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Licitação da ampliação da rodovia BR-262 deve iniciar em abril

O governo federal deve realizar em abril licitação para as obras de ampliação e reestruturação da BR-262, informou Milton Rocha Marinho, engenheiro responsável pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) da região de Três Lagoas. Contudo, o engenheiro adiantou que o processo de licitação ainda não tem prazo definido para ser concluído. De acordo […]

Arquivo Publicado em 14/03/2011, às 13h44

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O governo federal deve realizar em abril licitação para as obras de ampliação e reestruturação da BR-262, informou Milton Rocha Marinho, engenheiro responsável pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) da região de Três Lagoas. Contudo, o engenheiro adiantou que o processo de licitação ainda não tem prazo definido para ser concluído.


De acordo com Marinho, o projeto de ampliação da rodovia foi elaborado há dois anos e só ficou pronto no final do ano passado. A obra está avaliada em aproximadamente R$ 150 milhões e envolve a reestruturação asfáltica da pista e alargamento de uma faixa a mais nas subidas da rodovia, para ser utilizada por veículos pesados e não atrapalhar o tráfego de carros. A obra de ampliação abrangerá a extensão de 325 km que liga Três Lagoas à Campo Grande.


O engenheiro disse que a expectativa é de que o quanto antes seja anunciada a empresa vencedora da licitação, para que as obras se iniciem ainda neste ano. A rodovia BR-262 é a única de Mato Grasso do Sul que ainda não foi ampliada ainda. “O DNIT está bem próximo da concretização da reforma da pista. A rodovia contará com terceira faixa de tráfego e oferecerá ao usuário mais segurança e comodidade”, disse.


Devido o aumento do fluxo de veículos grandes que trafegam pela rodovia BR-262 o índice de desgastes no asfalto, rachaduras e buracos têm aumentado, por isso a cada dia cresce a necessidade de ampliar a rodovia. “A chuva também contribui para que o número de buracos aumente, mas não podemos negar que quanto mais veículos pesados passem nas rodovias mais estragos eles provocam”, afirmou Marinho.

Jornal Midiamax