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Projeto de meio ambiente reúne resultados em Feira do Conhecimento em Três Lagoas

“Feira do Conhecimento” encerra ciclo de projetos de meio ambiente e sustentabilidade que tiveram início em fevereiro deste ano e foram implementados em oito escolas municipais pelo NEA (Núcleo de Educação Ambiental), da Fibria Unidade Três Lagoas/MS. Após realização destes projetos com 300 crianças, a Feira do Conhecimento trará mostra de cada um dos programas […]

Arquivo Publicado em 29/11/2011, às 17h39

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“Feira do Conhecimento” encerra ciclo de projetos de meio ambiente e sustentabilidade que tiveram início em fevereiro deste ano e foram implementados em oito escolas municipais pelo NEA (Núcleo de Educação Ambiental), da Fibria Unidade Três Lagoas/MS. Após realização destes projetos com 300 crianças, a Feira do Conhecimento trará mostra de cada um dos programas realizados, tendo como o tema “Alternativas para um futuro sustentável”. O evento ocorrerá no dia 1º de dezembro, na Rua R. Wilson de Carvalho Viana, nº 575, em Três Lagoas, a partir das 13h.


Os programas educacionais propõem temas como alimentação alternativa, reciclagem, consumo consciente, energia renovável e hábitos saudáveis, capacitando o pensamento reflexivo e crítico, ensinando conceitos também na questão prática do projeto, por meio de oficinas e palestras ministradas por profissionais especializados.


Os alunos terão a oportunidade de mostrar os resultados dos projetos em que trabalharam, para a toda a comunidade. Segundo a coordenadora da Escola Municipal Filinto Muller, Helena dos Santos Jardim Leite, que participa da oficina “Alimentação Alternativa”, a iniciativa tem agregado diversos valores aos projetos e ações com as crianças e tem a vantagem de fazer com que as crianças se tornem multiplicadores de tudo que aprendem.


Já a coordenadora da Escola Municipal Marlene Noronha, afirma que as oficinas dinâmicas estão beneficiando as comunidades participantes. “Com a oficina de Reaproveitamento de Óleo estamos firmando parceria com os pais, alunos e professores, que estão aprendendo conosco como separar e reaproveitar corretamente o óleo usado”, afirma Maria de Lourdes Aguiar.


A fabricação de sabão a partir do óleo de cozinha descartado, segundo a coordenadora, já é vista como uma fonte alternativa até mesmo de renda, o que gera um interesse imediato da comunidade carente em que a escola está inserida. “A comunidade está entusiasmada em aprender tudo isso”, completa.

Jornal Midiamax