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Shows no Parque: Líder comunitário diz que briga por fim de shows dura duas décadas

O ex-vereador Waldemir Popi, presidente da Associação dos Moradores do bairro Jockey Clube, situado aos arredores do Parque de Exposições Laucídio Coelho, disse que as reclamações do barulho provocado pelos shows já dura ao menos duas décadas. Ele disse ser favorável a emenda que modifica a Lei do Silêncio na cidade, desde que seja estabelecido […]

Arquivo Publicado em 08/02/2011, às 14h04

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O ex-vereador Waldemir Popi, presidente da Associação dos Moradores do bairro Jockey Clube, situado aos arredores do Parque de Exposições Laucídio Coelho, disse que as reclamações do barulho provocado pelos shows já dura ao menos duas décadas.

Ele disse ser favorável a emenda que modifica a Lei do Silêncio na cidade, desde que seja estabelecido os horários dos eventos.

“Os shows realizados no Parque acabam de madrugada, 5 horas da manhã. Depois disso, começam as brigas motivadas bebedeiras”, reclamou o líder comunitário. Ao menos 20 mil pessoas moram perto do Parque.

Popi não se queixou apenas da exposição, evento promovido uma vez por ano pela Acrissul (Associação dos Criadores de Mato Grosso do Sul), proprietária do Parque. “Os shows naquele local começam na quinta-feira, toda semana tem um evento por lá, ninguém suporta mais o desrespeito à Lei do Silêncio”.

O ex-vereador acha viável a ideia da modificação desde que os organizadores dos eventos determinem um horário para a realização dos shows, por exemplo. “Se os eventos terminassem às 22 horas, não teria problema”, acredita Popi.

Hoje, por ordem judicial, os shows não podem ser realizados no Parque. A emenda proposta prevê modificações como, por exemplo, que a Lei do Silêncio seja desprezada em períodos de Carnaval, festa de Santo Antonio, celebrações de fim de ano e durante a Exposição da Acrissul.

A Acrissul teria de construir um sistema acústico no Parque, daí os shows estariam garantidos. Ocorre que a entidade resiste a ideia da obra pelo custo, que seria alto.

Jornal Midiamax