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Interferência de André pode colocar Ari Rigo a “um passo” da Assembleia

Caso a “interferência” do governador André Puccinelli (PMDB) se confirme na disputa para a vaga deixada por Celina Jalladd no Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul (TCE) vai deixar o suplente de deputado Ari Rigo (sem partido) a um passo de assumir uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do […]

Arquivo Publicado em 13/05/2011, às 14h56

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Caso a “interferência” do governador André Puccinelli (PMDB) se confirme na disputa para a vaga deixada por Celina Jalladd no Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul (TCE) vai deixar o suplente de deputado Ari Rigo (sem partido) a um passo de assumir uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul.


A ida de Arroyo para o TCE proporcionaria a ida de Youssif Domingues (PMDB) para a Assembleia e qualquer deputado da coligação “Amor Trabalho e Fé” que pedisse licença ou ficasse doente daria a vaga para Ari Rigo que é o terceiro suplente da coligação. O primeiro é o tucano Rinaldo Modesto, o segundo Youssif Domingos e o terceiro Ari Rigo.


No frigir dos ovos, os parlamentares da coligação “Amor Trabalho e Fé” deverão tomar cuidado redobrado com a saúde, caso contrário abrem espaço para que Rigo volte para a Casa de Leis.


Rigo esta arrolado na investigação da Policia Federal denominada Uragano que revelou um suposto mensalão que era recebido pelos deputados estaduais. Rigo que era do PDT foi para o PSDB e acabou sendo cassado por quebra de decoro parlamentar.


O diálogo do deputado foi gravado por um jornalista que agiu como uma espécie de araponga para a Polícia Federal. Sem que soubesse da gravação, Rigo disse que dinheiro da Assembleia ia para o bolso de representantes do Tribunal de Justiça, do Ministério Público Estadual e até do governador André Puccinelli.


Onze desembargadores interpelaram judicialmente o parlamentar. O ex-chefe do Ministério Público Estadual, Miguel Vieira, também acionou o parlamentar. Já o governador negou que recebera dinheiro da Assembleia, mas não moveu ação judicial contra o ex-secretário do parlamento estadual.



Jornal Midiamax