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Quatro Estados formam força conjunta contra lei boliviana que legaliza carro roubado

Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Rondônia e Acre irão se unir contra a lei 133 da Bolívia, que legaliza os veículos que circulam sem documento naquele país. A força conjunta de deputados estaduais foi proposta nesta quinta-feira (10) pelo deputado Emanuel Pinheiro (PR), da Assembleia Legislativa de MT, que participou a pedido dos deputados […]

Arquivo Publicado em 11/11/2011, às 12h01

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Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Rondônia e Acre irão se unir contra a lei 133 da Bolívia, que legaliza os veículos que circulam sem documento naquele país. A força conjunta de deputados estaduais foi proposta nesta quinta-feira (10) pelo deputado Emanuel Pinheiro (PR), da Assembleia Legislativa de MT, que participou a pedido dos deputados Professor Rinaldo (PSDB) e Laerte Tetila (PT). O deputado mato-grossense participou da sessão ordinária e relatou as propostas já encaminhadas à Comissão de Relações Exteriores do Senado Federal.

Pela proposta, os  Estados fronteiriços formarão um movimento em busca de um acordo oficial entre os dois governos para que não sejam editadas leis que anistiam os carros brasileiros. Para o deputado Emanuel Pinheiro, a diplomacia pressupõe reciprocidade, o que não vem acontecendo na relação com a Bolívia. “Recebemos de braços abertos os bolivianos e em troca eles editam a lei 133. Ou seja, a Bolívia não tem postura diplomática”. 

Ele destacou ainda que “Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Acre e Rondônia não ficarão parados. Se a Bolívia nada fizer, nós vamos pedir o fechamento dos consulados bolivianos nos Estados fronteiriços. A União que fique com sua diplomacia de manter boas relações para com um País que não tem consideração com o Brasil”, concluiu.

A Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Mato Groso do Sul, deverá ser formada pelos deputados Professor Rinaldo (PSDB), Mara Caseiro (PTdoB), Laerte Tetila (PT) e Eduardo Rocha (PMDB), irá acompanhar o resultado das negociações. A expectativa é de que até o fim do mês de novembro a Comissão de Relações Exteriores do Senado Federal dê uma resposta sobre o pedido de acordo entre os dois países.

(Com informações da Assessoria)

Jornal Midiamax