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Presidente russo ‘apalpa’ loira em comercial e vira hit na internet

Agência de turismo usou imagens antigas de Medvedev para a propaganda de Natal

Arquivo Publicado em 21/12/2011, às 22h56

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Agência de turismo usou imagens antigas de Medvedev para a propaganda de Natal

A propaganda de Natal de uma agência de viagens britânica que opera na Rússia se transformou em um viral na internet, com quase 1,5 milhão de acessos no Youtube em apenas um dia. O segredo para tanto? A agência utilizou antigas mensagens de fim de ano feitas pelo presidente Dmitri Medvedev e montou um divertido filme, onde o chefe de Estado aparece em uma paisagem tropical e até apalpando uma mulher de biquini.


Veja o Vídeo:


Em uma das cenas, Medvedev está na praia e enquanto deseja “Boas Festas” e ressalta a riqueza da história russa, aparece interagindo com surfistas e loiras voluptuosas. O presidente recusa cerveja de um vendedor, lança uma bola de vôlei e age de maneira relaxada. No meio do vídeo, um voz ao fundo grita: “Dim (nome informal para Dmitry), o que você está esperando? Vamos nadar!”. Convite recusado pelo “presidente”, que segue o discurso de maneira séria, enquanto um casal de macacos faz sexo na parte inferior da imagem.


Já no final do comercial, Medvedev aparece outra vez de maneira formal, com o Kremlin ao fundo. De repente, um caranguejo sai do bolso do seu paletó, mas é rapidamente colocado de volta. “Caranguejo” é o apelido que o primeiro-ministro Vladimir Putin recebeu da mídia russa há alguns anos.


Durante todo o vídeo, a música “American boy” soa ao fundo, fazendo referência a um outro vídeo em que Medvedev aparece dançando a canção (num estilo minimamente estranho). O vídeo ficou famoso em abril deste ano e teve quase 11 milhões de acessos.


O comercial foi criado como publicidade para uma agência de turismo, mas durante todo o dia, muitas mensagens nas redes sociais debatiam sua autoria. Alguns blogueiros chegaram a publicar que o vídeo era mais uma tentativa do Kremlin de conquistar popularidade depois dos casos de falsificação das últimas eleições legislativas no país.

Jornal Midiamax