Final do circuito Efeito Hip Hop acontece em Campo Grande no próximo sábado

A “Mostra Efeito Hip Hop” encerra o circuito de 2011 no próximo sábado (10), às 19h, na Concha Acústica Helena Meirelles, no Parque das Nações Indígenas. O evento apresenta ao público o resultado de quatro meses de oficinas em nove municípios do interior de Mato Grosso do Sul. O projeto “Efeito Hip Hop” deu continuidade […]
| 05/12/2011
- 22:32
Final do circuito Efeito Hip Hop acontece em Campo Grande no próximo sábado

A “Mostra Efeito Hip Hop” encerra o circuito de 2011 no próximo sábado (10), às 19h, na Concha Acústica Helena Meirelles, no Parque das Nações Indígenas. O evento apresenta ao público o resultado de quatro meses de oficinas em nove municípios do interior de Mato Grosso do Sul.

O projeto “Efeito Hip Hop” deu continuidade ao “Conexão Rua em Dança”, que capacitava um instrutor de dança de rua em municípios onde não havia grupos de dança formados. Nove cidades de Mato Grosso do Sul receberam a iniciativa destinada a bailarinos iniciantes e grupos amadores já existentes, para aproximar, valorizar e estimular as iniciativas ligadas ao movimento Hip Hop, por meio da dança e com o foco na organização burocrática para uma formalização profissional.

Três profissionais da dança foram selecionados por edital: Marcos Mattos, Edson Clair e Kleber Leonn e mais nove assistentes. Foram ministradas oficinas teóricas de história da dança de rua e organização burocrática dos grupos (orientação para elaboração de currículos, portfólios, ofícios, levantamento dos locais de apresentação e dos editais de eventos e financiamento). As aulas práticas direcionaram os aprendizes na concepção de criação, criação coletiva e cuidado estético (trilha sonora, figurino e intenção de movimento).

O “Efeito Hip Hop” visitou Aparecida do Taboado, Naviraí, Bonito, Três Lagoas, Corguinho, Aral Moreira, Paraníba, Coxim e Sonora. Cerca de 270 jovens entre 9 e 18 anos foram atendidos.“Observamos que o envolvimento dos municípios refletiram diretamente no desenvolvimento do projeto, nossa preocupação agora é a continuidade. Sabemos da importância da continuação para o aperfeiçoamento, como também, o fortalecimento dos grupos e da dança de rua nas cidades do interior. Para isso foram  elaborados formulários de avaliação para os professores, alunos e técnicos dos municípios responderem e assim participarem diretamente no planejamento e no aprimoramento do projeto para o ano que vem”, finaliza Júlia.

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