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Confiança do setor de serviços tem pior resultado desde agosto de 2009, diz FGV

A confiança do setor de serviços caiu 2,1% de junho para julho, ao passar de de 123,1 pontos para 120,6 pontos. É a quarta queda consecutiva e o resultado é o menor desde agosto de 2009, quando o índice ficou em 116,2 pontos. Os dados foram divulgados hoje (31) pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Os […]

Arquivo Publicado em 31/07/2012, às 14h19

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A confiança do setor de serviços caiu 2,1% de junho para julho, ao passar de de 123,1 pontos para 120,6 pontos. É a quarta queda consecutiva e o resultado é o menor desde agosto de 2009, quando o índice ficou em 116,2 pontos. Os dados foram divulgados hoje (31) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).


Os fatores que mais influenciaram a queda do índice foram a diminuição da satisfação dos empresários em relação ao momento atual e a piora nas expectativas para os próximos meses. O Índice da Situação Atual (ISA-S) caiu 2,4% em julho e atingiu 106 pontos, o menor nível desde outubro de 2009 (105,3). O Índice de Expectativas (IE) teve redução de 1,7% e ficou em 135,2 pontos, o menor resultado desde julho de 2009 (132,3).


Segundo a FGV, os indicadores sinalizam que o setor mantém um ritmo moderado no início do terceiro trimestre, sobretudo em virtude da desaceleração da demanda.


O quesito que mede o grau de satisfação em relação à situação atual dos negócios foi o que mais contribuiu para a queda do ISA-S de junho para julho: o indicador apresentou redução de 3,9%, ao passar de 115,8 para 111,3 pontos. Das 2.814 empresas consultadas, 27,7% avaliam a situação atual como boa, contra 28,5% no mês anterior. O percentual de empresas que consideram a situação ruim subiu de 12,7% em junho para 16,4% em julho, o maior índice desde os 20,1% de agosto de 2009.


O indicador que mede as expectativas do empresariado quanto à tendência dos negócios nos seis meses seguintes foi o que mais influenciou o decréscimo do IE-S, com uma queda de 2,1%, para 137 pontos, o menor patamar desde julho de 2009 (133,3). A proporção de empresas prevendo melhora diminuiu de 46% para 43,4%, enquanto a parcela das que esperam piora ficou praticamente estável, ao passar de 6% para 6,4% do total.

Jornal Midiamax