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Piracema termina hoje e rios de MS estão liberados para pesca

Após quatro meses, o período de reprodução dos peixes conhecidos como piracema termina nesta terça-feira (01) e a pesca volta a ser permitida nos rios de Mato Grosso do Sul. Mesmo assim, práticas de pesca predatória continuam sendo proibidas. A Polícia Militar Ambiental (PMA) do Estado ainda não tem dados exatos referentes à apreensões no […]

Arquivo Publicado em 01/03/2011, às 11h16

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Após quatro meses, o período de reprodução dos peixes conhecidos como piracema termina nesta terça-feira (01) e a pesca volta a ser permitida nos rios de Mato Grosso do Sul. Mesmo assim, práticas de pesca predatória continuam sendo proibidas.

A Polícia Militar Ambiental (PMA) do Estado ainda não tem dados exatos referentes à apreensões no período, porém explica que foram apreendidos menos de 1.000 kg de pescado e cerca de 60 pessoas foram autuadas em flagrante.

O número de pescado apreendido durante a piracema vem diminuindo constantemente, devido à prática de vigilância sobre os cardumes, em locais vulneráveis, como cachoeiras e corredeiras. Como neste período, os peixes andam em cardumes e a polícia ambiental monta postos em áreas estratégicas, para evitar a pesca de peixes em grande quantidade.

Além disso, a população já está consciente e atenta para a preservação ambiental. Realizando denuncias constantemente e ajudando na atuação da polícia ambiental.

A PMA ainda alerta para que as pessoas que praticarão a pesca devam cumprir as leis, pois, mesmo com a pesca aberta, várias atitudes continuam sendo crimes, inclusive, com as mesmas penas de pescar em período de piracema. Dessa forma, pescar com petrechos, ou com método de pesca proibidos, em quantidade superior à permitida, ou em local proibido e capturar pescado com tamanho inferior a medida estabelecida, são considerados crimes ambientais.

Os pescadores que foram pegos com pescados, são encaminhadas às delegacias de polícia, autuadas em flagrante delito e se condenadas, podem pegar pena de um a três anos de detenção. Ainda podem ser multados de R$ 700 a R$ 100.000, além de mais R$ 20,00 por quilo do pescado irregular.

Jornal Midiamax