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Mesmo sem laudo, delegado acredita que taxista não estava em alta velocidade

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Arquivo Publicado em 27/12/2011, às 18h05

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Responsável pelas investigações do atropelamento que resultou na morte de Alessandra Larrea Barcelos da Silva, 25 anos, o delegado Wellington de Oliveira, afirma que irá chamar para prestar depoimento na delegacia qualquer pessoa que fale sobre a fatalidade sem as devidas provas.

“Desde o início do caso, encontramos uma dificuldade enorme para encontrar testemunhas voluntárias, tanto que deslocamos uma equipe para as proximidades para encontrar alguém que falasse a respeito. Porém, para dar entrevistas e falar barbaridades a respeito do que aconteceu, apareceu muita gente. Hoje nós ficamos sabendo um abaixo-assinado e por isso vamos localizar o autor que pede a assinatura das pessoas afirmando que a taxista estava em altíssima velocidade, sem prova alguma”, diz o delegado.

De acordo com o delegado, a taxista não bateu em alta velocidade, tanto que o veículo não sofreu dano algum. “A pancada foi primeiro nas pernas, o que a fez cair de cabeça e todos sabemos que em baixa velocidade a pancada já é grande. Acredito que ela circulava de 20 a 30 km/h. A taxista não estava embriagada, é uma profissional de trânsito e veio acompanhada de seu advogado, para prestar depoimento, então acredito que as pessoas devem fazer abaixo-assinado para mudar a lei de trânsito, de homicídio culposo para doloso e não ficar agredindo a pessoa, que já sofre com o transtorno do acidente”

Jornal Midiamax