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Política e publicidade marcam abertura do Rock in Rio

“A gente não quer só democracia, a gente quer também o fim da corrupção nesse País”, discursou o cantor Paulo Miklos, dos Titãs, para as cerca de 45 mil pessoas (estimativa dos organizadores até as 19h) presentes na abertura do Rock in Rio 2011, na Barra da Tijuca, no início da noite de ontem. Discursos […]

Arquivo Publicado em 24/09/2011, às 01h07

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“A gente não quer só democracia, a gente quer também o fim da corrupção nesse País”, discursou o cantor Paulo Miklos, dos Titãs, para as cerca de 45 mil pessoas (estimativa dos organizadores até as 19h) presentes na abertura do Rock in Rio 2011, na Barra da Tijuca, no início da noite de ontem. Discursos de tom político e sociais se misturaram a fogos de artifício e banners e bancos infláveis de publicidade de marcas comerciais, distribuídos entre o público.

Sandra de Sá mostrou-se indignada com as pessoas que não sabem que “todo brasileiro é sarará crioulo”. E protagonizou dueto desigual com Bebel Gilberto, além de pedir “paudurescência” à sua plateia. As cantoras trocaram um selinho no palco. A noite abriu com os veteranos do rock brasileiro, Titãs e Paralamas, que dividiram o palco principal com Orquestra Sinfônica Brasileira e Milton Nascimento (Milton emocionou com o sucesso do grupo britânico Queen, Love of my Life).

Titãs e Paralamas seguraram a onda com sucessos de cerca de 30 anos de carreira: Alagados, Polícia, Sonífera Ilha, Epitáfio, Óculos, Meu Erro. “Eu queria pedir uma salva de palmas dos técnicos desse palco, que estão conseguindo um som tão bom em País de terceiro mundo como o nosso”.

Jornal Midiamax