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Chávez visita local da tragédia na Venezuela

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, foi neste domingo à refinaria de Amuay, onde uma explosão matou 41 pessoas na véspera, para avaliar a situação e visitar as vítimas da tragédia. “Chego para ver como está a situação”, disse Chávez na sede da estatal PDVSA próxima à refinaria, situada no Estado de Falcón e onde […]

Arquivo Publicado em 26/08/2012, às 23h47

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O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, foi neste domingo à refinaria de Amuay, onde uma explosão matou 41 pessoas na véspera, para avaliar a situação e visitar as vítimas da tragédia.


“Chego para ver como está a situação”, disse Chávez na sede da estatal PDVSA próxima à refinaria, situada no Estado de Falcón e onde prosseguem os trabalhos de rescaldo nos tanques de combustíveis.


“Estou muito triste, sinto pelos mortos, por seus familiares, pelos feridos”, revelou o presidente.


“Há alguns guardas que não aparecem e estão sendo procurados”, revelou sobre os membros da Guarda Nacional Bolivariana (GNB) encarregados de vigiar a refinaria e que moravam próximo ao local da violenta explosão.


Chávez, que disputará mais uma reeleição no próximo dia 7 de outubro, disse que ordenou uma investigação sobre as causas do vazamento de gás que provocou a explosão e adiantou que “há distintas hipóteses”, sem dar detalhes.


O presidente afirmou que as acusações de “falta de manutenção” na refinaria são “irresponsáveis”.


Além de percorrer as instalações de Amuay ao lado de ministros e de autoridades locais, Chávez visitou o bairro La Pastora, junto à refinaria.


Em seguida, o presidente se dirigiu à base naval de Punto Fijo para assistir à missa em memória dos militares mortos no acidente.


A base naval acolhe 121 pessoas, incluindo 48 crianças, desabrigadas devido ao acidente, que atingiu 209 casas e 11 lojas situadas nos arredores da refinaria.


As refinarias de Amuay e Cardón formam o Centro de Refino Paraguaná, “o maior do mundo”, com produção diária de 955 mil barris, cobrindo 66% da demanda interna de combustível, segundo o ministro do Petróleo, Rafael Ramírez.

Jornal Midiamax