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“PM bom é morto”, diz tatuagem de suspeito de latrocínio detido em MS

Frase ganhou repercussão nacional por ser uma uma ‘declaração de guerra’ contra o estado de direito, já que se trata de uma tatuagem localizada na perna de um adolescente de 16 anos, que foi apreendido nesta terça-feira (8), em Aparecida do Taboado.

Arquivo Publicado em 11/11/2011, às 20h22

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Frase ganhou repercussão nacional por ser uma uma ‘declaração de guerra’ contra o estado de direito, já que se trata de uma tatuagem localizada na perna de um adolescente de 16 anos, que foi apreendido nesta terça-feira (8), em Aparecida do Taboado.

“PM bom é morto”. Esta frase ganhou repercussão nacional, já que se trata de uma tatuagem localizada na perna de um adolescente de 16 anos, que foi apreendido nesta terça-feira (8), em Aparecida do Taboado, a 467 quilômetros de Campo Grande. De acordo com a Polícia Civil, ele é suspeito de participar, no dia 30 de outubro deste ano, de um latrocínio, ou seja, roubo seguido de morte, em uma boate que fica na rua das Flores, vila Barbosa, em Aparecida do Taboado.


As investigações constataram que quatro indivíduos entraram no estabelecimento e realizaram o assalto. Eles roubaram cerca de R$ 2.000,00, bem como assassinaram a vítima Ramão da Silva, de 23 anos, que sofreu um disparo de arma de fogo na cabeça, tendo morte instantânea.


Em seguida, segundo a Polícia, os assaltantes fugiram a pé levando o dinheiro e tomaram rumo ignorado. Na apuração dos fatos com vítimas e testemunhas, ficou evidente que três indivíduos estavam com armas de fogo e um deles estava com uma faca.


Detenção


Após o trabalho investigativo, conforme a Polícia Civil, também foram detidos Cleverson José Vieira Chaves, de 24 anos de idade, bem como dois adolescentes. O quarto integrante da quadrilha foi identificado como Mateus Henrique de Souza Maia, de 19 anos, conhecido como Macarrão. Ele foi detido em sua residência, localizada na rua Aracaju, Jardim Esperança, em Aparecida do Taboado.


A Polícia Civil acredita que o caso foi esclarecido, após a prisão dos quatro elementos.

Jornal Midiamax