas o horário ainda não foi divulgado.


Detenção


Polaco foi detido durante a operação Alvorada Voraz, responsável por coibir o contrabando de cigarro, vindo principalmente do Paraguai. A operação foi realizada no dia 23 de novembro, pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), PRF (Polícia Rodoviária Federal) e PM (Polícia Militar).


Alcides Carlos Grejanin é considerado pelas autoridades uma das figuras mais conhecidas do contrabando no Brasil, atuando há vários anos no ramo. Nas investigações também ficou comprovado que ele pagava propina para liberar o contrabando de cigarros.


Muitos o nomearam como um “especialista contrabandista” e ele já construiu um grande patrimônio com dinheiro da organização criminosa. Na operação também foram detidos alguns policiais e apreendidos cerca de 50 veículos que atuavam com contrabando. Entre esses, 30 carretas com cigarros do Paraguai, o que significa o total de 750 mil pacotes do produto, ou 7 milhões de maços.


*Matéria editada 18h04 para acréscimo de informações.

Jornal Midiamax