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Em Dourados, grupo faz trabalho de apoio à adoção de crianças

O Grupo de Apoio à Adoção de Dourados (Gaad) está auxiliando pessoas interessadas em adotar crianças e adolescentes. São 82 em Dourados, 768 em Mato Grosso do Sul e mais de 100 mil ao redor do Brasil. Fundado no início deste ano, o Gaad é uma extensão da Associação Nacional (Angaad), representante nacional dos Grupos […]

Arquivo Publicado em 24/09/2011, às 11h15

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O Grupo de Apoio à Adoção de Dourados (Gaad) está auxiliando pessoas interessadas em adotar crianças e adolescentes. São 82 em Dourados, 768 em Mato Grosso do Sul e mais de 100 mil ao redor do Brasil. Fundado no início deste ano, o Gaad é uma extensão da Associação Nacional (Angaad), representante nacional dos Grupos de apoio à adoção. Em Dourados é coordenado por Tereza Bressan de Souza.


Os grupos são espaços para que o movimento de apoio ajude a concretizar o direito das crianças e adolescentes à convivência familiar e a difusão da nova cultura de adoção. Um dos objetivos principais é lutar para que cada criança e adolescente brasileiro tenham uma família que a ame e a respeite. Para isso, os Gaads espalhadas pelo país fazem um trabalho desmistificando os diversos preconceitos ainda existentes sobre a adoção e, cada vez mais, estão conseguindo concretizar as adoções necessárias no Brasil.


Em Dourados, a Gaad promove reuniões mensalmente. Neste sábado (24), às 9h, na sala de reuniões do Fórum, será realizado o encontro deste mês de setembro. De acordo com Tereza, uma média de 30 pessoas estão frequentando as reuniões. “Um dos nossos principais trabalhos é orientar essas pessoas sobre a importância de adoção das crianças”, enfatiza a coordenadora.


Como a maioria das que estão disponíveis à adoção em todo o país tem idade superior a cinco anos, o Gaad faz um trabalho de desmistificação. “Sabemos que o interessado tem preferência por crianças de colo, no entanto essa possibilidade é pequena. Por isso fazemos um trabalho para que a pessoa consiga ter um olhar diferenciado, ou seja, mais solidário com as crianças maiores”, destaca Tereza Bressan. Ela diz isso por experiência própria. Tem quatro filhos; destes somente uma é biológica.


Maristela Missio, membro da Gaad, tem uma filha, que é adotiva. A adolescente hoje tem 13 anos, foi morar com Maristela quando tinha 11. “Posso dizer que é um amor incondicional”, conta.


Os Grupos de Apoio à Adoção são formados, na maioria das vezes, por pais adotivos que trabalham voluntariamente para prevenir o abandono, preparar adotantes e acompanhar pais adotivos, encaminhar crianças para a adoção e para a conscientização da sociedade sobre o assunto. O trabalho do Gaad em Dourados é acompanhado pelo Juizado da Vara da Infância e Juventude.


Serviço


Grupo de Apoio à Adoção de Dourados (Gaad): (67) 9972.0066/ 3421.6745 e 3427.0203

Jornal Midiamax