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Em Corumbá, Operação Liquidação desarticula quadrilha de tráfico internacional

Oito pessoas foram presas durante a “Operação Liquidação”, desencadeada pela Polícia Federal em Corumbá nesta quinta-feira (03). Com elas, os agentes federais apreenderam 217,5 quilos de cocaína. A droga estava escondida em uma casa na rua Cabral, na área central da cidade. A quadrilha era especializada em tráfico internacional de armas e drogas. Coordenada pela […]

Arquivo Publicado em 03/02/2011, às 22h53

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Oito pessoas foram presas durante a “Operação Liquidação”, desencadeada pela Polícia Federal em Corumbá nesta quinta-feira (03). Com elas, os agentes federais apreenderam 217,5 quilos de cocaína. A droga estava escondida em uma casa na rua Cabral, na área central da cidade. A quadrilha era especializada em tráfico internacional de armas e drogas.


Coordenada pela PF de Campo Grande, a ação tinha o objetivo de desarticular o bando que encaminhava drogas e armas para estados das regiões Sudeste e Nordeste do Brasil. As investigações duraram mais de sete meses e apontaram que o entorpecente e o armamento entravam no Brasil por Corumbá, vindos da Bolívia.


Nas ações desta quinta-feira, os policiais federais apreenderam – além da grande quantidade de cocaína – uma arma de fogo e cinco caixas de munições; algumas delas de uso restrito. Entre os oito presos está um dos maiores traficantes de armas do país, que estava baseado em Corumbá. Era por aqui que ele articulava e comandava a rota do tráfico.


O delegado chefe da Polícia Federal de Corumbá, Alexandre do Nascimento, informou que ao longo dos mais de sete meses de investigações foram apreendidos outras 13 armas; vários fuzis; uma metralhadora antiaérea e mais de 10 mil munições. Inicialmente, o bando deve ser indiciado pelos crimes de tráficos internacionais de armas e drogas e formação de quadrilha. Os nomes dos envolvidos não foram divulgados pela PF.


O nome “Operação Liquidação” está relacionado ao fato de como a quadrilha de traficantes do Rio de Janeiro e São Paulo se instalou na região de fronteira e comprava grande quantidade de drogas e armas. Os bandidos conseguiam descontos nos preços dos armamentos e entorpecentes.

Jornal Midiamax