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Bebê morto tinha problemas de fígado e família acusa hospital de SP por negligência

Tia da criança afirma que Hospital em São Paulo negligenciou com criança que foi liberada, mesmo aguardando transplante de fígado. A Infraero garante que o Aeroporto Internacional de Campo Grande não está obrigado a ter ala de pronto atendimento médico

Arquivo Publicado em 16/06/2012, às 20h01

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Tia da criança afirma que Hospital em São Paulo negligenciou com criança que foi liberada, mesmo aguardando transplante de fígado. A Infraero garante que o Aeroporto Internacional de Campo Grande não está obrigado a ter ala de pronto atendimento médico

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007′)’>>O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007>O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.
O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007′)’>>O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007>Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.
O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007′)’>>O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007>Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.
O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007′)’>>O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007> Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito
O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007′)’>>O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007>Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.
O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007′)’>>O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007>Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.
O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007′)’>>O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007> Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.
O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007′)’>>O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007>Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico
O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007′)’>>O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007>O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.
O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007′)’>>O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007> De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007′)’>bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007′)’>>O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007>O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.
O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007′)’>>O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007>Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.
O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007′)’>>O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007>Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.
O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007′)’>>O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007> Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito
O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007′)’>>O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007>Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.
O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007′)’>>O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007>Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.
O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007′)’>>O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007> Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.
O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007′)’>>O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007>Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico
O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007′)’>>O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007>O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.
O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007′)’>>O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007> De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007′)’>>O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007>O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.
O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007′)’>>O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007>Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.
O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007′)’>>O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007>Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.
O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007′)’>>O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007> Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito
O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007′)’>>O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007>Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.
O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007′)’>>O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007>Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.
O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007′)’>>O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007> Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.
O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007′)’>>O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007>Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico
O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007′)’>>O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007>O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.
O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007′)’>>O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007> De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007′)’>bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007′)’>>O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007>O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.
O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007′)’>>O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007>Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.
O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007′)’>>O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007>Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.
O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007′)’>>O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007> Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito
O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007′)’>>O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007>Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.
O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007′)’>>O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007>Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.
O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007′)’>>O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007> Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.
O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007′)’>>O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007>Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico
O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007′)’>>O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007>O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.
O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007′)’>>O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007> De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007′)’>>O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007>O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.
O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007′)’>>O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007>Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.
O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007′)’>>O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007>Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.
O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007′)’>>O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007> Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito
O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007′)’>>O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007>Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.
O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007′)’>>O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007>Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.
O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007′)’>>O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007> Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.
O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007′)’>>O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007>Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico
O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007′)’>>O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007>O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.
O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007′)’>>O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007> De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007′)’>bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passando por tratamento para o fígado desde os dois meses de idade. A família está inconformada, pois os pais ficaram cinco meses em São Paulo, para fazer o transplante no Hospital do Câncer, mas foram mandados de volta, sem solução para o problema. Nos últimos dias o quadro do bebê se agravou e antes do embarque para São Paulo, ele não resistiu e morreu. Sobre o pronto atendimento no aeroporto, a Infraero (empresa responsável pelos aeroportos) informou que Campo Grande não tem obrigação de manter ala.

Segundo a família, o pequeno Pablo nasceu no hospital de Terenos, no sexto mês de gestação, tendo sido encaminhado para a Santa Casa, em Campo Grande. A tia da criança, Flávia da Silva Farias, 23, contou que a Santa Casa mandou a mãe do bebê, Ana Paula Calisto dos Santos, 26, voltar para Terenos com a criança prematura, cinco dias depois, sem ter ficado em momento algum na incubadora.

Com dois meses de idade, os pais voltaram com o bebê para a Santa Casa, quando foi diagnosticado o problema no fígado. A partir daí, a Santa Casa informou que a família teria que procurar tratamento em São Paulo, pois em Campo Grande não havia o serviço pelo SUS.

Pais do bebê ficaram cinco meses em São Paulo, mas transplante não foi feito

Flávia contou que seu irmão, Sebastião Farias, 30, foi com a esposa e filho para São Paulo, na tentativa de realizar o transplante e passaram cinco meses naquela cidade, sem conseguir de fato realizar a cirurgia. “Eles foram em novembro. Em maio o médico disse que, para fazer o transplante no qual a própria mãe seria a doadora, precisava esperar o resultado de um exame que ia demorar dois meses para ficar pronto e mandou que eles voltassem para casa e retornassem quando saísse o resultado”, contou Flávia.

Contudo, nos últimos dias o quadro do bebê começou a ser agravar, ficando muito inchado e com falta de ar, e a família resolveu antecipar a viagem de volta. “Na sexta-feira passada minha cunhada levou o bebê para fazer um ultrassom. Segundo o médico o fígado dele estava muito inchado, apertando os outros órgãos, por isso a falta de ar. A Paula ficou desesperada, entrou em contato com a casa de apoio em São Paulo e ia voltar para lá. Mas no aeroporto, o bebê estava com muita falta de ar e ela foi tentar dar de mamar para ele. Foi ai que ele morreu no colo dela”, lamentou.

Pablo era o único filho do casal. Ana Paula é mãe de outros dois meninos, um de 2 e outro de 10 anos. Familiares que sempre batalharam durante toda a vida de Pablo, ajudando os pais com o tratamento, estão inconformados. “Todos nós ajudávamos meu irmão e a mulher dele na luta contra a doença. O que a gente não consegue entender é por que mandaram eles de volta sem ter feito o transplante? Essa situação é muito triste mesmo”, desabafou Flávia.

Infraero declarou que Aeroporto não tem obrigação de manter atendimento médico

O assessor de imprensa da Infraero, Luiz Paulo, explicou que o aeroporto internacional de Campo Grande não tem obrigatoriedade de manter ala para pronto atendimento médico de passageiros e que o atendimento deve ser feito pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Luiz,o regulamento prevê obrigatoriedade apenas para aeroportos que tiveram, nos últimos cinco anos, um movimento de mais de 1,5 milhão de passageiros por ano.

De acordo com balanço da Infraero, o aeroporto de Campo Grande só chegou a esse número no ano passado, quando 1.515.540 pessoas passaram por lá. Já nos anos anteriores os números foram 1.208.765 (2010), 1.028.643 (2009), 835.034 (2008) e 758.983 (2007′)’>>O bebê Pablo Henrique Farias dos Santos, de nove meses, que morreu na madrugada deste sábado (16), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, já vinha passan

Jornal Midiamax