Filho da vítima de estelionato diz que acusados voltaram mais de uma vez à casa da mãe

Alcir Muller da Silva, de 47 anos, e Odetino Franciso dos Reis, de 57 anos, foram presos na manhã deste sábado (3), acusados de estelionato, por venderam rifas falsas em nome do Ibama. De acordo com o delegado Luis Thomaz, os dois haviam vendido três rifas a uma senhora, sendo duas no valor de R$ […]
| 04/12/2011
- 00:28
Filho da vítima de estelionato diz que acusados voltaram mais de uma vez à casa da mãe

Alcir Muller da Silva, de 47 anos, e Odetino Franciso dos Reis, de 57 anos, foram presos na manhã deste sábado (3), acusados de estelionato, por venderam rifas falsas em nome do Ibama.

De acordo com o delegado Luis Thomaz, os dois haviam vendido três rifas a uma senhora, sendo duas no valor de R$ 200, que concorria a uma Saveiro, e a outra por R$ 500, que iria sortear uma S-10.

O filho da vítima entrou em contato com a redação do Midiamax e contou que na quarta-feira (30) os estelionatários entraram em contato com a compradora das rifas, dizendo que tinham um brinde para entregar a ela por méritos de boa conduta com o meio ambiente.

As rifas de R$ 200 foram compradas em julho e agosto, para sorteio no dia 24 de setembro, e a de R$ 500, foi adquirida no dia 21 de outubro. O filho da vítima conta que deu um cheque neste valor e recebeu um recibo falso em nome da Asibama (Associação Nacional dos Servidores do Ibama).

Segundo ele, Alcir quem foi ao banco descontar o cheque, usando os documentos pessoais. 
Na manhã de ontem, ao entrar em contato com a Asibama para saber mais informações sobre a rifa e o tal brinde, a vítima do golpe constatou a farsa na qual caiu.

Quando o filho da senhora foi à delegacia para registrar boletim de ocorrência, a empregada da casa dele ligou informando que os dois farsantes estavam lá. Porém, como a dona da casa não estava no local, eles falaram que voltariam no dia seguinte.

Na manhã de hoje, quando os dois retornaram à casa, o filho da vítima acionou a polícia, que foi ao local e fez a prisão dos acusados.

De acordo com o delegado, os dois acusados negaram o envolvimento na venda das rifas e alegaram serem apenas vendedores de revistas de meio ambiente. Como eles não foram pegos em flagrante, o caso será investigado e encaminhado ao judiciário.

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