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Família confirma que mulher morta em clínica teria entrado para sala de exames

Luciano Nomura, primo da vítima, afirma que Neuza entrou para fazer o exame de ressonância e que ela nunca apresentou problemas cardíacos

Arquivo Publicado em 11/11/2011, às 14h10

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Luciano Nomura, primo da vítima, afirma que Neuza entrou para fazer o exame de ressonância e que ela nunca apresentou problemas cardíacos

A família de Neuza Hiromi Yoyazaki, de 50 anos, que morreu por volta das 13h desta quinta-feira (10), na Di Imagem (Diagnóstico Integrado por Imagem), afirma que a mulher entrou na sala de exame para fazer uma ressonância magnética no abdômen.

Segundo Luciano Nomura, primo da vítima, Neuza realmente estava internada na Maternidade Cândido Mariano, como já foi divulgado na imprensa, pois tinha problemas abdominais. Segundo ele, ela nunca teve problemas cardíacos e foi até a Di Imagem fazer o exame.

Ainda conforme Luciano, Neusa não estava em um apartamento na Clínica e só foi liberada pelo médico por estar em bom estado de saúde.

Luciano disse que não pode afirmar se Neusa Hiromi chegou a tomar algum reagente ou medicação para realizar o exame, pois ela entrou na sala sozinha.

Ele ainda explicou que a família preferiu não fazer o boletim de ocorrência e que não pretendem entrar com ação contra o centro especializado em imagens.

Outro Lado

A Di Imagem, representada pelo diretor administrativo Odicleves Pucks, disse que Neuza já chegou debilitada e por isso não fez o exame.

Segundo ele, logo que a paciente chegou à clínica começou a passar mal e os médicos prestaram os primeiros socorros. Depois ela foi encaminhada para a Santa Casa.

Odicleves Pucks confirma, entretanto, que se caso ela tivesse entrado para fazer o exame teria que ter tomado medicação específica.

Segundo ele, o boletim de ocorrência não foi feito porque a causa da morte é natural.

Jornal Midiamax