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Fabio Trad volta a alertar sobre ameaça do crack

O deputado federal Fabio Trad (PMDB-MS), membro titular da Comissão Especial da Casa destinada a promover políticas públicas nacionais de combate, prevenção e recuperação dos efeitos do crack, ressaltou nesta terça-feira a importância do debate sobre o tema no Congresso. “O crack tem destruído a vida de milhares de brasileiros e brasileiras. Gente de todas […]

Arquivo Publicado em 29/11/2011, às 11h10

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O deputado federal Fabio Trad (PMDB-MS), membro titular da Comissão Especial da Casa destinada a promover políticas públicas nacionais de combate, prevenção e recuperação dos efeitos do crack, ressaltou nesta terça-feira a importância do debate sobre o tema no Congresso.

“O crack tem destruído a vida de milhares de brasileiros e brasileiras. Gente de todas as idades. É preciso que encontremos formas de combater este mal. Por isso este debate tem sido de grande importância”, afirmou o deputado sul-mato-grossense.

O tema está na pauta de hoje da Câmara já que o deputado Givaldo Carimbão (PSB-AL) apresentará seu relatório à Comissão. Após a leitura, o documento poderá ser votado pelos integrantes do colegiado.

De acordo com o relator, o parecer, que tem mais de 300 páginas, é uma grande contribuição para que seja criada uma política nacional de combate às drogas. A comissão especial estuda o assunto há nove meses e fez cerca de 40 viagens para cidades do Brasil e do exterior para conhecer experiências de enfrentamento ao uso de drogas.

Investimentos

Em audiência pública na semana passada, no âmbito da comissão, o presidente da CNM (Confederação Nacional de Municípios), Paulo Roberto Ziulkoski, disse que as cidades brasileiras não estão preparadas para enfrentar as drogas, em especial o crack. Segundo ele, não há profissionais capacitados, nem infra-estrutura para acolher os dependentes químicos.

Ele afirmou que neste ano a União deveria investir R$ 34 milhões no combate às drogas, conforme previsão orçamentária, mas até 30 de outubro foram gastos apenas R$ 4,8 milhões. Ziulkoski destacou que em 2010 ocorreu problema semelhante. “O governo federal deveria ter investido R$ 124 milhões, valor previsto no orçamento. Mas foram gastos apenas R$ 5,7 milhões”, reclamou.

Jornal Midiamax