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Santa Casa dá posse a 32 médicos na segunda-feira e estuda CLT para intensivistas

A diretoria clínica da Santa Casa faz segunda-feira à noite a primeira reunião de trabalho com os 32 médicos aprovados no processo seletivo realizado mês passado. Cinco profissionais do grupo dos novos contratados, reforçarão a equipe de intensivistas o que viabilizará a ativação de seis unidades de tratamento intensivo, o CTI 3 que foi reformado […]

Arquivo Publicado em 23/06/2011, às 20h32

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A diretoria clínica da Santa Casa faz segunda-feira à noite a primeira reunião de trabalho com os 32 médicos aprovados no processo seletivo realizado mês passado. Cinco profissionais do grupo dos novos contratados, reforçarão a equipe de intensivistas o que viabilizará a ativação de seis unidades de tratamento intensivo, o CTI 3 que foi reformado e recebeu os equipamentos necessários ao seu funcionamento. Paralelamente está sendo concluído o processo de contratação da equipe de enfermagem e fisioterapeutas (32 técnicos de enfermagem, 10 enfermeiros e 8 fisioterapeutas) que comporão a equipe multidisciplinar que reforçará o atendimento de urgência e emergência no hospital

Segundo nota enviada pela assessoria de imprensa do hospital, em 30 dias será concluído o estudo sobre o impacto econômico-financeiro da contratação pela CLT dos médicos intensivistas que hoje recebem por plantão (na base de R$ 120,00 a hora), mas não tem fazem jus aos direitos trabalhistas (FGTS, férias, 13º). O corpo clínico atribui a esta situação a perda de profissionais para outros hospitais, como o Regional, que atraiu cinco médicos desta área por aprovação em concurso público.

Com a conclusão da reforma das instalações da Unidade Coronariana (com 10 leitos) o hospital voltará a ter condições de realizar transplantes do coração, os seis leitos que hoje são usados no pós-operatório dos pacientes das cirurgias cardíacas voltarão a funcionar como unidades de tratamento intensivo. Assim o hospital que hoje tem 21 vagas de UTI adulto passará a contar com 33 leitos de tratamento intensivo. Os equipamentos necessários para ativar os leitos já foram adquiridos.

Estão previstas também medidas estruturantes como a implantação em 90 dias do sistema de compras e cotação por via eletrônica (com pregões eletrônicos),informatização da linha de suprimentos. Será montada uma central de equipamentos, com aparelhos reservas para substituição em casos de manutenção ou reparo.

Entre as ações para reduzir gastos e dar maior eficiência ao hospital, em quatro meses será implantado, com a informatização da linha de suprimento, o sistema de fracionamento da medicação conforme a prescrição médica, medida que isoladamente dá uma economia de 30%, conforme o cálculo o diretor técnico, Geraldo Farias. A modalidade evita desperdício de remédios porque é usada a dosagem prescrita pelo médico, preservando o restante do medicamento para ser usado em outro tratamento.

Jornal Midiamax