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Pesquisa registra aumento de 2,51% no preço da Cesta Básica Alimentar

O custo da Cesta Básica Alimentar do mês de novembro em Campo Grande apresentou um aumento de 2,51%, com o valor de R$ 246,45 (duzentos e quarenta e seis reais e quarenta e cinco centavos) em relação ao mês anterior, onde o valor registrado foi de R$ 240,42 (duzentos e quarenta reais e quarenta e […]

Arquivo Publicado em 03/12/2011, às 01h39

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O custo da Cesta Básica Alimentar do mês de novembro em Campo Grande apresentou um aumento de 2,51%, com o valor de R$ 246,45 (duzentos e quarenta e seis reais e quarenta e cinco centavos) em relação ao mês anterior, onde o valor registrado foi de R$ 240,42 (duzentos e quarenta reais e quarenta e dois centavos).


No acumulado dos últimos 12 meses, a cesta apresentou a variação de 1,89%, no ano 3,13% de altas e nos últimos seis meses queda, de 4,08%. De acordo com a Secretaria de Estado de Meio Ambiente, do Planejamento, da Ciência e Tecnologia (SEMAC), a pesquisa analisou 15 produtos que compõem a Cesta Básica Alimentar, sendo que oito registraram alta: batata 12,85%; tomate 8,45%; alface 5,43%; banana 3,01%; carne 2,93%; margarina 2,23%; sal 2,17%; macarrão 1,20%; e leite 0,52%. Os produtos que apresentaram queda de preço foram: feijão 3,75%; arroz 1,74%; óleo 1,65% e açúcar cristal 0,89%. O pão manteve seu preço inalterado.


Os hortifrutigranjeiros foram os maiores colaboradores para a alta da Cesta Básica em decorrência dos aumentos dos preços em algumas regiões produtoras, devido às constantes oscilações de mudanças climáticas. Normalmente no mês de novembro, as chuvas castigam as regiões Sudeste e Sul, atrasando a colheita, prejudicando o comércio dos produtos, já que as grandes redes de supermercados da Capital se abastecem com produtos destas localidades.


A pesquisa também constatou que no mês de novembro, o trabalhador que recebe um salário mínimo de R$ 545,00 (quinhentos e quarenta e cinco reais) precisou comprometer 45,22% da sua renda para a aquisição da Cesta Alimentar, restando R$ 298,55 (duzentos e noventa e oito reais e cinquenta e cinco centavos) para outras despesas. No mês anterior, esse comprometimento representava 44,11% para atender as outras necessidades básicas como: água, energia, saúde, serviços pessoais, vestuários, lazer e outros.


Cesta Básica Familiar


Já a Cesta Básica Familiar apresentou alta de 0,94% em relação ao mês de outubro (0,18%), com o valor de R$ 1.100,47 (mil e cem reais e quarenta e sete centavos). Em outubro, o preço da Cesta Familiar foi de R$ 1.090,20 (mil e noventa reais e vinte centavos).


A variação acumulada nos últimos 12 meses registrou alta de 6,52%, no ano 5,82% e nos últimos seis meses queda 0,41%. Dentre os 44 produtos pesquisados que compõem a Cesta Familiar, 26 apresentaram alta, 12 apresentaram queda de preço e seis produtos mantiveram seu preço inalterado.


No grupo Alimentação (32 produtos), a pesquisa constatou alta de 0,97%, registrado pelos principais produtos: batata 12,86%; mamão 9,71%; tomate 8,42%; alface 5,42%; banana 3,03%; carne (agulha) 2,93% e margarina 2,30%. Os produtos em queda foram: alho 19,47%; abobrinha 14,47%; cenoura 5,31%; cebola 4,78%; farinha de trigo 4,41%; feijão 3,77%; óleo 1,88%; arroz 1,67% e laranja 1,64%. Os produtos que não registraram alteração de preço foram: doces, pão francês, pão doce, mandioca e peixe.

Jornal Midiamax