Geral

Aterro de entulhos do Noroeste será adaptado para funcionar 24 horas por dia

O prefeito de Campo Grande, Nelsinho Trad (PMDB), informou na manhã desta segunda-feira (17) que o aterro do bairro Noroeste será adaptado e otimizado, para funcionar 24 horas por dia e receber os entulhos recolhidos pelas caçambas em toda a Capital. Ele pretende encaminhar um projeto à Câmara Municipal para regulamentar a destinação. “Vamos encaminhar, […]

Arquivo Publicado em 17/12/2012, às 15h15

None
1999039797.jpg

O prefeito de Campo Grande, Nelsinho Trad (PMDB), informou na manhã desta segunda-feira (17) que o aterro do bairro Noroeste será adaptado e otimizado, para funcionar 24 horas por dia e receber os entulhos recolhidos pelas caçambas em toda a Capital. Ele pretende encaminhar um projeto à Câmara Municipal para regulamentar a destinação.

“Vamos encaminhar, como determina a lei nacional de resíduos sólidos, projeto para a Câmara para adequar o destino final dos resíduos sólidos, principalmente da construção civil, para poder ter a nossa lei adequada a lei maior, que é a lei federal. Na prática, vamos ter que fazer com que as pessoas que produzem este lixo tenham uma adequação de um tratamento ambientalmente correto do lixo, para que possa ser reciclado e reaproveitado”, explicou.

Fechamento do Lixão

Nelsinho também falou sobre o fechamento do lixão em Campo Grande, que deve acontecer nesta terça-feira (18). Ele disse que é importante ressaltar que o lixão está funcionando precariamente, dentro do limite, e que há uma instabilidade muito grande de seu pico em função da montanha de lixos que se acumulam há anos.

“Alguns caminhões com seus respectivos motoristas se recusam a subir lá em cima devido ao perigo eminente de ruir aquilo tudo. Já aconteceu um acidente com vítima fatal. A gente precisa dar um ponto final para esta questão e isso já tem data marcada e nós vamos procurar garantir que isso possa ser devidamente realizado”.

Nelsinho lembrou que toda vez que se fecha um lixão ocorrem conflitos. Porém, alega que procurou dar todas as condições para os catadores terem o mínimo de prejuízo em função da mudança. Ele revela que a usina de processamento de lixo não está 100% pronta, mas garante que isso não impede o fechamento do lixão.

“Até porque, para que o lixão possa estar operando 100%, há necessidade de um treinamento e adequação dos trabalhadores, de acordo com a legislação trabalhista, para que ela possa funcionar e ali ter os trabalhadores adequadamente operando”, concluiu.

Jornal Midiamax