Geral

Técnicos do CCZ organizam palestras educativas de prevenção da dengue

A equipe do setor de educação em saúde do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) não descuida do trabalho de prevenção e orientação da população sobre a dengue. Nesta quinta e sexta-feira (17 e 18/03) estão agendadas palestras na comunidade Divino Espírito Santo (bairro Rita Vieira), no anfiteatro da Casa do Retiro (Instituto São Vicente) […]

Arquivo Publicado em 17/03/2011, às 14h35

None

A equipe do setor de educação em saúde do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) não descuida do trabalho de prevenção e orientação da população sobre a dengue. Nesta quinta e sexta-feira (17 e 18/03) estão agendadas palestras na comunidade Divino Espírito Santo (bairro Rita Vieira), no anfiteatro da Casa do Retiro (Instituto São Vicente) e na Escola Municipal Maestro Frederico Liberman (bairro Monte Castelo).

A reunião na comunidade Divino Espírito Santo será hoje, às 15 horas. O evento resulta de uma parceria entre o CCZ e os responsáveis pelo Programa Vale Renda, organizadores dos encontros com as famílias que recebem o benefício. Os técnicos do Centro de Controle de Zoonoses também estão participando das reuniões com os Conselhos Regionais Urbanos.

Nesta quinta-feira, a partir das 14 horas, o público da palestra no Instituto São Vicente será formado por servidores e universitários da Universidade Católica Dom Bosco. Amanhã, a partir das 8:00 horas, será a vez dos alunos da Escola Frederico Liberman prestarem atenção nas medidas de prevenção da dengue.

O técnico do CCZ, Diovaner Cesar Ifran, explica que a linguagem empregada nas palestras pode ser técnica, ou mais simplificada, de acordo com o público alvo. Mas a estrutura básica montada para orientar a população envolve a apresentação de maquetes (casas propícias à proliferação do Aedes aegypti e casas modelo, sem lixo nem acúmulo de água parada, vídeos sobre a dengue cedidos pela Fiocruz e amostras da larva e do mosquito transmissor da doença.

“A educação é fundamental para qualquer transformação de atitude. Nosso trabalho agrega todas as faixas etárias, mas as crianças e os jovens são mais receptivos às informações que repassamos e conseguem mudar as atitudes dos adultos e familiares na questão do combate e prevenção da dengue”, argumentou Diovaner.

Jornal Midiamax