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Brasil terá caixas eletrônicos para trocar real por outras moedas

O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou, nesta quinta-feira, a autorização para instalar em todo o País máquinas para troca de real por outras moedas. Os equipamentos vão funcionar como caixas eletrônicos e vão fazer o câmbio de real e outras moedas até o limite de US$ 3 mil por operação. Ainda não há prazo para […]

Arquivo Publicado em 26/07/2012, às 21h27

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O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou, nesta quinta-feira, a autorização para instalar em todo o País máquinas para troca de real por outras moedas. Os equipamentos vão funcionar como caixas eletrônicos e vão fazer o câmbio de real e outras moedas até o limite de US$ 3 mil por operação. Ainda não há prazo para que as máquinas entrem em funcionamento, já que a contratação do serviço depende apenas dos bancos.


Segundo o secretário-executivo do Banco Central (BC), Geraldo Magela Siqueira, a medida vai servir, principalmente, aos turistas estrangeiros que visitarem o Brasil durante os próximos grandes eventos esportivos que o País vai sediar – Copa das Confederações em 2013, Copa do Mundo em 2014 e Olimpíada em 2016. As máquinas ficarão em pontos estratégicos definidos pelas instituições autorizadas a operar em câmbio, como aeroportos e hotéis.


“Vai chegar um turista com dólar na mão, por exemplo, querendo trocar por real, então ele vai inserir as notas na máquina e receber o valor correspondente em reais em troca, dependendo do câmbio do dia. Essa medida vai observar os princípios do mercado de câmbio, que são compra e venda exclusivamente com instituição autorizada a funcionar pelo BC, identificação dos clientes e prestação das informações ao BC”, explicou Magela. A identificação será feita mediante a inserção de um cartão de crédito de uso internacional.


Na reunião do CMN, os conselheiros também derrubaram restrição para que qualquer estabelecimento comercial funcione como casa de câmbio. Atualmente, apenas pessoas jurídicas credenciadas junto ao Ministério do Turismo têm autorização para fazer as trocas de moedas. “Algumas empresas estão em locais com trânsito de turistas, mas não são cadastradas (junto ao ministério). Um exemplo são as lojas perto de hotéis e ao redor de pontos turísticos, como o Cristo Redentor”, afirmou Magela.

Jornal Midiamax