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Após comunicado oficial à Petrobrás, Sindicato se reúne para falar de prejuízos

A última resposta da Petrobrás seria de que o problema da falta de combustível seria resolvido até hoje, mas como muitos postos ainda estão sem gasolina, etanol e diesel, culminando da perda de clientes e lucro por parte dos empresários, a categoria quer uma solução mais rápida o possível.

Arquivo Publicado em 30/07/2012, às 13h29

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A última resposta da Petrobrás seria de que o problema da falta de combustível seria resolvido até hoje, mas como muitos postos ainda estão sem gasolina, etanol e diesel, culminando da perda de clientes e lucro por parte dos empresários, a categoria quer uma solução mais rápida o possível.

Após enviar um comunicado oficial à Petrobrás, registrado em cartório na última sexta-feira (27), donos de postos, representados pela Sinpetro (Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis de Mato Grosso do Sul), terão uma reunião com representantes da empresa às 11h desta segunda-feira (30), em Campo Grande.



A última resposta da Petrobrás seria de que o problema da falta de combustível seria resolvido até hoje, mas como muitos postos ainda estão sem gasolina, etanol e diesel, culminando da perda de clientes e lucro por parte dos empresários, a categoria quer uma solução mais rápida o possível.


”Enviamos uma correspondência oficial, registrada em cartório, porque queremos um retorno por parte da empresa. E também decidimos marcar essa reunião para externar todo o problema acarretado pelo racionamento do combustível”, afirma o diretor de comunicação da Sinpetro/MS, Marcos Vilallba.


A diretoria quer ainda uma posição sobre os prejuízos de todos os dias em que os postos de Mato Grosso do Sul ficaram sem o combustível. Alfredo Barros, dono de um posto e membro da diretoria da Sinpetro foi um dos comerciantes que ficaram sem gasolina, etanol e álcool desde sexta-feira. “Chega e logo acaba”, disse ele em entrevista.


“Não dá para continuarmos nessa de chega e acaba o combustível. Se for mesmo um problema de logística, tem de ser resolvido”, avalia Villalba.

Jornal Midiamax