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Acusado de matar segurança de boate pode pegar até seis anos

Na tarde desta terça-feira (24), por quatro votos a três, o TJ/MS (Tribunal de Justiça) decidiu por acatar embargos infringentes na ação contra o réu Cristiano Luna de Almeida, acusado de matar o segurança de uma casa noturna, em Campo Grande, Jefferson Bruno Escobar. O advogado Ricardo Trad solicitou a retirada às qualificadoras de surpresa […]

Arquivo Publicado em 24/04/2012, às 20h38

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Na tarde desta terça-feira (24), por quatro votos a três, o TJ/MS (Tribunal de Justiça) decidiu por acatar embargos infringentes na ação contra o réu Cristiano Luna de Almeida, acusado de matar o segurança de uma casa noturna, em Campo Grande, Jefferson Bruno Escobar.


O advogado Ricardo Trad solicitou a retirada às qualificadoras de surpresa e motivo fútil, que aumentavam a pena, e tornavam o crime como hediondo, com detenção de 12 a 30 anos.


Com a decisão do TJ/MS, Cristiano será julgado por homicídio simples podendo pegar pena mínima de 6 anos.


O caso


O estudante de Direito Cristhiano Luna de Almeida, de 23 anos, é acusado de ter matado o segurança Bruno Escobar, o “Brunão” em março de 2011 após se envolver em uma confusão dentro da casa noturna “Valley Pub”, em Campo Grande.


A morte de Bruno foi registrada pelo circuito de câmeras da boate. As imagens exibem Christiano sendo retirado do estabelecimento por ter passado a mão nas nádegas de um garçom por duas vezes.


O segurança, conhecido como Brunão, foi quem alertou o rapaz primeiro. Lá fora, Cristhiano foi dominado pelos seguranças, mas quis ficar no local. Entre um golpe e outro, o rapaz acertou o peito da vítima com um dos pés. Brunão morreu no local, antes do atendimento


Jornal Midiamax