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Ricardo Gomes assume a missão de tirar o Vasco da crise

Ricardo Gomes é o novo técnico do Vasco. Ele acertou os últimos detalhes do contrato nesta quarta-feira pela manhã e vai ser apresentado oficialmente às 17h, em São Januário. Com Cristóvão Borges como auxiliar, o treinador será o substituto de Paulo César Gusmão, demitido após as derrotas para times de menor expressão (Resende, Nova Iguaçu […]

Arquivo Publicado em 02/02/2011, às 17h11

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Ricardo Gomes é o novo técnico do Vasco. Ele acertou os últimos detalhes do contrato nesta quarta-feira pela manhã e vai ser apresentado oficialmente às 17h, em São Januário. Com Cristóvão Borges como auxiliar, o treinador será o substituto de Paulo César Gusmão, demitido após as derrotas para times de menor expressão (Resende, Nova Iguaçu e Boavista). Ao perder por 2 a 1 para o Flamengo no domingo, a equipe conseguiu uma marca negativa: este é o pior início de Campeonato Carioca na história vascaína.


Desde que deixou o São Paulo, no meio do ano passado, Ricardo Gomes estava sem dirigir clubes. O desafio do novo comandante, de 46 anos, não será dos mais fáceis. Depois dos maus resultados e da eliminação precoce na Taça Guanabara, será preciso arrumar a casa e recuperar o moral de um grupo que ficou sem identificação. Será necessário, de cara, resolver junto com a diretoria a situação de Carlos Alberto e Felipe, afastados do elenco. Além das adversidades em campo, o ano eleitoral vascaíno promete deixar os corredores em ebulição.


O ex-zagueiro da Seleção Brasileira começou a carreira de treinador no Paris Saint-Germain. Na França, comandou também o Bordeaux e o Monaco. No Brasil, trabalhou em Sport, Vitória, Guarani, Coritiba, Juventude, Fluminense e Flamengo. Seu último trabalho foi no São Paulo, clube com o qual não teve o contrato renovado após a eliminação na semifinal da Taça Libertadores.


Durante a passagem pelo Tricolor paulista, Ricardo Gomes teve um grande susto ao sofrer um acidente vascular cerebral (AVC) após uma derrota por 2 a 0 para o Palmeiras. O problema não deixou sequelas no treinador.


Ele dirigiu também a Seleção Sub-23, mas não conseguiu classificar o Brasil para os Jogos Olímpicos de Atenas.

Jornal Midiamax