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Denúncia anônima entrega donos de desmanche de motos no Jardim Itamaracá

Edson Teixeira da Silva, de 20 anos e Douglas Soares Rocha, o “Sapo”, de 20 anos foram presos por furto de motos na Rua Salomão Abdala, no Jardim Itamaracá, na manhã da última quarta-feira (21) e apresentados nesta sexta-feira na Defurv (Delegacia Especializada de Furtos e Roubos de Veículos) após uma denúncia anônima feita à […]

Arquivo Publicado em 23/09/2011, às 14h05

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Edson Teixeira da Silva, de 20 anos e Douglas Soares Rocha, o “Sapo”, de 20 anos foram presos por furto de motos na Rua Salomão Abdala, no Jardim Itamaracá, na manhã da última quarta-feira (21) e apresentados nesta sexta-feira na Defurv (Delegacia Especializada de Furtos e Roubos de Veículos) após uma denúncia anônima feita à polícia. 
O adolescente J.A.Y.S, de 16 anos, ajudava os dois no desmanche e foi encaminhado à Deaij (Delegacia Especializada de Atendimento à Infância e Juventude). Segundo o delegado responsável pelas investigações, Cláudio Martins, foram identificadas peças de quatro motos no local, que teriam sido furtadas nos últimos trinta dias.  
“A família tinha conhecimento dos furtos. Logo que a polícia chegou, a mãe disse aos policiais que avisou os dois que aquilo era crime”, disse o delegado. “A princípio ninguém da família será indiciado, ainda estamos recolhendo os depoimentos pra ver se há envolvimento”, explicou Cláudio Martins.
Dependentes químicos, os jovens assumem os furtos. Douglas disse que sempre trabalhou, mas que encontrou um jeito mais fácil de conseguir dinheiro. “É mais fácil furtando. Eu só pegava moto nova, tem que ser muito nova por causa das peças. Dava uma grana boa, mas agora eu fui pego e vou pagar pelo que fiz”, ironizou.
“Se eu tivesse ficado quieto, trabalhando, não estava aqui agora. Eu sabia do risco e fiz assim mesmo. Agora é pagar por isso”, disse Edson.
Receptação é crime
O delegado lembra que as pessoas que compraram peças furtadas da dupla são investigadas e que também serão indiciadas. “É preciso lembrar que receptação é crime, e a pessoa que compra essas peças pode ser indiciada e receber detenção de um a três anos”, esclareceu o delegado. 

Jornal Midiamax